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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Ufologia: Relembrando o Caso Bete e Debora - abduzidas

(vídeo no final da matéria)

Em junho de 1986, ocorreu um interessante caso de abdução envolvendo duas primas, moradoras da Zona Leste de São Paulo

Introdução

Em junho de 1986, ocorreu um interessante caso de abdução, envolvendo duas primas que na época moravam na região de Jardim Fernandes, subdistrito de Vila Matilde, Zona Leste de São Paulo (SP). Bete, (22 anos) e a prima Débora (16 anos), costumavam ir, aos sábados, à uma danceteria, a Love Story. Elas eram amigas do dono do estabelecimento que as levava em casa ao final da noite. Em 14 de junho de 1986, elas foram ao baile constando que seu amigo não estaria presente naquela noite. Em função disso resolveram sair mais cedo afim de pegar o ultimo ônibus para casa. Por volta das 23:30 hs elas deixaram a danceteria e seguiram para o ponto onde esperaram por aproximadamente 20 minutos. Elas embarcaram no ônibus por volta das 23:50. Seguiram até o fundo do ônibus, tendo Débora sentado na janela.

Logo Débora percebeu um objeto luminoso de tons avermelhados aparentemente seguindo o coletivo. Bete não deu muita atenção imaginando tratar-se de um balão ou um avião. O objeto continuou sendo observado até o momento em que elas desceram do ônibus. Logo elas chegaram à rua onde Débora morava. Era uma rua sem saída com um grande campo de futebol ao fundo. Neste campo pairava silenciosamente um estranho objeto em forma de disco. Logo em seguida elas entraram na casa de Débora e foram dormir. Por alguns anos, Bete e Débora acreditaram que sua experiência se resumia apenas à observação do estranho objeto sobre o campo de futebol. Com o tempo ambas começaram a ter sonhos envolvendo seres de aspecto estranho, com grandes olhos negros. Elas revolveram então procur um ufólogo afim de investigar o que estaria causando estas lembranças.

A HIPNOSE EM BETE

Bete foi hipnotizada em 27 de abril de 1991 pelo experiente hipnólogo em Ufologia, Mário Nogueira Rangel, que posteriormente escreveu o livro Seqüestros Alienígenas - Investigando Ufologia com e sem Hipnose, publicado pela Revista UFO. Transcrevemos aqui, com autorização do autor, um trecho de sua obra, onde no capítulo 36, página 222, apresenta um resumo das lembranças de Bete, obtidas por meio de hipnose.

    "Comecei a regressão de idade ate que Bete vivenciou novamente os acontecimentos da referida noite. Ela reiterou que antes de chegarem a residência da prima, que era a ultima da curta Rua Mira, viram uma bola parada, a baixa altura, sobre um enorme campo de futebol próximo. Algo as atraia para lá. Não queria, mas alguma coisa fez com que caminhassem naquela direção. Inexplicavelmente surgiu um vulto no chão. Bete não conseguia pensar direito. Um estranho ser fez um sinal apontando para cima. Ele tinha 1,30 m, era feio, parecia um inseto grande, com enorme cabeça calva, braços finos e longos, dedos chegavam abaixo dos joelhos. Usava uma espécie de roupa colante de cor verde-musgo, que o cobria dos pés ate os pulsos e o pescoço. Seus olhos eram muito grandes e escuros. As mãos, extremamente feias, tinham estranha uma mistura de marrom, cinza e verde. Tinham quatro dedos, quase do mesmo tamanho, faltando o anular.

    O dedão era mais para cima, diferente dos nossos. Ela não vê unhas, mas havia uma película como teia de aranha entre a parte inferior dos dedos. Ajudei Bete, sob hipnose profunda, a sentar-se a frente de uma mesa. Inicialmente ela teve uma alucinação visual positiva, e imaginou que via uma excelente foto, supostamente tirada do rosto daquele ser. Determinei que imaginasse que eu tinha colocado um papel de seda sobre a mesma, e daí ela decalcou a foto, como estudantes estão acostumados a fazer com mapa. Como Bete é artista, ela fez um ótimo desenho a lápis, que supunha estar copiando. Usando a mesma técnica produziu em seguida outros desenhos da mão do ser e do OVNI redondo, visto de baixo e de lado.

