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sábado, 29 de outubro de 2011

Nassim Haramein: "Eu Acredito"

Uma simples postagem para o final de semana.

Um pequeno vídeo de Nassim Haramein - legendado em português

Vale a pena assistí-lo!


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Vídeo: Louise Hay - Você pode curar sua vida

Um excelente vídeo e indispensável para muitos humanos...


A teoria revolucionária de Louise Hay baseia-se no princípio de que somos responsáveis por nossas experiências, e que doenças do corpo têm origem em nossos padrões mentais. Assim, se nos livramos da culpa, dos ressentimentos, da autocrítica e dos rancores acumulados, podemos eliminar até mesmo as enfermidades mais graves. O método para isso consiste em identificar as causas mentais dos problemas físicos e de superá-las por meio de meditação e exercícios específicos. Estrondoso sucesso em todo o mundo, Você pode curar sua vida é muito mais que um livro de saúde: trata-se de uma obra simples e reveladora sobre a construção da auto-estima, o valor do perdão, a expansão da consciência.

Assista!   (Dublado com Legenda)

(parte 1)

Para assistir todos as partes, Click aqui para o Playlist




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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

MUDANÇA E TRANSIÇÃO

Após ler o livro O PODER DENTRO DE VOCÊ, deixo um trecho para apreciação.
O livro foi publicado em 1991 - EUA - e Louise Hay já falava da "Transição".
Paz,
Fábio



Capítulo Décimo Quarto - MUDANÇA E TRANSIÇÃO


Há pessoas que preferem morrer a mudar.

Normalmente queremos que as outras pessoas mudem, não é ver­dade? Quando me refiro a outras pessoas, quero também incluir o governo, as grandes empresas, o patrão ou o colega, o IRS, os estran­geiros, a escola, o marido, a esposa, a mãe, o pai, os filhos, etc. - todos menos nós. Nós não queremos mudar. Queremos que tudo mude para que a nossa vida possa ser diferente. Contudo, como é óbvio, para que se opere qualquer mudança ela terá de partir de nós.
A mudança significa que nos libertámos dos sentimentos de isola­mento, de separação, solidão, raiva, medo e dor. Criamos assim uma vida plena, com uma paz magnífica, na qual podemos descansar e desfrutar a vida tal como ela nos é apresentada - e sabemos que tudo vai bater certo. Eu gosto de usar a premissa "A vida é maravilhosa e tudo está perfeito no meu mundo. Eu estou sempre em progressão para um bem ainda maior." Dessa forma, pouco importa a direcção que a mi­nha vida toma porque sei que será sempre maravilhoso. Daí eu poder desfrutar qualquer gênero de situação e de circunstâncias.
Numa das minhas palestras uma pessoa expressou que estava a passar por uma fase muito conturbada da sua vida e usava frequentemente a palavra dor. Perguntou-me se deveria usar outra palavra. Eu lembrei-me daquela ocasião em que tinha ficado com um dedo enta­lado numa janela que tinha fechado com força. Eu sabia que se ce­desse à dor ia passar um mau bocado. Quando aquilo aconteceu eu comecei logo a fazer trabalho mental e referia-me ao que eu sentia como uma sensação imensa no dedo. Ao recordar aquele momento, acho que ajudou imenso a sarar o dedo mais depressa e foi uma boa maneira de lidar com uma experiência que poderia ter sido muito desagradável. Uma pequenina mudança no nosso pensamento pode alterar tanta coisa.
Olhe para a mudança como se fosse a limpeza da casa. Se formos fazendo um bocadinho de cada vez, acabamos por limpar a casa toda. No entanto, mesmo que ainda não tenhamos acabado de limpá-la, os resultados começam a estar à vista. Se mudar um pouquinho que seja, em pouco tempo começará a sentir-se melhor.

No dia de Ano Novo estive na Igreja da Ciência da Mente da Cidade dos Anjos do reverendo O. C. Smith e ele disse uma coisa que me deixou a pensar:

o Ano Novo. Temos de perceber que o novo ano não nos vai mudar. O jacto de ser um ano novo não vai fazer a mínima diferença à vossa vida. A única coisa que vos poderá fazer mudar é a vossa vontade de mergulhar dentro de vós e fazerem vocês próprios à mudança que necessita de ser feita."

É verdade. As pessoas têm esta mania de fazer promessas no Ano Novo, mas como não fazem quaisquer mudanças interiores, as pro­messas depressa caem no esquecimento. "Vou deixar de fumar", ou coisas no gênero, as pessoas bem tentam, mas dizem as coisas num sentido negativo, em vez de informar o subconsciente sobre o que há a fazer. Numa situação dessas poderá dizer "Esvaziei-me de todo o desejo de fumar cigarros e agora estou livre.”.
Até ao momento em que efectuarmos as mudanças interiores, até estarmos preparados para fazer o trabalho mental, nada mudará no exterior. Porém, as mudanças interiores podem ser tão incrivelmente simples porque tudo o que precisamos mudar são apenas os nossos pensamentos.
O que pode fazer por si este ano que não tenha feito o ano passado e que possa ser positivo? Pare um momento e pense nesta questão. De que coisa gostaria de se libertar este ano à qual estava ainda tão agarrado o ano passado? O que gostaria que mudasse na sua vida? Está disposto a fazê-lo?
Há imensa informação disponível que o inspirará uma vez que esteja disposto a mudar. No momento em que o decidimos fazer, é notável o modo como o Universo conspira para nos ajudar. Traz-nos aquilo de que necessitamos. Pode ser um livro, uma cassete, um professor ou até um amigo que faz uma observação de passagem e que de re­pente assume um sentido profundo.
Às vezes a nossa situação pode piorar ainda mais, antes de come­çarem as melhoras, mas está tudo bem porque isso é o princípio do processo. O velho emaranhado começa a desfazer-se, por isso flua com a situação. Não entre em pânico e não pense que consigo nada funciona. Continue a fazer as suas afirmações e a plantar as suas novas convicções.

A Progressão

Evidentemente, desde o momento em que decide fazer a mudança até obter a prova, existe um período transitório. Vacila-se entre o novo e o velho. Vai andar de trás para frente e de frente para trás entre o que era e o que gostaria que fosse ou o que gostaria de ter. É um processo normal e natural. Me farto de ouvir pessoas dizer "Eu já sei isso tudo." Eu pergunto-lhes: "Estão a fazer alguma coisa nesse sentido?" Saber o que fazer e fazê-lo são dois passos diferentes. Leva o seu tempo até se fortalecer no novo sistema e conseguir dar a volta completa. Até lá é preciso estar vigilante nos seus esforços de mudança.
Muitas pessoas fazem as afirmações duas ou três vezes e desistem. Depois dizem que as afirmações não funcionam, que é uma idiotice, ou coisa que os valha. Temos de conceder-nos algum tempo para rea­lizar a mudança; a mudança requer acção. Tal como eu disse, o que pesa mais é o que você faz depois das afirmações.
À medida que vai atravessando o período de transição, lembre-se sempre de se louvar por cada pequeno passo em frente. Não se casti­gue por um retrocesso, senão a mudança torna-se opressiva. Use todos os instrumentos que tiver à mão para passar do velho sistema para o novo. Certifique-se que a criança dentro de si se sente segura.

