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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Dicas da semana: O Negócio da Revolução + Em nome de deus...







Dica 01)
O Negócio da Revolução (The Business of Revolution) - Legendado PT-BR
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Dica 02)
Em nome de deus... (click aqui)



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terça-feira, 16 de julho de 2013

Você sabe o que sai da torneira da sua casa?

Para conhecimento de todos...



Contribuição do Prof. Angelo C. Pinto (IQ-UFRJ) enviada em 03/10/2008 
(Fonte: Chemistry World, 5(9), 48-52, 2008;  Jornal da Unicamp, Edição 356, 4 a 10 de dezembro de 2006)


Sei que nada sei. Esta citação do filósofo grego Sócrates ilustra bem o tema deste texto para a página eletrônica da SBQ-Rio. Na ciência é sempre o que acontece. Quanto mais se sabe, mais se desconhece.

Os químicos analíticos descobriram que a água que chega às torneiras, pronta para ser bebida depois de filtrada, está contaminada com uma plêiade de fármacos. Este problema, entretanto, não é novo. Ele surgiu nos início dos anos noventa quando um ecotoxicologista trabalhando na Inglaterra associou a feminilização de peixes machos à presença na água do anticoncepcional 17a-etinilestradiol. Mais tarde se verificou que estrógenos provocam dimorfismo sexual no sistema reprodutor dos peixes, comprometendo a sua reprodução.

Com o avanço das técnicas analíticas se descobriu que a contaminação de águas por fármacos é um fenômeno geral que ocorre em todo o mundo desenvolvido. Não só os rios e os lençóis subterrâneos estão contaminados com poluentes químicos. Até mesmo a água potável, depois de tratada, está contaminada com anticoncepcionais, antiinflamatórios, antidepressivos e outras classes de fármacos. Por incrível que possa parecer, muitos grupos vêm se especializando no desenvolvimento de técnicas para a detecção, por exemplo, de antidepressivos na água que chega as torneiras, como uma equipe do US Geological Survey, que está particularmente interessado nesta classe de fármacos.

Charge de Mike Adams, www.NaturalNews.com - Legendagem PT-BR: KELK

A razão é simples, cada vez mais antidepressivos são consumidos, e a tendência deste consumo é aumentar. Mas, não só os químicos passaram a fazer dessas análises de água suas linhas de pesquisa. Muitos biólogos passaram a estudar os efeitos de fármacos na água sobre espécies aquáticas, e até mesmo sobre os consumidores de águas contaminadas. Apesar de estes contaminantes estarem presentes em pequenas concentrações na água tratada, ainda não se pode imaginar seus efeitos sobre a espécie humana, porque muitas vezes a água está contaminada com mais de uma dezena de fármacos. Se um é prejudicial o que dizer de dez! Haverá algum efeito sinérgico?

Ao analisarem águas contaminadas com fármacos, os químicos analíticos obrigam as agências reguladoras a reverem a legislação ambiental, porque sempre que diminuem os limites de detecção de contaminantes, as leis obrigatoriamente devem ser alteradas. Não só os advogados são influenciados pela química, também, no futuro, os antropólogos serão obrigados a se interessarem pelas estatísticas sobre águas contaminadas. Pode-se, por exemplo, antever teses de antropologia com formulações teóricas sobre o comportamento de determinadas comunidades, com base na contaminação da água com antidepressivos.

A realidade é que o problema está posto e também nos atinge. E os químicos analíticos brasileiros, o que estão fazendo para informar a população se a água consumida nas grandes cidades está contaminada com fármacos? Veja a seguir a resposta do Prof. Wilson Figueiredo Jardim (UNICAMP) a este questionamento:
Durante quatro anos, desde 2002, foram analisadas amostras de água coletadas em três pontos do Rio Atibaia (manancial de onde Campinas retira 95% da água que abastece a cidade) e um dos ribeirões Pinheiros e Anhumas, além de amostras de água potável em dez bairros do município, abrangendo as regiões Norte, Sul, Leste, Oeste e central. Na água que chega às torneiras dos campineiros, foram encontrados dietilftalato, dibutilftalato, cafeína, bisfenol A, estradiol, etinilestradiol, progesterona e colesterol. "São substâncias que não deveriam ser encontradas na água potável. Há que se dar um desconto para os ftalatos, pois muito provavelmente são oriundos da lixiviação dos canos de PVC", declarou Jardim.