    Continuando a narrar o acontecido, Bete informou que, impelidas por alguma força, elas se dirigiram a um cilindro de luz, que sugou primeiro Débora para dentro da nave, flutuando, em seguida ela mesma e depois esse ser. Chegaram  então a uma sala, de onde Débora foi conduzida por dois seres a outro local. Bete foi levada por três seres para uma sala próxima, onde, mesmo sem querer e sem conseguir reagir, foi deitada numa cama baixa e curta, presa ao chão por uma haste. Seus pés ficaram para fora. (um ser ficou ao lado de sua cabeça, outros dois permaneceram do outro lado, sendo que um deles operava um aparelho com tela pequena. Foi colocada uma pulseira no pulso de Bete, que supõe estar ligada a esse aparelho. Pegaram seu nariz e ela sentiu a narina direita dilatada.

    Um dos seres tinha na mão um fio fino e transparente, com um ganchinho numa das pontas, que agarrava um objeto redondo bem pequeno. Depois, sob hipnose, Bete desenhou esse instrumento. Anos depois, lendo Abduction Human Encounters with Aliens, escrito pelo professor de psiquiatria em Harvard, doutor John E. Mack, encontrei desenhos feitos independentemente por dois abduzidos hipnotizados por ele, Julia e Dave, reproduzindo exatamente o mesmo instrumento. Mandei, na ocasião, com copias à pessoas interessadas no Brasil e Estados Unidos, carta copias xerográficas sobre o assunto para o doutor Mack que acusou recebimento. Aquele ser introduziu o tubo na narina direita de Bete, que não queria deixar que isso ocorresse, mas não teve como impedir.

    O segundo ser a ajudou, o terceiro somente observava. Bete viu o desenho interno de sua cabeça numa tela parecida ao monitor de televisão, e percurso do tubinho até sua nuca. Acompanhou quando o mesmo ia sendo retirado de seu corpo, provocando sempre a referida pressão. Ao sair, Bete observou que uma pequenina peça ovalada com ponta, parecendo de cristal, já não estava presa a garra, concluindo que tinha sido deixada em sua cabeça. Sob hipnose desenhou o que viu na telinha.

    O Instrumento, portanto, penso eu, era um "porta-implante". Qua estive em Curitiba (PR) com o hipnólogo norte-americano Derrel Sims, vi com ele vários implantes introduzidos por ETs em pessoas que ele hipnotizou e posteriormente retirados cirurgicamente pelo doutor Roger Leir, seu companheiro de viagem, como já vimos. A Revista UFO publicou ampla reportagem sobre o assunto (veja o Caso Ulisséia). Um dos seres espetou algo dedão do PE de Bete, que supõe que dali retiraram amostra de sangue ou fizeram um implante? Ela não sabe como ficou descalça. Os três conversavam entre si, mas Bete não conseguia entender o que falavam. A pulseira foi removida de seu braço. O ser que estava na cabeceira fez com as mãos gesto que ela só entendeu quando foi repetido, indicando que se levantasse. Sem que ele dominasse seus pensamentos, como ocorreu com Nadia, ela sentou-se na cama e viu seus sapatos no chão.

    Ele então fez novo gesto para que ficasse de pé, ela calçou os sapatos, viu sua prima sendo trazida e foi levada para perto do cilindro de pelo qual subira a nave. Bete ainda perguntou quem eram eles e o que as duas estavam fazendo ali. Eles não responderam. Ela tinha a vaga impressão de que naquele momento foi instruída a não se lembrar de algo. Em nenhum momento os seres conversaram com ela, somente entre si, e nunca demonstraram qualquer emoção, mas a olhavam de maneira que considerou profunda, como se penetrassem nela. Ao final, um dos seres aproximou das primas e olhou fixamente para seus olhos, sem lhes falar nada. Instantes depois elas já estavam no campo, sem saber como desceram. O OVNI já tinha ido embora. Bete acha que recebeu uma instrução telepática para irem para casa, na qual entraram correndo. Ela sentiu muita sede e tomou dois copos de água e dois de suco de laranja. Ao final da hipnose regressiva, em que tomou conhecimento do que havia ocorrido, Bete teve intensos movimentos rápidos dos olhos (em inglês, REM ou rapid eyes movement)".