O escritor Gerald Jampolsky afirma que amor é libertar-nos do medo e que ou há amor ou há medo. Se não viermos desse espaço de amor no nosso coração, então estamos afundados no medo e todos esses estados, como o isolamento, a separação, a raiva, a culpa e a solidão fazem parte do síndroma do medo. Queremos evoluir do medo para o amor e atribuir ao amor um lugar cativo em nós.
Há uma variedade imensa de maneiras de mudar. O que faz no seu dia a dia para se sentir bem? Com certeza que não é criticar as outras pessoas ou achar-se uma vítima. Então o que faz? Como expe­rimenta a paz dentro de si e à sua volta? Se não o está a fazer agora, sente-se com vontade de começar? Está disposto a começar a criar harmonia interior e paz?
Outra pergunta a fazer é a seguinte: "Será que eu quero mesmo mudar?" Será que prefere continuar a queixar-se de tudo o que não tem na sua vida? Será que deseja de verdade criar uma vida muito mais maravilhosa do que a que tem agora? Se quiser mudar, você pode. Se quiser fazer o trabalho que isso implica, poderá mudar a sua vida para melhor. Eu não tenho qualquer poder sobre si e eu não posso fazê-lo por si. Não se esqueça nunca que o poder está em si.

Recorde-se que a manutenção da paz interior ajuda a estabelecer uma ligação com pessoas em paz e com ideias semelhantes às suas que se encontram espalhadas pelo mundo inteiro. A espiritualidade conecta-nos a todos neste planeta ao nível da alma. Este sentido de espiritualidade cósmica que agora começamos a sentir vai mudar o planeta para melhor.
Quando eu falo em espiritualidade, não me refiro forçosamente à religião. As religiões dizem-nos quem amar, como amar e quem é merecedor. Para mim, todos nós somos merecedores de amor e todos somos dignos desse amor. A nossa espiritualidade é a nossa ligação directa com a fonte superior e para esse efeito não necessitamos de intermediários. Comece a ver que a espiritualidade pode ligar-nos a todos no planeta a um nível muito profundo da alma.
Várias vezes ao dia poderá parar e pensar "Com que pessoas é que eu estou a ligar-me agora1." Faça esta pergunta periodicamente: "Eu acredito realmente nesta condição ou nesta situação1." Pense na questão. Pergunte: "O que é que eu sinto? Será que quero mesmo fazer o que esta gente me está a pedir para eu fazer? Porque é que eu ando a fazer isto?" Examine os seus pensamentos e sentimentos. Seja honesto consigo.
Descubra o que anda a pensar e no que acredita. Não viva a vida por rotina, com o piloto automático ligado, com a velha atitude: "E assim que eu sou e isto é o que eu faço." Por que razão o faz? Se não for uma experiência positiva e enriquecedora, descubra qual é a sua origem. Quando é que tudo começou? Agora já sabe o que pode fazer. Ligue-se à Inteligência dentro de si.

Stress É Mais uma Palavra para Medo

Hoje em dia fala-se imenso em stress. Toda a gente anda sob stress por qualquer coisa. O stress tornou-se numa palavra mágica e usamo-la a um ponto tal que eu penso que é uma desculpa. "Estou sob stress", ou "Isto gera stress", ou "Não aguento tanto stress."
O stress, quanto a mim, é uma reacção de medo às mudanças cons­tantes da vida. É uma desculpa que utilizamos para não assumirmos a responsabilidade dos nossos sentimentos. Se conseguirmos equacionar a palavra "stress" com a palavra "medo", então podemos começar a eliminar a necessidade do medo nas nossas vidas.
Da próxima vez que pensar que está cheio de stress, procure em si mesmo a causa do seu medo. Pergunte: "Por que razão estou a sobrecarregar-me? Por que razão estou a deitar fora o meu poder?" Descubra em si o que está a criar esse medo que o impede de atingir a harmonia interior e a paz.
O stress não é harmonia interior. Harmonia interior é estar em paz consigo. Não é possível sentir stress e harmonia interior ao mesmo tem­po. Quando em paz, fazemos cada coisa há seu tempo. Não deixamos as coisas apanharem-nos. Quando se sentir debaixo de fogo, faça qual­quer coisa para libertar o medo, para que possa fluir na vida sentindo-se seguro. Não use a palavra stress como uma desculpa. Não dê tanto poder a uma palavrinha tão pequena. Nada tem qualquer poder so­bre si.

Estamos Sempre a Salvo

A vida é uma sequência de portas que se fecham e se abrem. Va­mos percorrendo sala após sala e temos as mais variadas experiências. Alguns gostariam de fechar as portas aos velhos padrões negativos, aos velhos bloqueios, às situações que não nos trazem nenhuma mais valia. Alguns estão empenhados no processo de abrir novas portas e de encontrar novas experiências maravilhosas. Eu creio que já viemos a este mundo muitas e muitas vezes, e viemos para aprender as mais diversas lições. É como ir à escola. Antes de encarnarmos num dado espaço no tempo, escolhemos a lição que queremos aprender para poder evoluir espiritualmente. Uma vez escolhida a lição, escolhemos todas as circunstâncias e situações que nos vão permitir aprender a lição, o que inclui os pais, o sexo, o local de nascimento e a raça. Se chegou até esse ponto, acredite em mim, você fez todas as escolhas certas.
Conforme vamos atravessando a vida, é essencial não esquecer que estamos a salvo. Tudo é mudança. Confie no seu Ser Superior para orientá-lo e guiar nos caminhos que conduzem ao crescimento espiritual. Joseph Campbell disse um dia: "Segue a tua felicidade."
Visualize-se a abrir as portas da alegria, da paz, da cura, da prosperi­dade e do amor; as portas da compreensão, da compaixão, do perdão e da liberdade; as portas da apreciação de si próprio, da autoestima e do amor-próprio. O seu ser é eterno e vai continuar de experiência em experiência para sempre. Mesmo quando passamos a última porta neste mundo, isso não representa o fim. É apenas o começo de uma nova aventura.

Em última instância, nunca podemos forçar ninguém a mudar. Po­demos sim proporcionar uma atmosfera mental positiva onde tenham a possibilidade de mudar se assim o desejarem. Todavia, não o pode­mos fazer por ninguém. Cada qual está cá para aprender as suas lições e se tentarmos resolver os problemas por alguém, eventualmente esse alguém voltará a reincidir nos mesmos erros enquanto não aprender por si. Terá de decidir o que pretende fazer.
Ame as suas irmãs e irmãos. Deixe-os ser quem são. Saiba que a verdade está sempre dentro deles e eles podem mudar no momento em que o quiserem.




*Trecho extraído de livro disponível na internet



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UM MUNDO ONDE SEJA SEGURO AMARMOS UNS AOS OUTROS

Louise Hay



Capítulo Décimo Quinto - UM MUNDO ONDE SEJA SEGURO AMARMOS UNS AOS OUTROS

Ou destruímos o planeta ou o curamos. Irradie todos os dias energia de amor e de cura para o planeta. Aquilo que fazemos com as nossas mentes faz a diferença.



