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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Polêmica: $ócio do Filho

Hoje, ouvindo (e vendo) o programa Pânico da Jovem Pan, pelo YouTube, na entrevista pude conhecer o trabalho do Marco Vitale, que é formado em Comunicação Social e com pós-graduação em Marketing.

Fotógrafo, também foi Diretor de Mercado Leitor dos jornais Folha de S.Paulo, Folha da Tarde, Agora S.Paulo, Notícias Populares, Diário Popular, Diário de S.Paulo e Jornal do Brasil.

De 2009 a 2016, trabalhou como diretor do Grupo Gol, período que favoreceu trazer grandes revelações na obra "$ócio do Filho".

No período em que trabalhou como diretor de uma empresa que tinha como proprietário Jonas Suassuna, que é sócio de Fábio Luis (Lulinha), é que fez com que desdobrasse um trabalho investigativo diante comportamentos e fatos que se desenrolavam diante seus olhos.

O livro parece bem interessante e muito curioso!

www.sociodofilho.com.br


Ninguém sai inocente do relato de $ócio do Filho.
Saqueados e saqueadores locupletaram-se todos. O sócio Jonas Suassuna, dono do Grupo Gol, associou-se ao filho (do ex-presidente Lula), Fábio Luís Lula da Silva para, com os irmãos Kalil e Fernando Bittar, formarem o que o autor deste livro definiu como a Quadrilha Gol.
De 2008 a 2016 eles promoveram repetidos assaltos aos cofres públicos usando como arma a influência política do ex-presidente. É disso que trata este livro. Em prosa despida de preciosismos, Marco Vitale deixa-se guiar pela soberania dos fatos para compor uma obra que alia o relato das maracutaias que vicejaram à sombra do Grupo Gol aos 'faits divers' no entorno de seus personagens
.

Vale lembrar que os irmãos Bittar se identificaram na Lava Jato como "donos" do sítio de Atibaia.

Afinal, pelo visto, o sítio é troco de cachaça.

Mas, e o Ronaldinho dos negócios? Como teve tanto enriquecimento?
Onde entram as influências? E as grandes empresas como a Oi, Telemar, Brasil Telecom e outras?


Vamos ao vídeo da entrevista.




Como disse o site "O Antagonista": sabe-se que, em breve, a Lava Jato vai escrever a segunda parte dessa história.


Um pensamento:
Criminosos manipulam 60% da população elegível e depois querem resolver tudo pelo chamado "estado democrático".
A democracia é um estado de manobra onde esses 60% sobrepõe sobre os justos, trabalhadores, geradores de empregos e pensadores independentes.
Essa manipulação pode ocorrer por compra de opinião, troca por votos, bolsas beneficiárias e pseudos cargos de empregos. FIEK - fonte


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