A HIPNOSE EM DÉBORA

A hipnose em Débora ocorreu poucos dias depois, em 5 de maio de 1991. Transcrevemos novamente, sob autorização, de um trecho do livro de Rangel sobre a hipnose em Débora:

    "Inesperadamente, Débora regressou dias depois, talvez por ET-interferência, e já em 05 de maio seguinte veio a minha residência com Bete, que não lhe havia contado nada sobre o recordado em sua regressão, para não influenciá-la. Claudeir estava presente e fez um completo vídeo documentário. Minha filha Luciana assistiu grande parte dos trabalhos. A regressão de Débora, cujo tipo sanguíneo é O positivo, caracterizou-se por um inicio não convencional, pois enquanto os procedimentos indicavam que estava sendo hipnotizada rapidamente, ela ria, em atitude volitiva, e no início não conseguia se lembrar com perfeição de alguns pormenores.

    Os depoimentos de ambas foram totalmente concordantes com pequenas diferenças: Bete descreveu a luz que viram como sendo branca e Débora disse que era de cor alaranjada, coberta por uma nevoa. Há pequena diferença de forma nos desenhos do OVNI feitos por elas. Quando estava subindo no cilindro de luz, Débora olhou para cima e viu três cabeças de extraterrestres a observando. Sob hipnose fez esse desenho, que depois Jamil Vila Nova aperfeiçoou, e que foi publicado em varias revistas.

    Ao chegarem, Débora foi separada da prima e conduzida pelo ser que as recepcionou no solo a uma sala cuja porta se abriu como a objetiva de uma maquina fotográfica. Essa sala estava enevoada em alaranjado, mas foi clareando. Lá havia um segundo ser e depois apareceu um terceiro, todos muito parecidos. Ela foi sentada numa cadeira com forma de ferradura, presa ao chão por uma haste metálica. Na sala havia muitos botões redondos e aparelhos semelhantes a pequenas televisões. Esses seres tinham olhos muito grandes e pretos, e em cada mão quatro dedos bem finos, enrugados e sem unhas, com películas entre a parte de baixo dos dedos. Pareciam descalços e seus pés eram muito feios. Havia dois pequenos furos no lugar do nariz. As orelhas eram coladas a cabeça enorme e calva, braços, pernas e pescoço eram finos e longos. Eles observaram com grande interesse a roupa dela, tocaram em seu rosto, cabelo, boca e dentes. Olharam detidamente as unhas das mãos e do pé direito, que descalçaram.

    Logo em seguida, uma garra metálica saiu do braço da poltrona e prendeu seu pulso esquerdo. Uma verdadeira algema automática. Um dos seres encostou em seu braço um aparelho em cuja ponta havia duas pequenas bolas transparentes, que se encheram de um lado com líquido branco (mencionado por outros) e do outro com líquido escuro, que ela supôs ser sangue, sem que ela tivesse sido perfurada. Próximo dela havia algo similar a uma tela de computador, onde aparecia a cadeira em que estava e o desenho em linhas irregulares e finas que ela imagina ser a representação de seu corpo. Uma criatura operava estes aparelho, parecendo que escrevia na tela palavras num alfabeto desconhecido. O ser a examinava, nervoso e bastante falador, e lhe ditava. Havia muitos botões e alavancas fáceis de enganchar com dedos compridos. Eles conversavam entre si movimentando as bocas sem lábios e sem dentes visíveis, numa linguagem que parecia ti-ti-ti (Irene compara com zi-zi-zi). Débora perguntou o que queriam e por que ela foi escolhida, sem obter resposta. O encosto da cadeira baixou e Débora ficou deitada, quando os seres examinaram e tocaram em seus olhos com enorme curiosidade. O mesmo ocorreu com Ulisseia. Depois disso as garras soltaram seu pulso e embutiram no braço da cadeira. Em certo momento ela subiu na cadeira e depois correu entre a aparelhagem, atrás dos seres, por quem sentia grande afeto, apesar de serem muito feios.