O planeta está a atravessar um período de mudança e de transição. É a passagem de uma velha ordem para a nova ordem. Algumas pessoas referem-se ao facto como o início da Era de Aquário - pelo menos é assim que os astrólogos gostam de descrever o fenómeno. Na minha opinião, a astrologia, a numerologia, a quiromancia e todos esses ou­tros métodos ligados à fenomenologia psíquica são modos diversos de descrever a vida. Descrevem a vida de uma maneira ligeiramente diferente.
Os astrólogos afirmam que estamos a sair da Era de Peixes e a passar para a Era de Aquário. Na Era de Peixes nós víamos nos outros a nossa tábua de salvação. Queríamos que os outros nos salvassem. Na Era de Aquário em que estamos a entrar, as pessoas começam a virar-se para dentro e a reconhecer que têm a capacidade de se salvar a si próprias.
É extraordinária a sensação de poder mudar aquilo de que não gostamos, não acha? Na realidade eu não sei se o planeta está a mudar assim tanto e à mesma velocidade que nós estamos a tornar-nos cons­cientes e despertos. Há muita coisa que tem estado a fermentar há muito tempo e que agora vêm à superfície, como é o caso da disfuncionalidade nas famílias, a pedofilia e todas as ameaças que pairam sobre o planeta.
Como com tudo o mais, em primeiro lugar temos de nos conscien­cializar antes de poder produzir a mudança. Do mesmo modo como fazemos mentalmente a limpeza da casa para podermos mudar, temos de fazer o mesmo em relação à Mãe Terra.
Começamos a olhar para o nosso planeta como um organismo uno, vivo, que respira, uma entidade, um ser em si mesmo. O planeta respira, tem um bater de coração e toma conta das suas crianças. Providencia tudo o que possamos necessitar. Está totalmente equilibrado. Se passar um dia na floresta ou algures na natureza, verificará quão perfeitos são todos os sistemas do planeta. Está tudo montado para viver uma existên­cia num perfeito e absoluto equilíbrio, em completa harmonia.
E assim aqui estamos, a grande humanidade, que sabe tudo e que anda a fazer o possível e o impossível para dar cabo do planeta, des­truindo todo o equilíbrio e harmonia. A nossa cobiça invade tudo. Pensamos que sabemos tudo, mas a nossa ignorância e cobiça estão a destruir este organismo vivo, que respira, do qual somos parte inte­grante. Se dermos cabo da Terra, para onde vamos viver?
Eu sei que quando falo sobre cuidar do planeta, as pessoas ficam esmagadas com a dimensão dos problemas que estamos a enfrentar. Parece-nos que uma pessoa só não poderá fazer grande coisa e não terá poder para afectar seja o que for na globalidade do sistema. Mas isso não é verdade. Se todos fizessem um pouco que fosse, o resultado da soma seria à partida imenso. À primeira vista, podemos até não ver resultados nenhuns, mas acredite em mim, a Mãe Terra sente por todos nós.
No meu grupo de apoio aos doentes com sida temos uma mesinha para venda de livros. Recentemente esgotaram-se os sacos para pôr os livros e eu pensei que podia juntar os sacos das compras. Ao prin­cípio pensei "Se calhar não serve para nada, porque também não ar­ranjo assim tantos sacos até ao fim da semana." Estava enganada! Havia sacos por todos os lados. Um dos meus colaboradores teve o mesmo resultado e disse que não fazia ideia do número de sacos que usava por semana até ter começado a juntá-los. Se fizermos as contas em relação à Mãe Terra, são imensas árvores que nós estamos a abater só para usarmos uns sacos de papel durante uma ou duas horas e que, normalmente, acabam no caixote do lixo. Se não acredita, tente fazê-lo durante uma semana: junte os sacos que recebe nas lojas e veja bem quantos é que utiliza.
Agora quando vou às compras levo sempre um saco de pano e, quando me esqueço dele, peço um saco grande e se for a outras lojas, ponho tudo no mesmo saco, em vez de coleccionar uma série de sacos, saquinhos e saquetas. Ninguém fica a olhar para mim de soslaio. As pessoas nas lojas acham que é uma atitude sensata.
Na Europa, já usam há muito tempo os sacos de pano: um amigo meu de Inglaterra, que veio visitar-me, adorava ir ao supermercado porque gostava de juntar os sacos de papel para levar para casa. Achava que era uma coisa muito americana e muito fina. É capaz de ser uma tradição muito engraçada, mas a realidade é que temos de começar a pensar globalmente e a considerar os efeitos que estas tradições pro­duzem no meio ambiente.
Os americanos, em especial, têm uma fixação relativamente às embalagens dos produtos. Aqui há uns anos fiz uma viagem ao México e fui visitar um daqueles mercados tradicionais. Fiquei absolutamente fascinada com a maneira como apresentavam os legumes e fruta sem ser encerada. Lógico, não tinham metade da apresentação da nossa fruta, mas tinham um ar natural e são. As pessoas que iam comigo, no entanto, acharam que tudo aquilo tinha um aspecto miserável.
Num outro canto do mercado havia uns jarrões abertos com espe­ciarias em pó. Fiquei novamente fascinada com toda aquela profusão de cores. Os meus amigos disseram que nunca comprariam especiarias naquelas condições. Fiquei espantada e perguntei por quê. Responderam-me que aquilo não tinha higiene nenhuma. Voltei a perguntar por que e então disseram que era porque não estava embalado. Não pude evitar uma gargalhada. Onde é que eles pensavam que as especia­rias estavam antes de serem embaladas? Habituámo-nos de tal forma a ver as coisas apresentadas de uma determinada maneira que se torna difícil aceitá-las se não vierem com todos os folhos, lacinhos e laçarotes.
Temos de estar dispostos a ver os pequenos ajustes que podemos fazer a favor do ambiente. Mesmo que tudo o que faça seja comprar um saco de pano para ir às compras ou fechar a água enquanto escova os dentes, esse pequeno gesto já é um grande contributo.
No meu escritório reciclamos o mais possível. O homem da manu­tenção do nosso prédio vem todas as semanas recolher todo o papel que deitámos fora para o levar para a fábrica de reciclagem. Reutilizamos todos os envelopes almofadados que recebemos. Utilizamos papel reciclado sempre que possível nos nossos livros, apesar de sair um bocado mais caro. Às vezes há escassez no mercado, mas nós insistimos sempre porque temos consciência de que se houver uma procura forte, os fornecedores de papel acabarão por tê-lo sem­pre disponível. Isto funciona assim em todas as áreas da conservação. Ao criar a procura de qualquer coisa, podemos estar a ajudar com a nossa força colectiva a curar o planeta.
Sou também uma jardineira biológica e em casa faço o meu pró­prio adubo para o jardim. Tudo o que seja vegetal vai para aquela pilha. De minha casa não sai uma folha de alface nem uma folha de uma árvore. Eu acredito em devolver à terra aquilo que ela nos dá. Tenho amigos que guardam para mim todos os restos dos legumes. Metem-nos num saco de plástico no congelador e quando me vêm visitar, despejam o saco no meu silo dos adubos. Naquele silo entra lixo e sai húmus enriquecido com nutrientes para as minhas plantas. Por causa das minhas práticas de reciclagem, o meu jardim produz o suficiente para as minhas necessidades, além de ser lindo.

