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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Vacina contra H1N1 apresenta riscos

Tenho feito algumas publicações que com certeza tem incomodado alguns.
O resultado é o da imagem, qual pessoas estão entrando neste blog (via google chrome) e aparece a tela abaixo.

"click na imagem para vê-la maior"
((( passei um antivirus online e não deu nada. Você pode conferir aqui )))

Fiz uma divulgação na semana passada sobre o flúor... e achei curioso a mensagem do próprio google aparecer somente após.  (Link da publicação - click aqui)

Enfim, estou em paz, sou da paz, repasso, compartilho e publico coisas que julgo ser importante.
Ninguém é obrigado a ler ou visitar o blog - caso não aceite o que é colocado aqui.
As postagens com certeza não vão agradar a todos... mas se não está agradando algum leitor, é porque esse leitor que se sente incomodado precisa rever algo que está dentro dele.
A exemplo disso, se alguém me diz algo que me incomoda, é porque esse problema não está na pessoa que disse e sim, em mim.

Bom, não é esse o assunto agora... mas vamos lá.

A publicação abaixo é só para que tenham conhecimento.
Em anos anteriores foi divulgado aqui também sobre os riscos das vacinas. Mas é claro: quem vê TV vai logo correndo tomar.
Ah, dizem que é importante tomar?... Ok!.
Então faz o seguinte: Leia a bula antes pra ver se você vai tomar...
Pessoal, chega de ser bobo(a)... passa da hora de usar a mente... e pensar que estão tratando o povo como fazem com os inocentes e puros seres, como os gados por exemplo.
Só que há uma diferença.... e essa eu não vou dizer. (Pense) 
Luz e harmonia,
Fábio

PS: Há sites/blogs divulgando que a vacina contra H1N1 apresenta 90% de eficácia.
Você acredita mesmo nisso?... Vamos voltar um pouco em 2009 - clicando aqui)


Esse é um espelho de uma notícia (Portugal) que vejo como é importante propagar.

Doença do sono incurável afecta 800 crianças que tomaram vacina contra H1N1

Cerca de 800 crianças europeias desenvolveram narcolepsia – uma doença incurável que causa crises de sono incontroláveis durante o dia – após terem recebido a vacina Pandemrix, contra o vírus da gripe H1N1 («gripe suína»), produzida pela GlaxoSmithKline.

A jovem Emelie Olsson, de 14 anos, é uma delas. Ela tem dificuldade em manter-se acordada durante o dia e perde aulas com frequência por causa do problema. Ao acordar, por vezes fica paralisada, com falta de ar e sem conseguir pedir ajuda. Além disso, tem pesadelos e alucinações.
Países como a Finlândia, a Noruega, a Irlanda e a França também registaram um aumento nos casos de narcolepsia em crianças após a implementação da vacina. Por causa disso, a agência reguladora de remédios europeia decidiu restringir o uso da vacina em jovens abaixo dos 20 anos.
O médico responsável pela área de vacinas da GlaxoSmithKline, Norman Begg, afirmou que a companhia está comprometida em solucionar a questão, mas também disse que ainda não há uma evidência científica suficiente para associar a vacina à doença.
Já para o médico Emmanuel Mignot, da Universidade de Stanford (EUA), considerado um dos maiores especialistas em narcolepsia do mundo, não há dúvidas de que a vacina fez aumentar a ocorrência de narcolepsia. Mas ele concorda que ainda é preciso fazer mais pesquisas.
Mais de 30 milhões de pessoas de 47 países receberam a vacina da Glaxo entre 2009 e 2010. A companhia diz que 795 pessoas foram diagnosticadas com narcolepsia na Europa desde o início do uso da vacina.
Os cientistas ainda estão a pesquisar o que, na vacina, pode deflagrar a doença. Alguns sugerem que é o adjuvante, chamado de AS03. Outros, que é o próprio vírus H1N1 o responsável por causar narcolepsia em pessoas geneticamente predispostas.
Mas os especialistas concordam que é preciso cautela para não gerar pânico na população. «Ninguém quer ser o próximo Wakefield», disse Mignot, referindo-se ao médico britânico Andrew Wakefield, que perdeu a sua licença após ter associado a vacina contra sarampo, papeira e rubéola ao autismo.
Equipas independentes já publicaram estudos revistos por outros especialistas na Suécia, na Finlândia e na Islândia. Todos eles mostraram que o risco de narcolepsia aumentou de sete a 13 vezes entre as crianças que tomaram a vacina, em comparação com as que não tomaram.



Um comentário:

  1. Fábio Ibraim, sou médico PSF, também tenho preocupação com efeitos prejudiciais de vacinas, assim como de toda excessiva carga de medicação que o cidadão acaba tomando ao longo da vida. Me preocupei desde muito cedo com isso na vida, porque perdi um ouvido com inúteis injeções de despacilina e muitos furos na nádega! Isso há 40 anos atrás, mas hoje não tá tão diferente, porque os micróbios correm atrás de resistência também... È a luta pela sobrevivência. Mas porque a medicina não se focaliza na prática de ampliar as defesas dos pacientes? Porque está comprometida com as elites que comandam grandes lucros com a doença, medicamentos e tecnologias. As humildes plantas e medicinas suaves não interessam, não? Estimular a mente e a imaginação, a energia interna não interessa, pois? Sobre vacinas a homeopatia tem advertências e debates há muito tempo, e concordo em certo sentido com ela. A reação febril à doença aguda é um modo que o organismo acelera suas memórias imunológicas, e não algo a ser combatido como os médicos e pais anseiam. Como diz a antroposofia, acelera a emergência do Eu na criança. Por que os pais procuram forçar os médicos a indicar vacina H!N!, mesmo quando não haja motivo evidente de imunodeficiência? O medo e a informação incorreta fazem isso, o lucro dos investimentos em vacinas não pode parar...

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