    Ela foi ate uma parede, perto da qual ficou paralisada, de frente para os seres. Um deles apontou-lhe algo parecido a uma arma, da qual saiu uma luz que fez desaparecer sua roupa, como se tivesse sido desintegrada, proporcionando condições para um pormenorizado exame. Foram feitos então toques nos seios, umbigo, vagina, que olharam por dentro apos separar os grandes lábios da vulva, coxas, pernas e pés. Um dos seres lhe deu uns tapas.

    Observaram também as costas e nádegas. Anteriormente eles tinham cortado e guardado um pouco de seu cabelo. Ao voltar para a cadeira, Débora já estava vestida, sem saber como. Apos o exame ela não viu mais os seres, que acionaram alguns botões, a porta se abriu, ela saiu e não viu a prima. Débora lembra-se que, em seguida, caminhava na rua, perto de sua casa, ao lado da Bete. Escorregou em uma valeta perto da Kombi de seu pai,

    Machucou-se um pouco, abriu a porta da casa na qual se apoiava uma cadeira que ela removeu, foram a cozinha onde comeram bolo, tomaram café com leite quente, Bete tomou algo que estava na geladeira.

    Não conversaram sobre os acontecimentos da noite, como costumavam fazer, e foram deitar-se na cama beliche - outros abduzidos contaram também que perderam o interesse em pesquisar o assunto durante anos e essa interferência mental não é prevista como crime por nosso Código Penal. Durante a regressão, Débora ficou emocionada varias vezes, chorou abundantemente e riu, saindo da hipnose com total amnésia, pensando ter dormido. Alguns minutos depois foi autorizada a recuperar a memória de tudo o que narrou, que lhe parece ter realmente ocorrido. Ela lembrou-se dos cinco desenhos que fez. Em fevereiro de 2000, soube que Débora supõe ter tido outro evento ufológico iniciado em seu quarto e já me ofereci para fazer nova hipnose".

IMPLANTE

Em vários casos de abdução, geralmente ocorridos nos Estados Unidos, foram localizados implantes nos membros superiores ou mais comumente nos membros inferiores dos abduzidos. Nos pés, geralmente eles estão posicionados nos dedos. Em alguns casos pesquisadores tiveram sucesso em extrair estes objetos e analisá-los posteriormente. Devido à recorrência de casos deste tipo, Mario Rangel solicitou que Bete fizesse exames com raios-x de seus pés. Ao realizá-los contatou-se que no dedão do pé direito haviam dois pequenos objetos metálicos posicionados em partes moles de Hálux.

DEPOIMENTO DA BETE

    “Eu e minha prima Débora fomos à uma discoteca num dia de sabado, no dia 14 de junho de 1986, e ao chegarmos la na discoteca nós iriamos nos encontrar com um amigo. Só que esse amigo não tinha ido naquele dia. Então nós tivemos que sair mais cedo da discoteca. Então, quando foi mais ou menos 23:30 da nrima porque ficava mais próxima da discoteca.

    Então nós saímos da discoteca e fomos pegar o ônibus. Nós ficamos no ponto do ônibus até mais ou menos 20 minutos esperando, e quando nós pegamos o ônibus, nós sentamos no banco de trás e nós fomos conversando né? Aí chegou um determinado momento que a minha prima, ela falou assim pra mim: Bete, olha aqui... que estranho aquela luzinha. Até  parece que está seguindo o ônibus, porque, nós olhamos pela janela do ônibus e a gente via aquela luzinha acompanhando o trajeto do ônibus. Até eu olhei assim pra ela e falei assim: ah, Débora, deve ser um avião, um balão, qualquer coisa assim.