Alimente-se com Comida Nutritiva

O nosso planeta foi concebido para nos proporcionar tudo o que necessitamos para cuidarmos de nós. Tem todo o alimento que neces­sitamos. Se comermos a comida que a terra nos dá seremos saudá­veis, porque isso faz parte da natureza das coisas. Contudo, na nossa grande inteligência, desenvolvemos alimentos como os Twinkies e depois espantamo-nos com o facto de a nossa saúde não andar tão bem. Muita gente fala de dietas, mas só da boca para fora. Dizemos "Sim, sim, eu sei", enquanto metemos uma coisa qualquer carregadinha de açúcar na boca. Duas gerações após terem surgido as Betty Crocker e as Clarence Birdseye deste mundo, as percursoras das co­midas pré-embaladas - e na altura todos abrimos a boca de espanto e dissemos "Isto é maravilhoso" -, a realidade é que há gente neste país que nunca provou comida a sério. Hoje em dia é tudo enlatado, pré-cozinhado, congelado, tratado quimicamente e, recentemente, a co­mida vem preparada para ir directamente para o microondas.
Recentemente li também que o sistema imunitário dos nossos jo­vens militares não é tão robusto como o dos jovens de há vinte anos. Se não alimentarmos o corpo com comida natural, tão necessária para o crescimento e para o fortalecimento, como podemos esperar que dure uma vida inteira? Se adicionarmos as drogas, os cigarros e o abuso do álcool, mais uma pitada de autodestruição, está criado o ambiente perfeito para o florescimento das doenças.
Há bem pouco tempo tive uma experiência interessantíssima. Fre­quentei o assim chamado "Curso de Condutores Responsáveis". A minha turma era composta maioritariamente por pessoas acima dos 55 anos que estavam ali ostensivamente só para poder ter um des­conto de 3 a 10 por cento no seu seguro automóvel. Achei incrível porque passámos uma manhã inteira a falar de doenças - toda a espécie de doenças que podemos esperar à medida que vamos enve­lhecendo. Falámos de doenças dos olhos e de tudo o que podia correr mal ao nível dos ouvidos e do coração. A hora de almoço, 90 por cento das pessoas saíram disparadas para o primeiro restaurante de comida de plástico.
Mais uma vez ficou claro para mim que nós realmente não perce­bemos nada. Na América, o tabaco mata mil pessoas por dia. São 365.000 pessoas por ano. Creio que morrem de cancro outras 500.000. De ataque de coração morre um milhão. Um milhão de pessoas! Saben­do tudo isso, como é que corremos para os restaurantes de comida de plástico e desprezamos tanto os nossos corpos?

A Nossa Cura e a Cura do Nosso Planeta

Neste período de transição, a crise da sida tem funcionado como um catalisador. Esta crise tem demonstrado à saciedade o modo tão falho de amor e tão preconceituoso como nos relacionamos uns com os outros. Tratamos as pessoas com sida com tão pouca compaixão. Uma das coisas que eu gostava mesmo de ver acontecer neste planeta, e quero ajudar nesse sentido, é que o mundo se tornasse um local onde fosse seguro amarmos uns aos outros.
Quando éramos pequenos, queríamos que nos amassem pelo que éramos, mesmo que fôssemos demasiado magros ou gordos, feios ou tímidos. Viemos ao mundo para aprender o amor incondicional - em primeiro lugar por nós próprios, e depois para o podermos também transmitir aos outros. Temos que nos livrar da ideia do eles e nós. Isso não existe; o que existe é apenas nós. Não há grupos que sejam dispen­sáveis, ou que sejam menos que os outros.
Cada um de nós tem a sua lista daquelas pessoas por aí. A nossa espiritualidade é mentira enquanto mantivermos uma lista com uma pessoa dessas por aí que seja. Muitos de nós crescemos em famílias em cujo seio o preconceito era normal e natural. Este grupo de pessoas ou aquele não prestam. Para nos sentirmos bem, deitamos os outros abaixo. No entanto, enquanto insistirmos em afirmar que alguém não presta, aquilo que reflectimos realmente é que nós também não pres­tamos. Não se esqueça, nós somos o espelho uns dos outros.

Recordo-me quando fui convidada para o The Oprah Winfrey Show. Eu apareci na televisão acompanhada por seis pessoas com sida que estavam bem. Tínhamo-nos encontrado no dia anterior ao jantar e foi uma reunião incrivelmente poderosa. Quando nos sentámos à mesa, a energia era extraordinária. Eu comecei a chorar porque aquilo era uma coisa pela qual eu andava a lutar há tantos anos - transmitir ao público americano uma mensagem positiva, de que há esperança. Aquelas pes­soas estavam a curar-se a si próprias e não era nada fácil. A comunida­de médica tinha-lhes dito que iam morrer. Tinham tido que experimentar os mais variados métodos na base do ensaio e do erro e estavam dispostos a desenvolver-se e a ultrapassar as suas próprias limitações.
No dia seguinte gravámos o programa e foi um espectáculo lindo. Agradou-me particularmente ver mulheres com sida participar tam­bém no espectáculo. Eu queria que a classe média americana abrisse o seu coração e que se apercebesse que a sida não afecta apenas um grupo pelo qual não nutre qualquer simpatia. A sida afecta toda a gente. Quando eu entrei, a Oprah virou-se para mim, com as câmaras desligadas, e disse "Louise, Louise, Louise", chegou-se a mim e deu-me um grande abraço.
Acredito que nesse dia transmitimos uma mensagem de esperança. Eu ouvi o Dr. Bernie Siegel afirmar que existe sempre um caso de alguém que se curou de toda e qualquer forma de cancro. Por isso há sempre esperança e a esperança traz-nos possibilidades. Há sempre uma razão para trabalharmos, em vez de deitarmos as mãos à cabeça e dizermos que não há esperança, que já não há nada a fazer.

