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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Nova Terra: Ponto Zero e a Mudança de Eras


"Ciência Prova a Visualização Criativa"


Ponto Zero e a Mudança de Eras


Profecias ancestrais e tradições indígenas anteviram o fenômeno. Mas agora, para surpresa de muita gente, é a própria ciência que começa a reconhecer importantes mudanças no campo magnético e na freqüência vibratória da Terra. O ápice do processo, segundo especialistas, deverá ocorrer em alguns anos e provocará a inversão do sentido da rotação do planeta e a inversão dos pólos magnéticos.

Este texto é baseado em informações do norte-americano Gregg Braden, um geólogo, anterior analista de sistemas e engenheiro aeroespacial, também um guia de peregrinações a lugares sagrados, que faz conferências e workshops multimídia sobre as mudanças para o Ponto Zero (The Shift – Zero Point). Braden trabalha a partir da interface ciência-espiritualidade e é autor de diversos livros e vídeos, um com o tema Despertando para o Ponto Zero – a Iniciação Coletiva (Awakening to Zero Point – The Collective Initiation), nos quais aborda o fenômeno do deslocamento ao ponto zero e suas possíveis conseqüências, bem como sobre o Cinturão de Fótons e outros eventos. Ele viaja pelos Estados Unidos e outros países mostrando com provas científicas que a Terra vem passando por uma desaceleração na sua rotação e, ao mesmo tempo, por um aumento na sua freqüência ressonante.

As apresentações de Braden tratam de:

- Como mudar o padrão que determina como e por que você ama, tem medo, julga, sente e fere;

- A fonte exata, a causa e mecanismos das dramáticas mudanças que se pode estar experienciando, tais como, mudanças radicais nos padrões de sono e estados de sonho, nas percepções da aceleração do tempo e a intensificação de emoções e relacionamentos;

- A ligação direta entre o que se sente e como o corpo codifica informação genética; como acessar a alteração genética humana através da mudança da emoção.

"Como testemunhas científicas de eventos sem pontos de comparação, antigas tradições dizem que a tabela de tempo está intacta; os eventos de mudança estão acontecendo agora. Cada evento carrega consigo uma mensagem similar e é um subproduto de alguma coisa muito mais significativa do que o evento em si. Durante momentos chave na história da humanidade, sabedoria foi oferecida permitindo indivíduos experienciarem rápida alteração sem medo. Este é um desses momentos. Estamos vivendo a conclusão de um ciclo começado perto de 200.000 anos atrás e um processo de iniciação que foi demonstrado há 2.000 anos" – Gregg Braden.

O Ponto Zero – É tanto um ciclo de tempo, quanto uma experiência de vida. Como os ciclos geofísicos convergem para um ponto no tempo, condições únicas são criadas na Terra marcadas em lugares sagrados ao longo da história. Indicativos incluem o aumento da freqüência de base e a diminuição do campo magnético da Terra. A Iniciação Coletiva é a resposta cultural às condições de Ponto Zero, permitindo fácil acesso a estados de consciência superiores. Culturas anteriores registraram esses eventos passados oferecendo um mapa-guia para o presente. Essa é uma mensagem de esperança e compaixão. Quando a Terra perder por completo a sua rotação e a freqüência ressonante alcançar o índice de 13 ciclos (13 Hz), estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético. A Terra ficará parada e após dois ou três dias começará a girar novamente, mas na direção oposta. Isso produzirá uma total reversão nos campos magnéticos terrestres, que deverá ocorrer até 2012 e marcará a Mudança das Eras.

Elevação da freqüência de base – A freqüência de base da Terra, ou pulsação, chamada Ressonância Schumann (RS), está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas, durante décadas a média foi de 7,83 a 8,6 ciclos/segundo. Essa medida já foi considerada uma constante e comunicações globais foram desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. Recentes relatórios mostram que a partir dos anos 80 e 90 a freqüência se dirige para uma taxa de 11 a 13 ciclos (hz). Especula-se que a tendência seria seguir as taxas da Freqüência Fibonacci. A ciência não sabe por que isso acontece, nem o que fazer com essa situação. Gregg Braden encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto, que não é amplamente tratado nos Estados Unidos. Uma referência à RS foi encontrada na Biblioteca de Seattle relacionada à meteorologia. A ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de temperatura e condições amplas de clima. Braden acredita que a RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das severas tempestades e enchentes dos últimos anos.

