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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Avião faz manobra brusca para não bater


O que achei interessante nisso é que o avião desviou, mas de qual objeto?...


Segundo TAM, piloto mudou de rota perto de Congonhas após alarme do TCAS



Valéria França, Bruno Tavares - O Estado de S.Paulo

Os 171 passageiros que estavam, no fim da tarde de ontem, no voo JJ 3717, da TAM, tomaram um grande susto. O avião, que havia partido de Brasília, já estava próximo do Aeroporto de Congonhas, na zona sul, no início do procedimento de descida, quando o piloto fez uma manobra brusca e inesperada. Ele mudou de rota para não colidir com outra aeronave, que os aparelhos de segurança indicavam que estava a caminho.

Todo avião é equipado com um TCAS, dispositivo feito para evitar colisões. É uma espécie de sensor que dispara um alarme quando detecta outra aeronave na mesma rota, em sentido contrário. "O comandante seguiu os procedimentos de segurança prescritos para essas circunstâncias e informou os passageiros do ocorrido", disse a TAM, em nota.

O piloto estava no comando de um Airbus 320, o mesmo modelo que atravessou a pista de Congonhas e se chocou contra o prédio da TAM, na Avenida Washington Luís, em julho de 2007, matando 199 pessoas.

Esse tipo de aeronave chega a uma velocidade de cruzeiro de 840 km/h. Mesmo em velocidade mais baixa, já de aproximação, uma manobra de emergência acaba sendo brusca.

As aeromoças que ainda circulavam na aeronave chegaram a perder o equilíbrio e caíram. A Assessoria de Imprensa da TAM não sabia informar, no fim da noite de ontem, que tipo de aeronave estava na mesma rota.

A torre de controle de Congonhas não registrou qualquer incidente aéreo ontem. A Aeronáutica afirmou que está fazendo um levantamento sobre o episódio. O avião pousou sem problemas na pista de Congonhas, às 18h52.


Para lembrar
Para o Ministério Público Federal de Mato Grosso, a inoperância do sistema anticolisão (TCAS, na sigla em inglês) causou o choque entre o Boeing da Gol e o jato Legacy, em 29 de setembro de 2006, provocando a morte de 154 pessoas.
De acordo com denúncia do MP, complementada em maio do ano passado, os pilotos do Legacy não ligaram o sistema em nenhum momento do voo.

Para a Agência Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos, 16 fatores contribuíram para o acidente. A inoperância do TCAS foi apontada como resultado do desligamento involuntário do transponder do Legacy - equipamento que emite um sinal captado pelo radar de controle de tráfego aéreo.

Segundo informações prestadas pela FAB, não foram encontrados erros de projeto ou de integração nos equipamentos de comunicação, transponder e TCAS do Legacy.


Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100625/not_imp571830,0.php

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