O vírus da sida está a fazer o seu papel - a ser o que é. A mim parte-se o coração ao perceber que tanta gente heterossexual vai ainda morrer de sida só porque o governo e a classe médica não estão a mexer-se com a rapidez necessária. Enquanto persistir o preconceito que a sida é uma doença "gay", o combate a esta doença não vai receber a atenção que tão desesperadamente necessita. Quantas pessoas "normais" terão de morrer até que a doença seja considerada legítima?
Eu penso que quanto mais depressa banirmos os nossos preconceitos e trabalharmos para uma solução positiva da crise, mais depressa o planeta se auto-regenerará. Todavia, o planeta não pode curar-se se permitirmos que as pessoas continuem a sofrer. Para mim, a sida faz parte da poluição do planeta. Sabe que há golfinhos a morrer na costa da Califórnia com doenças imunodeficitárias? Não me parece que seja devido às suas práticas sexuais. Temos vindo a poluir a Terra de tal forma que muito do que comemos já não nos faz bem. Andamos a matar o peixe nos rios e nos oceanos. Poluímos tanto o ar que agora temos as chuvas ácidas e o buraco na camada do ozono. E como se nada fosse, continuamos a poluir os nossos corpos.
A sida é uma doença terrível, mas, mesmo assim, o número de pessoas que morrem com sida ainda é muito inferior ao número de pessoas que morrem de cancro e de doenças cardíacas. A nossa inves­tigação está direccionada para a descoberta de remédios cada vez mais potentes que eliminem as doenças que nós próprios criamos, mas por outro lado não estamos nada interessados em mudar os nossos estilos de vida, nem a nossa dieta. Antes de pensar em mudar e em curar-nos, depositamos a nossa esperança em primeiro lugar na desco­berta de um remédio que acabe com a doença ou, em segundo lugar, na mesa de operações e nas remoções cirúrgicas. Não é grande res­posta porque o facto de suprimirmos conduz apenas a que os problemas se manifestem de maneiras diferentes. O mais incrível é saber que a medicina e a cirurgia cuidam apenas de 10 por cento de todas as doenças. É isso mesmo. Mesmo com todos os milhões gastos nos pro­dutos químicos, na radiação e na cirurgia, estes somente tratam 10 por cento das doenças.
Li um artigo em que era afirmado que as doenças do próximo século serão causadas por novas estirpes de bactérias que irão atacar os nossos sistemas imunitários debilitados. Essas estirpes de bactérias começaram a sofrer mutações de forma que os antibióticos de que dispomos não terão efeito sobre elas. É lógico que se fortalecermos o nosso sistema imunitário, mais rapidamente conseguiremos curar a nós e ao planeta. Não me refiro apenas ao sistema imunitário do nosso corpo; refiro-me do mesmo modo ao sistema imunitário mental e emocional.

A cura traz dois resultados diferentes. A cura tem de ser um esforço de equipa. Se estiver à espera que o seu médico o cure, ele pode tratar os sintomas, mas isso não cura o problema. A cura representa o assumir da nossa unidade e, para atingir a cura, terá de formar uma equipa com o seu médico ou o seu técnico de saúde. Hoje em dia já temos médicos que fazem uma abordagem holística, isto é, não tratam apenas a nossa sintomatologia, mas sim o ser integral.
Temos vivido sob um sistema de convicções erróneo, não só a nível individual, como também a nível social. Muitas pessoas dizem que as dores de ouvido são uma doença de família. Outras dizem que sempre que andam a chuva se constipam, ou que se constipam todos os inver­nos. Também é corrente a ideia que quando alguém no escritório apa­nha uma constipação ficam todos constipados, porque aquilo pega-se. "Contagioso" é uma ideia que contagia.
As pessoas falam imenso nas doenças hereditárias. Eu não creio que seja bem assim. Eu penso que nós apanhamos sim os padrões mentais dos nossos pais. As crianças são muito subtis. Imitam os pais, mesmo ao nível das doenças. Se o pai contrai o cólon cada vez que se irrita, a criança consegue captar esse movimento imperceptível. Não admira que uns anos mais tarde, quando o pai tiver uma colite, a criança venha também a sofrer do mesmo. Toda a gente sabe que o cancro não é contagioso, mas por que motivo umas famílias são mais atacadas que outras? Porque os padrões de ressentimento são os mesmos nas famílias. O ressentimento acumula e acumula até que explode através da manifestação do cancro.

Precisamos aumentar o nosso nível de consciência para poder fazer opções conscientes e inteligentes. Há coisas que nos horrorizam (faz parte do processo do despertar), mas passada a fase primeira da indignação, podemos começar a fazer algo para resolver esses proble­mas. Em todo o Universo, desde a pedofilia à sida, à situação dos sem-abrigo e à fome, todos esses problemas requerem o nosso amor.
A criancinha pequena que é amada e apreciada tomar-se-á um adul­to forte e confiante. Se não insistirmos em dar cabo do planeta e dos seus recursos, a terra poderá sempre tomar conta de nós. Não vamos pensar nas nossas limitações do passado.
Vamos sim abrir-nos ao potencial desta década incrível. Podemos fazer com que os últimos dez anos deste século sejam um tempo de cura. Temos o Poder dentro de nós para limpar os nossos corpos, as nossas emoções e todas as confusões que temos andado por aí a armar. Basta olhar à nossa volta para ver tudo o que precisa ser cuidado. As opções de vida de cada um terão um impacto tremendo no nosso futuro e no do planeta.

O Bem Supremo

Aplique o seu método de crescimento pessoal ao planeta. Se for um activista do ambiente e se esquecer de si, não poderá alcançar o equilíbrio. Verificar-se-á o mesmo se pensar apenas no seu cresci­mento e esquecer o planeta.
Vamos então ver o que podemos fazer para atingirmos o equilíbrio pessoal e do ambiente. Sabemos que os nossos pensamentos moldam e criam a nossa vida. Não conseguimos ser coerentes com a nossa filosofia a 100 por cento, mas aceitámos uma premissa básica: se que­remos mudar o mundo que nos rodeia, precisamos mudar a nossa maneira de pensar. Se queremos mudar o mundo à nossa volta, precisamos mudar as nossas ideias, não podemos continuar com a sepa­ração entre eles e nós.
Se toda a energia que despendemos a lamentar-nos dos males deste mundo fosse canalizada para afirmações e visualizações positivas, po­díamos começar a virar os acontecimentos. Lembre-se que cada vez que utiliza a mente nessa direcção é uma oportunidade de se conectar com pessoas que experimentam a mesma vibração. Por outro lado, se quiser perder tempo com juízos, críticas e preconceitos sobre o próximo, a sua ligação estabelece-se com pessoas no mesmo comprimento de onda. Contudo, a meditação, a visualização da paz, o amar-se a si pró­prio, liga-o definitivamente às pessoas que se dedicam ao mesmo pro­cesso. Mesmo em casa, ou doente na cama, é possível ajudar a curar o planeta, apenas através do modo como utilizamos a mente - pratican­do a paz interior. Robert Schuller, das Nações Unidas, disse um dia: "A raça humana precisa de saber que merece a paz." É mesmo verdade.