Ressonância Schumann – A Terra se comporta como um capacitor, armazenando e liberando carga elétrica em intervalos específicos. Assim, a Terra pulsa num determinado ritmo, mensurável como ciclos ou batimentos por segundo, ou Herz (Hz), que significa o número completo de ondas passando por um determinado ponto numa unidade de tempo (segundos), por exemplo, 10 ondas passando um ponto fixo, seriam 10 ciclos por segundo, ou 10 Hz. O físico alemão W. O. Schumann formulou que a Terra é cercada por um campo magnético que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, camada da atmosfera, a cerca de 100 km acima da superfície da terra. Esse campo possui uma ressonância, como um espelho, respondendo às excitações elétricas da base da Terra, daí o nome de Ressonância Schumann (RS). Funciona como um marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum a todas as formas de vida no planeta. A carga na "cavidade" eletromagnética entre a superfície do planeta e o limite interior da ionosfera é de 500.000 C (Coulumbs). Existe uma corrente de fluxo vertical entre o chão e a ionosfera de 1 a 3x 10-12 ampéres por m2. A resistência da atmosfera é de 200 Ohms. O potencial de voltagem é de 200.000 Volts. Aproximadamente mil tempestades luminosas acontecem a todo o momento no mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 ampére, e elas juntas contribuem para a medida total do fluxo da corrente na "cavidade eletromagnética" da Terra. A Ressonância Schumann são ondas eletromagnéticas quase estáticas que existem nessa cavidade. Como ondas de uma mola, elas não estão presentes o tempo inteiro e têm de ser estimuladas para serem observadas. Elas não são causadas por nada que acontece no interior da Terra, sua crosta ou seu núcleo. Parecem estar relacionadas à atividade elétrica na atmosfera, particularmente em períodos de intensa atividade luminosa. Ocorrem em diversas freqüências, entre 6 e 50 ciclos p/s, especificamente 7, 8, 14, 20, 26, 33, 39 e 45 Hertz, numa variação diária de +- 0,5 Hertz.

Manchas solares – Enquanto as propriedades da cavidade eletromagnética da Terra permanecerem iguais, essas freqüências também ficam inalteradas. Presume-se haver uma mudança devido ao ciclo da mancha solar, já que a ionosfera da Terra responde ao ciclo de 11 anos de atividade solar. As RS são observadas mais facilmente entre 2.000 e 2.200 UT. Visto que a atmosfera suporta uma carga, uma corrente e uma voltagem, não é surpresa encontrar tais ondas eletromagnéticas. As propriedades ressonantes dessa cavidade terrestre foram estudadas por Schumann e Konig entre 1952 e 1957. Nicola Tesla também já as conhecia. A primeira representação espectral desse fenômeno foi preparada por Balser e Wagner em 1960. Os geofísicos consideram a Ressonância Schumann como sendo o batimento cardíaco da Terra. Informações técnicas se encontram no livro Handbook of Atmospheric Electrodynamics de Hans Volland, Vol.1 (CRC Press, 1995). O capítulo 11 inteiro trata da Ressonância Schumann, escrito por Davis Campbel, do Instituto Geofísico da Universidade do Alasca.

Campo magnético da Terra decrescente – Para exemplificar, se pega uma barra de ferro, densa, sem propriedades magnéticas, nela enrolamos um fio condutor e passamos uma carga elétrica pelo fio em qualquer direção – a barra de ferro não magnética fica magnetizada, cria um campo magnético com dois pólos. Mas, se invertermos a carga elétrica pelo fio ao redor da barra de ferro, mantida na mesma posição, o campo magnético se anula e se cria um outro campo magnético na barra com a natureza positiva e negativa dos pólos invertida, pela simples alteração do fluxo dos elétrons pela barra de ferro na mesma posição. Os campos magnéticos da Terra resultam da sua rotação em torno do seu eixo imaginário. Na ausência dessa rotação, os campos magnéticos resultam em 0 (zero), ou seja, a Terra experiencia um magnetismo nulo. Ao voltar à rotação, em sentido contrário, novos campos magnéticos se criam, com polaridade oposta de antes. Elétrons (eletricidade) movendo-se em sentido circular ao redor de um corpo fixo de ferro produzem o fenômeno do magnetismo – a força eletromagnética. O corpo físico da Terra possui quatro camadas de matéria, zonas com diferentes temperaturas, pressão, densidade e tipos de materiais e componentes (ferro, níquel). O núcleo interno de ferro e níquel se assemelha ao exemplo da barra de ferro. O movimento de elétrons ao redor de um núcleo estacionário de ferro (núcleo da Terra) produz o efeito do campo magnético. O planeta Terra funciona como um gigantesco dínamo. A rotação da Terra em torno do seu eixo com o núcleo de ferro/níquel produz um campo magnético proporcional e também uma carga elétrica. O campo magnético é mensurável por uma unidade chamada Gauss (que mede a densidade do fluxo magnético). Quanto mais rápida a rotação, maior a intensidade e densidade do campo magnético. Quanto mais lenta a rotação, menor a intensidade e densidade do campo magnético. O que está acontecendo agora é que o magnetismo planetário está decrescendo. Pesquisas geológicas detectaram que isso já aconteceu em eras anteriores. Esses registros geológicos indicam que os campos magnéticos da Terra sofreram mudança pelos menos 14 vezes nos últimos 4.5 milhões de anos e também que a intensidade dos campos está 38% menores do que há 2.000 anos atrás. Medições indicam que declinou uma média de 6% para cada 100 anos. Então, Enquanto a taxa de pulsação está crescendo, o campo de força magnética está declinando. De acordo com o professor Banerjee, da Universidade do Novo México, o campo reduziu sua intensidade à metade nos últimos quatro mil anos. E como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução desse campo de força, ele acredita que outra inversão deve estar acontecendo. Braden afirma que os registros geológicos da Terra, que indicam inversões magnéticas, assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente, mas muito poucas devem ter ocorrido ao longo da história do planeta.