De acordo com o estudo, a cafeína apresentou uma concentração média na água potável de 3,3 micrograma por litro (µg/L). Para o colesterol, a média obtida na água potável foi de 2,4 µg/L. Outros compostos também chamaram a atenção, como a progesterona (1,5 µg/L), estradiol (2,4 µg/L) e etinilestradiol (1,6 µg/L), hormônios sexuais femininos. "São concentrações muito elevadas comparadas com a Europa e América do Norte. Chegam a ser da ordem de mil vezes maior. Os níveis de alguns compostos na água potável, a cafeína, por exemplo, é similar ao que se encontra na água bruta de alguns países europeus", afirmou Jardim.

A evolução da Química Analítica se assemelha muito com alguém que passou a usar óculos ou fez uma cirurgia de catarata, e ao se olhar no espelho, passa a enxergar as rugas que antes achava que não tinha, porque não as via.

Quem quiser saber mais sobre águas contaminadas com fármacos, leia "Something in the water" de Maria Burke emChemistry World 5 (9), 48-52, 2008. Este periódico de divulgação pode ser encontrado no Portal da CAPES em www.capes.gov.br

Links para as fontes:


Este artigo é um espelho do original que se encontra em UFF - Universidade Federal Fluminese

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quarta-feira, 10 de julho de 2013

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Vereador britânico admite contato com extraterrestres e arrisca seu cargo

Vereador britânico admite contato com extraterrestres e arrisca seu cargo.

Simon Parkes, vereador eleito do partido trabalhista britânico põe seu cargo de vereador em risco ao  declarar publicamente seu contato com extraterrestres insetóides. 



Tradução e legenda por Chico Penteado.


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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Amálgama: um veneno em sua boca

Série: Despertar da Matrix


Muitos dentistas não sabem disso, mas fica a dica.
O seu "problema" pode estar listado no texto abaixo.





Mas o amálgama contém um veneno que intoxica o organismo

Quando os dentes estragam devido à má alimentação, as cáries são geralmente obturados com amálgama — uma técnica simples. Mas o amálgama contém um veneno que intoxica o organismo: o mercúrio. Os índices são mais altos ainda enquanto mascam chiclete. Um estudo de cadáver mostrou a relação clara entre o número e o tamanho das obturações de amálgama e o teor de mercúrio no cérebro e nos rins. O mercúrio se alastra também através da raiz do dente para todo o organismo. Deposita-se no pâncreas, no fígado e na tireoide. A eliminação do mercúrio depende de vitamina C, zinco e selênio em quantidade suficiente. Uma das causas da liberação de mercúrio nas obturações de amálgama é a diferença de tensão elétrica entre obturações de amálgama e outros metais, como o ouro. Também ocorrem tensões entre obturações de amálgama e obturações de materiais sintéticos.
Na presença de uma solução (na boca, a saliva), passa uma corrente entre diferentes metais. Forma-se um elemento galvânico. O amálgama, menos nobre, é dissolvido e aparece uma corrente elétrica que pode ser medida. Os riscos são encobertos!
Os riscos, quase sempre, são negados e banalizados pelos dentistas. Entretanto, resíduos de amálgamas obtidos nos consultórios dentários não são considerados inofensivos.