Poderemos provocar uma alteração no nível de consciência, se conseguirmos alertar os nossos jovens para o que está a acontecer no mundo e conseguirmos indicar-lhes os novos caminhos a seguir. Trans­mitir aos nossos filhos o sentido dos esforços de conservação é uma forma de estes se assegurarem da importância do trabalho que está a ser desenvolvido. Embora um grande número de adultos não queira assumir a responsabilidade pelo que se passa no mundo, podemos assegurar aos nossos filhos que um número crescente de pessoas por este mundo fora está cada vez mais consciente dos efeitos a longo prazo da poluição global e que estão cada vez mais empenhados no combate para alterar essa situação. É maravilhoso se a própria família se envolver numa fundação ecológica, como o Greenpeace ou a Earthsave, e nunca é cedo de mais para começar a transmitir às crianças que te­mos de assumir a responsabilidade do bem do nosso planeta.
Recomendo a leitura do livro de John Robbins, Diet For a New America. Acho interessantíssimo que John Robbins, herdeiro da multinacional de gelados Baskin-Robbins esteja a fazer o melhor que sabe para a criação de um planeta holístico e pacífico. É maravilhoso saber que alguns filhos das pessoas que exploram a saúde da nação conseguem dar a volta e fazer coisas para ajudar o planeta.
Os grupos de voluntários também estão a assumir uma série de iniciativas em áreas onde o governo falha redondamente. Se o governo não resolve os problemas do ambiente, não vamos ficar de braços cruzados à espera. Temos de nos juntar ao nível das bases e partir para a acção. Todos podemos ajudar um pouco. Procure saber onde o seu apoio é mais necessário. Faça serviço de voluntariado onde puder. Se não puder dar mais, dê uma hora por mês. As forças que vão ajudar a curar o planeta andam no fio da navalha. Estamos num ponto tal em que ou caímos para um lado e vamos todos pelo esgoto abaixo, ou caímos para o outro e curamos o planeta. Esta questão não é lá com eles - somos nós, individual e colectivamente quem tem de fazê-lo.
Vejo uma multiplicidade de oportunidades para uma integração das tecnologias científicas do passado e do futuro com as verdades espirituais de ontem, hoje e amanhã. Chegou a hora de juntar esses elementos. Ao compreender que um acto de violência tem origem numa criança traumatizada, podemos combinar o nosso conhecimento e as tecnologias para ajudar as pessoas a mudar. Não eliminamos a violên­cia a lançarmo-nos na guerra ou a atirar com gente para as prisões, deixando-as lá a apodrecer. Pelo contrário, é no desenvolvimento da autoconsciência, da autoestima e do amor-próprio que podemos en­contrar a resposta. Os instrumentos para a transformação estão dispo­níveis. Só temos de usá-los.

Lazaris tem um exercício maravilhoso que eu gostaria de partilhar convosco. Escolha um lugar qualquer na Terra. Pode ser onde quiser - no canto mais remoto ou mesmo ao dobrar da esquina - um lugar que queira ajudar a curar. Visualize-o como um lugar de paz, com pessoas bem vestidas e alimentadas, a viver em segurança e em paz. Todos os dias pare um momento para fazer essa visualização.
Ponha a energia do seu amor ao serviço da cura do planeta. Você é importante. As partilhas do seu amor e de todas as dádivas magníficas dentro de si vão possibilitar o início da mudança da energia predomi­nante neste maravilhoso e frágil planeta azul e verde a que chamamos a nossa casa.

E assim é!

Louise Hay


*Trecho extraído de livro disponível na internet



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sábado, 22 de outubro de 2011

Exibição de "Marcelo Yuka no Caminho das Setas" em SP

(divulgação)


O documentário de longa-metragem de Daniela Broitman acaba de ganhar o Prêmio de Melhor Montagem no Festival do Rio.

Vejam sinopse e trailer:

Teremos mais quatro sessões do filme na Mostra de SP. Abaixo as datas de todas as exibições, cinemas e horários.

22 de outubro (sábado), 21h20
UNIBANCO ARTEPLEX 2
Rua Frei Caneca, 569 - Shopping Frei Caneca

23 de outubro (domingo), 18h20
ESPAÇO UNIBANCO AUGUSTA
R. Augusta, 1.475 - Consolação

24 de outubro (segunda), 18h40
ESPAÇO UNIBANÇO POMPÉIA 1
Rua Turiaçú, 2.100 - Bourbon Shopping

29 de outubro (sábado), 00h20
UNIBANCO ARTEPLEX 3
Rua Frei Caneca, 569 - Shopping Frei Caneca

31 de outubro (segunda), 14h00
RESERVA CULTURAL 1
Av. Paulista, 900 – Bela Vista

Aos 34 anos, Marcelo Yuka estava no auge do sucesso como baterista e líder da banda O Rappa, uma das mais importantes do cenário pop rock dos anos 90. Mas em novembro de 2000 sua vida mudaria radicalmente ao levar 9 tiros num assalto no Rio de Janeiro. O documentário de Daniela Broitman, acompanha a transformação do músico desde o incidente, revelando a irreverência e complexidade do Yuka homem, artista e ativista. O espectador compartilha de maneira íntima seus questionamentos em relação ao próprio corpo, mente e espírito, assim como sua nova produção musical e luta por justiça social e paz.

At age 34, Marcelo Yuka was at the height of his success as leader of O Rappa, one of the greatest bands on the Brazilian pop-rock scene in the 90s. But in November 2000, his life would change radically when he was shot 9 times during an assault in Rio de Janeiro. The documentary by Daniela Broitman, follows the musician's transformations since the incident, portraying his complexity as a man, artist and activist. Allowing an intimate glimpse at Yuka's doubts regarding his own body, mind and spirit, the film reveals his new music production and unceasing struggle for social justice and peace.



Fonte: "Facebook"


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Extraterrestres: Rapaz apedreja casa atrás de rádio imaginário


Desempregado apedrejou a casa da vizinha porque cismou que lá existia um rádio que recebe mensagens do espaço
21/10/2011 - 07h59

Um desempregado de 30 anos surtou e apedrejou a casa do vizinho, na noite desta quarta-feira (19), no Parque Itália, em Campinas. Ele estava em busca de um rádio imaginário que transmitia sinais de ETs. Ninguém ficou ferido, mas um vidro de uma porta lateral quebrou.

Segundo moradores, o jovem apareceu em frente da casa transtornado e exigia que o deixassem entrar. Ele queria quebrar um suposto rádio que estaria ligado. Segundo o jovem, os ETs usam o aparelho para enviar mensagens de que viriam buscá-lo.

Os moradores alegam que esta não é a primeira vez que o rapaz sonha com tal rádio do espaço. “Ele fala que quer quebrar o aparelho, só que aqui não tem nenhum rádio. Até a TV vemos em volume baixo”, disse a aposentada. Como o desempregado estava exaltado, foi preciso chamar a PM. Ele foi levado para a delegacia e liberado após depoimentos. A família vítima não representou contra o jovem, mas está assustada.

Segundo a vizinhança, o jovem mudou de comportamento há alguns anos, depois que a mãe e um irmão morreram. Hoje, ele vive com o pai. Depois do ataque, o rapaz não apareceu na casa dele e os próprios vizinhos estavam preocupados.

Fonte: RAC

Colaboração: Jansle Rocha (por e-mail)

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

David Icke: A Humanidade está despertando!








Para assistir com LEGENDA, logo abaixo do vídeo tem um "botãozinho" escrito  CC
deixe ele vermelho  CC  que aparecerá a legenda em português

Após reação alérgica, jovem aparenta ter 70 anos

Fato curioso

Aos 26 anos, Nguyen Thi Phuong aparenta ter 70 (Foto: Reprodução)


Uma vietnamita de 26 anos ficou com a aparência de uma idosa de 70 anos por conta de uma reação alérgica a frutos do mar, de acordo com o Daily Mail. O caso aconteceu em 2008 e permanece sem solução.