Impacto sobre o planeta – Gregg Braden costuma tranqüilizar que estas informações não devem amedrontar as pessoas. Ele acredita que devemos estar preparados para as mudanças planetárias que irão introduzir uma Nova Era de Luz para a humanidade: iremos além do dinheiro e do tempo e os conceitos baseados no medo totalmente dissolvidos. Braden lembra que o Ponto Zero, a Mudança das Eras, vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. Ao longo da história do planeta tem acontecido muita transformação geológica importante, incluindo as que ocorrem a cada 13.000 anos, precisamente na metade dos 26.000 anos de Precessão dos Equinócios, que equivale a uma revolução completa do nosso Sol em torno do Sol Central da nossa galáxia. O Ponto Zero ou a inversão dos pólos magnéticos, provavelmente acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se com o biorritmo de quatro ciclos da Terra que ocorre a cada 20 anos. Afirma-se que depois do Ponto Zero o Sol nascerá no Oeste e se porá no Leste. Ocorrências anteriores desse mesmo tipo de mudança foram encontradas em registros ancestrais.

Reflexos na vida humana – Gregg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade de regular o sistema imunológico e a percepção do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sonhos intensos. Ele associa uma série de conceitos de ordem esotérica aos processos geológicos e cosmológicos relacionados ao Ponto Zero. Para Braden, cada ser humano está vivendo um intenso processo de iniciação, o que ele chama de Iniciação Coletiva. O tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero, devido ao aumento da freqüência vibratória do planeta: 16 horas agora equivaleriam a um dia inteiro de 24 horas, daí a sensação psico-mental ser de 12 horas o equivalente a 24 horas e muitos dizerem que o tempo está passando rápido. Durante o fenômeno da mudança, aponta ele, a maior parte da tecnologia que conhecemos deverá parar de operar. Exceções poderiam ser com aparelhos de tecnologia baseada no Ponto Zero ou Energia Livre, como preconizado por Nicola Tesla. A inversão causada pelo Ponto Zero nos colocará na Quarta Dimensão, então tudo que pensarmos ou desejarmos se manifestará quase instantaneamente. Portanto, a intenção, o propósito, passará a representar um papel de suma importância na vida humana.

Um novo ADN (DNA) – Para Braden, nosso corpo físico vem mudando à medida que nos aproximamos do Ponto Zero. Nosso ADN estaria sendo ampliado gradativamente para doze fitas em sua hélice, ao mesmo tempo em que um novo Corpo de Luz se criaria. Em conseqüência nos tornaríamos mais intuitivos e com maiores habilidades curativas. Ele afirma também que todas as doenças dos anos 90, incluindo a AIDS, desaparecerão. Nossos olhos ficariam como os de um gato, para se ajustarem à nova atmosfera e nível de luz. E todas as crianças nascidas depois de 1998 provavelmente estão vindo com capacidades telepáticas. O Calendário Maia, Braden destaca, prevê todas as mudanças que estão ocorrendo agora. Seus textos afirmam que estamos indo além da tecnologia e voltando aos ciclos naturais: os da Terra e os do Universo. Por volta de 2012 entraríamos então na Quinta Dimensão, depois do salto para a Quarta, que deverá ocorrer no próprio Ponto Zero. Assim, a realidade tridimensional não existiria mais aqui.


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