Quando o amálgama aparece fora da boca, o perigo que a substância representa é repentinamente reconhecido.
A mesma substância torna-se um elemento altamente tóxico — uma contradição que deveria ser notada por qualquer pessoa com um mínimo de senso crítico. Substâncias compostas de mercúrio combinam facilmente com as proteínas e outras macromoléculas. São venenos potentes, que destroem enzimas e membranas celulares.
Envenenamento crônico por sais de mercúrio provoca proteinúria (perda excessiva de proteínas pela urina). 
O metilmercúrio afeta principalmente o cérebro. Fetos e recém-nascidos são especialmente vulneráveis. Também o mercúrio elementar pode acumular-se no cérebro.
A permanência prolongada de mercúrio no cérebro — mesmo em pequena concentração — afeta os centros de controle motor. Por isso, o cérebro é considerado o órgão crítico para a acumulação de mercúrio. Consequências da intoxicação por mercúrio Os dentes são parte do nosso organismo.
Quando doentes, podem afetar todos os órgãos.
Os incisivos estão relacionados, por exemplo, com rins, bexiga, próstata e ovários.
Os caninos estão relacionados com o fígado e a vesícula biliar.
Os dentes podem provocar diversas formas de reumatismo, lesões no coração, nos rins, na pele e, às vezes, até um cansaço generalizado.
Quando os dentes são obturados com mercúrio e perdem continuamente este metal, ocorre uma intoxicação geral e crônica do organismo. Essa difusão do tóxico, muitas vezes, provoca uma sobrecarga para o sistema imunológico. Outras vezes, os dentes ficam moles ou a pessoa emagrece ou fica anêmica.
Podem aparecer problemas neurológicos, zumbido nos ouvidos, tremores nas mãos, insônia ou sensibilidade a ruídos. Mesmo quantidades mínimas de mercúrio, que chegam ao organismo durante um tempo prolongado, podem provocar uma série de problemas: dores de cabeça, transtornos da visão, edemas (no rosto, nos lábios, na mucosa da boca, da língua e da garganta), eczema crônico, bronquite asmática, cansaço crônico, menor capacidade de reação, maior necessidade de sono, falta de apetite, cólica intestinal, apatia, falta de memória, depressão, queda dos cabelos, distúrbios reumáticos e digestivos. É preciso ter muito cuidado com obturação de amálgama em gestantes. Pesquisas mostram que o mercúrio liberado das obturações atravessa a placenta e alcança o feto, podendo prejudicá-lo. Como os sintomas são comuns, fica difícil apontar uma causa específica. É claro que existem outros motivos para os distúrbios indicados e uma infinidade de correlações imprevistas.

Por isso, a odontologia ainda não se sentiu motivada a deixar o amálgama. No primeiro mundo, são os próprios clientes que, lentamente, estão derrubando o amálgama. Com isso, abriu-se o caminho para materiais menos prejudiciais à saúde Despedida do amálgama Cada um de nós precisa decidir se vai livrar seus dentes do amálgama. Ninguém deveria aceitar uma nova obturação de amálgama. Uma diminuição do teor de mercúrio na boca já pode produzir uma diminuição dos efeitos nocivos. A afirmação: “não existe nada à altura do amálgama” é válida quanto à toxicidade e facilidade de manipulação, mas não com relação à saúde. Não existe um material para obturações que reúna todas as qualidades desejáveis. Mas existem soluções que não envenenam constantemente o corpo. Para as pequenas cavidades, podemos recorrer ao cimento, matéria-prima antiga e bem conhecida. Diversos tipos de cimento são compatíveis com a polpa do dente e aderem muito bem à cavidade. São frequentemente utilizados embaixo das obturações. Como substitutos do amálgama, é possível utilizar compósitos (resinas), que podem produzir alergias, mas são muito mais seguros do que o amálgama. Também existem obturações de porcelana fundida. O ouro, extremamente caro, apresenta desvantagens devido à “corrente” na boca, ao gosto metálico e por motivos estéticos. Ocorre interferência quando ainda há amálgama ou alguma substância sintética. A principal vantagem do ouro consiste na sua estabilidade: entre os maxilares, é possível suportar forças de 50 a 70 kg. O tratamento dentário exige bom senso e equilíbrio na escolha do tratamento. Seria melhor evitar esses problemas por meio da alimentação e de um estilo de vida saudável! 


Fonte: "Natürlich", nº3, 1990 Walter Hess

Contribuição: LK



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