Nguyen Thi Phuong sofreu erupções que fizeram com que a pele do rosto, das mãos e do pescoço ficassem enrugadas. Ela tomou medicamentos para aliaviar os sintomas, mas não obteve êxito. Um médico local chegou a prescrever um remédio para dermatite, que provocou inchaço no rosto e urticárias.

Com o destaque do caso na imprensa, Nguyen passou a tratada por especialistas da cidade de Ho Chi Minh. Ainda não foi identificado o motivo do envelhecimento.



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sábado, 8 de outubro de 2011

Dolores Cannon: Revelações, Nova Terra, Frequências, Ondas Espirituais

(no comments)
Lilou Mace ------------------------------Dolores Cannon


Lilou Mace entrevista Dolores Cannon



(trecho dito no vídeo: a partir 21:00 minutos)

(deixando ou eliminando o karma)

Você deve se lembrar que quando veio para esta vida, assinou contratos com pessoas, talvez você não tenha se dado conta, mas essa é uma parto do seu plano quando vem à Terra.
Você traça um plano e faz contratos com pessoas diferentes, "isso é o que esperamos concluir desta vez".

Digo a elas que tudo o que precisam fazer é visualizar esta outra pessoa e dizer a ela:
"Nós tentamos, realmente tentamos, mas não funcionou"
e veja a si mesmo rasgando o contrato e jogando-o fora. E quando faz isso você diz:
"Eu te perdoo", eu te liberto, eu te deixo ir, você vai na sua direção com amor, eu vou na minha e nós não precisamos mais estar conectados.
E se fizer isso e realmente for sincero, a pessoa sairá da sua vida e não vai te perturbar mais.


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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Saiba que o dinheiro vem do nada

Apenas uma postagem para pensarem...



“Quanto maior for a mentira, mais pessoas acreditarão nela.”

DINHEIRO VINDO DO NADA:
Saiba a Verdade Sobre o Sistema Financeiro Mundial

Uma sociedade sem dinheiro vivo e os microchips são parte de uma ferramenta fundamental no controle da existência humana: o sistema financeiro mundial.

Pergunte às pessoas porque elas não estão dizendo ou fazendo o que realmente acreditam ser o correto e a resposta será medo. E uma das principais expressões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para sobreviver. Essa é a idéia: se você pode inflar artificialmente o custo das necessidades básicas como comida, moradia e vestuário, você pode pressionar as pessoas a servir o seu sistema. Quanto menos você precisa ganhar, mais escolhas você tem para viver a vida como achar melhor. E quanto mais você precisa, menos escolhas você tem.

Essa fraude é fundada na maior de todas as trapaças: o pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe. O fato de que nós, como um todo, toleramos isso, revela muito sobre a escala da clonagem mental coletiva que tem se espalhado neste planeta.

Os bancos controlados pela Elite estão emprestando legalmente (como de costume), dez mil dólares para cada mil que eles realmente possuem. É como se você possuísse cem dólares, mas emprestasse mil para os seus amigos e cobrasse juros por isso. Se cada um dos seus amigos exigisse dinheiro vivo, você não poderia fazer essa fraude funcionar, mas os bancos não têm esse problema porque a maioria das suas transações não envolve dinheiro vivo. Eles trabalham principalmente com "dinheiro" teórico: cheques e cartões de crédito. Se todo mundo fosse ao banco ao mesmo tempo para pedir o seu dinheiro de volta, os bancos acabariam falidos muitas vezes porque eles estão emprestando uma quantia muito maior do que eles têm depositado. Apenas uma fração do dinheiro que os bancos “emprestam” existe fisicamente.

A maioria das pessoas acredita que os bancos emprestam só o dinheiro que os clientes depositaram neles. Isso simplesmente não é verdade. O que os bancos emprestam é, em efeito... Nada. Quando você vai a um banco para fazer um empréstimo, sua conta é “creditada” com aquela quantia. Tudo que o banco fez foi digitar a quantia do seu empréstimo, digamos R$ 10.000, em um computador. Se o banco estivesse lhe emprestando o dinheiro dos clientes dele, as suas contas teriam que ser reduzidas em R$ 10.000 para permitir que você tivesse o empréstimo. Mas não são. Elas permanecem da mesma forma. Então, de onde apareceu essa misteriosa quantia de R$ 10,000?

Seu “empréstimo”, como com todo “empréstimo”, é conjurado do nada. São apenas figuras em uma tela de computador! E, a partir desse momento, você começa a pagar juros sobre um dinheiro inexistente. Mais que isso, este “dinheiro” fantasma é até mesmo registrado nas contas do banco como um “ativo”, e isto permite fazer ainda mais empréstimos do mesmo tipo.

A cada empréstimo, o prestatário fica em débito e os ativos oficiais do banco aumentam, apesar de nenhuma nova moeda ter sido cunhada e de nenhuma nova nota ter sido impressa. Tudo isso é uma ilusão. O que os bancos fazem é a atividade criminal mais lucrativa e mais destrutiva do planeta. Pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão mergulhados em dívidas, e freqüentemente são empurrados à falência por pessoas que não fazem nada além de digitar figuras em uma tela de computador e cobrar juros por elas.

Quantias fantásticas de “dinheiro” estão em circulação em forma de cheques e créditos de vários tipos, mas menos que dez por cento estão na forma de moedas e notas. Mais de noventa por cento dessas quantias não existe. O sistema está maciçamente falido e ele só sobrevive porque as pessoas são condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro” quando, na realidade, eles não são nada além de dados em um programa de computação sem nada para justificar esses dados.

Por mais que seja estarrecedor, esta é a forma como a vasta maioria do “dinheiro” é posto em circulação - não por governos imprimindo dinheiro vivo, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e cobrando juros por isso. Principalmente através de crédito. Isto significa que a maior parte do “dinheiro” usado para ser trocado por bens e serviços já é criado como uma dívida.

Nós ouvimos que inflação é causada por governos que imprimem muito dinheiro. Isso não é verdade. Os governos não imprimem o bastante! Noventa por cento do “dinheiro” posto em circulação é “criado” na forma de débito pela rede bancária privada controlada pela Elite Global. Isso é totalmente insano, e é por isso que a montanha de dívidas aumenta a cada minuto.

Um "boom" econômico (quando a produção e o consumo aumentam), simplesmente leva a mais empréstimos pelos bancos para aumentar ainda mais o consumo. Assim, nos "bons tempos" da economia, a quantidade do débito sobe a quantias colossais e isso eventualmente conduz aos tempos ruins, conhecido como depressão. Como os bancos têm o controle sobre a criação do “dinheiro” através dos empréstimos, eles decidem se vai haver um boom econômico ou uma depressão aumentando ou diminuindo a quantia de “dinheiro” que eles emprestam às pessoas. A diferença entre crescimento e depressão é só a quantia de dinheiro vivo ou crédito disponível para fazer compras. E como o sistema bancário é controlado pela Elite Global, esse minúsculo grupo exclusivo tem o controle sobre a economia de cada país e sobre as decisões dos "líderes" políticos e econômicos que, ou não entendem como o sistema bancário e a criação de dinheiro realmente funcionam (a maioria), ou estão trabalhando conscientemente com os que controlam o sistema.