    Aí deu até um alívio né?, que nós pensamos assim: ainda bem que isso aí foi embora, sumiu. Só que ao chegar lá na rua da casa da minha tia, que era uma rua sem saída, e no fundo tinha um campo de futebol enorme, né ? Aí quando nós chegamos lá nós nos deparamos com um objeto parado imóvel. É... ele estava assim, a mais ou menos a uns 5 metros de altura assim. Aí passou-se alguns anos né? A minha prima foi morar na Inglaterra e eu continuei morando aqui em São Paulo. Só que ela na Inglaterra começou a ter lembranças e imagens de seres e eu também comecei a ter lembranças, né? De seres. Aí nós resolvemos procurar um ufólogo. Aí foi quando nós fizemos a regressão de memória. Aí a gente conseguiu lembrar o que aconteceu quando a gente viu aquela luz parada lá no campo de futebol. E essa luz, ela, quando nós fizemos a regressão nós conseguimos nos lembrar o que tinha acontecido. E o que aconteceu foi o seguinte: quando nós nos deparamos com essa luz no campo de futebol, do objeto saiu da parte central dele, uma luz e pra frente tinha um ser, no chão, e outro mais perto desse cone de luz. E quando nós vimos aquilo nós nos sentimos hipnotizadas a ir em direção daqui, daquele objeto, daqueles seres. E nós fomos caminhando mesmo contra nossa vontade. Era como se algo assim nos chamasse. Aí nós entramos nesse cone de luz e a gente subiu flutuando no ar e entramos dentro do objeto e tinha mais outros seres lá dentro. Dois pegaram e conduziram minha prima para uma outra sala e outros dois me conduziram para outra sala. E nessa sala eles me deitaram numa espécie de cama baixinha sem nenhum outro apetrecho. E eu queria sair dali. Eu queria me movimentar, sair dali, mas eu não conseguia sair dali. Eu estava me sentindo assim apavorada de estar naquele local.

    Ai esse que estava do meu lado se aproximou com uma espécie de fio, com um ganchinho na ponta com uma esfera pequenininha, do tamanho de um alfinete e ele foi se aproximando da minha narina. E quando eu vi ele se aproximando com aquilo eu fui ficando assim apavorada, porque da forma como ele veio eu senti que ele ia colocar no meu nariz. Aí ele foi se aproximando e foi colocando. E interessante que eu estava paralisada. Eu não conseguia me mexer. Aí ele foi colocando aquilo no meu nariz e tinha essa telinha que ficava mais ou menos numa posição de frente pra mim. E eu fui vendo. Aparecia o contorno da minha cabeça e o percurso daquilo que foi fazendo até mais ou menos aqui na base da minha nuca.

    A bolinha ficou no meu corpo e depois de alguns anos, depois que eu fiz a regressão de memória que eu fiquei sabendo que isso tinha ficado dentro de mim, eu fiz uma ressonância magnética para saber se o objeto ainda estava dentro de mim. Só que o objeto já não estava".

Neste depoimento, Bete refere-se ao implante colocado em sua cabeça durante a abdução ocorrida em 14 de junho de 1986.

O terreno em que as primas Bete e Débora foram abduzidas, na periferia da cidade de São Paulo (SP). Na ocasião havia menos casas na região, mas o duplo sequestro se deu em um bairro muito populoso
Foto do terreno em que as primas Bete e Débora foram abduzidas. Na época havia menos casas na região
Representação do objeto discóide observado pelas primas em 14 de junho de 1986
Os tripulantes do disco voador que sequestrou Bete e Débora, baseado no desenho acima e nos depoimentos de Bete e Débora, aprimorados por Jamil Vila Nova.
O desenho que Bete fez das criaturas que a sequestraram. A semelhança com o que foi descrito por Débora não deixa dúvidas. Até mesmo as membranas entre os dedos foram desenhadas.
Desenho realizado por Débora
Um dos seres tinha na mão um fio fino e transparente, com um ganchinho numa das pontas e o introduziu na narina direita de Bete. Ela viu o interior de sua cabeça num monitor de televisão.
Raio-X do pé de Bete onde observa-se dois objeto metálicos nas proximidades do dedão.



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