Por causa desse passe de mágica, as dívidas das pessoas, dos negócios, e dos países alcançaram a terra do nunca, e a necessidade de pagar os juros é refletida no dinheiro que nós pagamos na forma de impostos, pela comida, pela vestimenta, por abrigo e etc. O Governo britânico gasta muito mais com juros por ano do que com educação e uma vez que você perceba como o sistema funciona, já não é mais surpreendente que os Estados Unidos estejam com uma dívida de trilhões e trilhões de dólares.

Olhe para o que acontece somente em uma transação. Digamos que o governo dos EUA queira pedir emprestado um bilhão de dólares para cobrir uma pequena queda na arrecadação. Ele emite uma nota do Tesouro ou fatura, um IOU em outras palavras, e a entrega ao Federal Reserve, um cartel de bancos privados controlados pela Elite Global. Os banqueiros então “criam” um bilhão de dólares a um custo desprezível para eles. A partir desse momento, os bancos começam a cobrar juros do governo (do povo) sobre um bilhão de dólares. E não é só isso, o pedaço de papel, o IOU, é contado agora como um “ativo” dos bancos e aparece nas contas deles como se eles na verdade possuíssem um bilhão de dólares em seus cofres. Isto significa que eles podem emprestar outros dez bilhões de dólares (no mínimo) de um “crédito” inexistente para outros clientes!

Todo mundo envolvido em um processo de produção seja ele o fornecedor de materiais, o produtor, a companhia de transporte, a loja, etc... Todos estão acrescentando um extra aos seus preços para cobrir a necessidade de pagar os juros do dinheiro não-existente que eles tomaram "emprestado". Até que você compre um produto na loja, o seu preço estará maciçamente inflacionado se comparado com o que ele precisa ser, porque cada fase do processo está pagando juros sobre um dinheiro que não existe. Nós estamos comprando três casas pelo direito de viver em uma porque dois terços do dinheiro (às vezes mais) que nós pagamos em uma hipoteca é somente para pagar os juros. Se você pegar um empréstimo de £50.000 para comprar uma casa com o Banco Nacional deWestminster da Inglaterra, você pagará de volta £152.000. Você comprará três casas para viver em uma. No folheto em que se explicava isso, eles tiveram a coragem de dizer: "Banco Nacional de Westminster - nós estamos aqui para tornar a vida mais fácil”. Muitíssimo obrigado, eu realmente não sei como agradecer.

Por toda parte as pessoas estão fazendo coisas que não têm nenhum desejo de fazer porque elas precisam pagar juros sobre um dinheiro que não existe. A Dívida do Terceiro Mundo, que está crucificando bilhões de pessoas dia após dia, deriva predominantemente de um dinheiro que não existe, nunca existiu, e nunca existirá. E nós ainda aceitamos isso!

É um truque, uma trapaça. Não é necessário. Ele está lá para nos controlar. É por isso que o sistema foi criado em primeiro lugar.

Apesar da óbvia insanidade deste roubo legalizado, nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros é essencial e que sem isso a economia mundial desmoronaria. Não é bem assim. A ditadura bancária global orquestrada pela Elite Global é que desmoronaria, e isso seria fantástico. Mas as pessoas que estão escravizadas pelo pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe, defendem o sistema e dizem que ele deve continuar! Hei! Guarda da prisão. Não ouse abrir essa porta. Você me ouviu?

O sistema de pagamento de juros não é uma proteção contra sofrimento econômico. Na verdade, ele é quem cria pobreza e desigualdade e permite a acumulação do poder global.

Diga-me uma coisa: o que aconteceria se, em vez de pedir emprestado um dinheiro inexistente à rede de bancos privados, nossos governos imprimissem o seu próprio dinheiro livre de juros e o emprestasse às pessoas também livre de juros, com talvez uma taxa bem pequena só para cobrir os custos da administração? Nós não seríamos mais capazes de comprar tudo o que precisamos? É claro que seríamos, e muito mais facilmente porque o custo de tudo seria menor. O custo de uma hipoteca cairia em dois terços se você não tivesse que pagar juros. Os sem-teto poderiam ser abrigados e nós não teríamos a visão grotesca de pessoas dormindo nas ruas porque não podem juntar bastantes pedaços de papel ou figuras não-existentes de computador para pagar por um abrigo adequado.

O dinheiro se tornaria o que foi planejado para ser: um meio de troca de contribuições para a comunidade, o qual suaviza as limitações da permuta. Somente com a introdução dos juros é que o dinheiro se torna um veículo para o controle, o qual é usado com um efeito devastador nos dias de hoje.

Ninguém ganha com o pagamento de juros, exceto os bancos da Elite Global. Ninguém perderia se o sistema fosse mudado, com exceção da rede bancária e daqueles que usam o dinheiro para ganhar mais dinheiro sem qualquer contribuição produtiva para o mundo. Os bancos, que têm saqueado e abusado da humanidade por tanto tempo, viriam abaixo e o papel dos sucessores deles seria construtivo, ao invés de destrutivo.

O falecimento do sistema de cobrança de juros pelos bancos é realmente tão terrível? Eu estou saltando de alegria só de pensar nisso. Não há nenhuma razão para que nós não possamos ter dinheiro livre de juros. Só está faltando vontade porque os políticos que poderiam por um fim nisso são controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que possuem o sistema bancário global, o qual brande o seu poder nas vidas das pessoas exigindo que elas paguem juros sobre um dinheiro que não existe. Olhe para os “diferentes” partidos políticos em seu país. Quanto deles estão propondo terminar com a cobrança de juros se forem eleitos?

Nenhum? Obrigado. E agora você sabe por que.

Dois presidentes dos Estados Unidos propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a fazer isso de uma maneira gradativa. Um era Abraham Lincoln e o outro era John F Kennedy. O Que mais eles têm em comum? Ah! É claro, ambos foram assassinados.

Uma importante pergunta que deve ser feita constantemente é: “quem se beneficia?”

Sempre que um político, economista, líder de igreja, jornalista, ou qualquer um está nós dizendo o que pensar, vale a pena fazer a pergunta: quem se beneficia se eu acreditar no que estão me pedindo para acreditar? A resposta invariavelmente o conduz para a real razão de você está sendo alimentado com essa linha de “pensamento".

Por exemplo: quem se beneficia se as pessoas acreditam que “milícias de extrema direita” estavam por trás do atentado à bomba em Oklahoma?

Resposta: Aqueles que desejam desacreditar as declarações das milícias sobre a Conspiração Global e aqueles que desejam justificar a introdução de leis mais autoritárias dentro dos Estados Unidos e, como o Presidente Clinton colocou 24 horas após o atentado: “um abrandamento nas restrições ao envolvimento das forças armadas na execução da lei doméstica”.


David Icke


Dica de leitura: (Alvorecer / Rui Palmela)







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