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terça-feira, 18 de maio de 2010

INTERNAUTAS: CONHEÇAM SEU PODER!

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OMS QUER CONTROLAR INTERNET DEPOIS DA VITÓRIA DOS INTERNAUTAS NA QUESTÃO DA VACINA ?

Reuni aqui alguns artigos tirados da grande mídia para que o internauta tenha uma noção da repercussão da sua cyberação, enfocando como exemplo a questão da vacina imposta ao mundo pela OMS. Depois do texto mais recente sobre a pretendida tentativa de taxar as atividades online em favor da $$$aúde, postei outros que revelam que pouco antes dessa decisão, a OMS demonstrava estar um tanto perturbada com a ação massiva dos internautas que acabou redundando numa confissão de erro por parte da organização, coisa que precisa ainda de muita investigação. Mais abaixo, por fim, um último artigo tratando do poder político das redes, Facebook, twitter etc. Portanto, meus caros, não subestimem seu poder e o poder da Internet. "Somos muitos e 'eles' são poucos"...

A seguir:

Como se a OMS já não estivesse fazendo estrago o suficiente. Desta vez, a OMS - Organização Mundial contra a da Saúde está considerando um plano para pedir aos governos para imporem impostos globais aos consumidores tais como imposto sobre atividade na internet ou imposto sobre transações financeiras (sendo que exemplificam com o CPMF do Brasil).


No relatório entitulado "Saúde pública, inovação e propriedade intelectual: Relatório do Grupo de Trabalho de Peritos sobre financiamento de pesquisa e desenvolvimento da Estratégia Global sobre Saúde Pública, Inovação e Propriedade Intelectual", é discutido um esquema de financiamento que poderia levantar "dezenas de bilhões de dólares" para a unidade de saúde pública das Nações Unidas, a partir de uma ampla base de consumidores, que passariam a ser usados para transferir pesquisas de drogas, desenvolvimento e capacidade de manufatura, entre outras coisas, ao mundo em desenvolvimento.


Para mim, me cheira mais a uma forma de controlar e dificultar o acesso à internet e encher os bolsos desta máfia.


O dito Grupo de Especialistas da OMS sugeriu também pedir aos países ricos dispor parcelas fixas de seu produto interno bruto para financiar a transferência de pesquisas a nível mundial e desenvolvimento, e bem como pedir às nações em desenvolvimento com dinheiro, como China, Índia ou Venezuela a entrar com o restante do dinheiro.


Isto acrescentaria bilhões em fundos adicionais para os cuidados de saúde internacional para o futuro - 7,4 bilhões dólares anuais dos países ricos, e 12 bilhões de nações de baixa e média renda.


Mas as idéias de tributação são as que chamam mais atenção. O painel de peritos cita vários exemplos possíveis. Entre eles:


- Um imposto de 10% no mercado do comércio de armas, o que resultaria em 5 bilhões de dólares por ano


- Imposto digital ou "Imposto do bit": o tráfego na internet é imenso e irá provavelmente aumentar rapidamente. Esta taxa traria bilhões de dólares de uma ampla base de usuários.


- Taxa sobre transações financeira, CPMF - Contribuição Provisória Sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira: um imposto sobre transações bancárias, fixado em 0,38% e cobrado sobre pagamento de contas on-line e saques, que levantava uma estimativa de 20 bilhões de dólares por ano.


O painel conclui que "os impostos vão proporcionar uma maior segurança ao invés de contribuições voluntárias," e o relatório insiste para que o conselho executivo da OMS promova todas as alternativas, e ainda outras mais, para apoiar a criação de coordenação de inovações e pesquisas de saúde globais e um mecanismo de financiamento para a revolução esperada na pesquisa médica, desenvolvimento e distribuição.


O grupo de peritos chamado "Expert Working Group on R&D financing" conta com o brasileiro José Carvalho de Noronha que é atualmente funcionário da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), um dos principais centros de pesquisas de vacinas no Brasil.
Realmente não me surpreende.


Fontes:


http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/oms-pretende-criar-imposto-global-sobre.html




Fox news: U.N.'s World Health Organization Eyeing Global Tax on Banking, Internet Activity
Relatório Executivo: Public health, innovation and intellectual property: Report of the Expert Working Group on Research and Development Financing


http://www.foxnews.com/world/2010/01/15/uns-world-health-organization-eyeing-global-tax-banking-internet-activity/





OMS acusa novas mídias de atrapalharem comunicação sobre gripe H1N1
13:55 | 13 de Abril de 2010




GENEBRA (AFP) - A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta terça-feira que as novas mídias, como o Twitter, blogs e e-mails, prejudicam a informação sobre a gripe H1N1.


"Houve informações, rumores, muita especulação e críticas em inúmeras mídias", afirmou, em Genebra, o conselheiro especial da OMS para as gripes, Keiji Fukuda, em relação às dificuldades encontradas na comunicação sobre a pandemia.


"A mídia tradicional transmitiu as informações das autoridades, assim como os debates, as dúvidas e as polêmicas em torno da nova gripe, assim como as novas mídias, como a internet, twitter, os blogs e os e-mails", afirmou.


"É muito difícil corrigir as ideias erradas uma vez elas circulem pela internet e redes sociais", declarou por sua parte um ex-chefe de doenças contagiosas da OMS, David Heymann.


No entanto, segundo um estudo apresentado nesta terça-feira em um congresso de especialistas em doenças infecciosas em Viena, o Twitter poderá servir de sistema de alerta precoce em caso de epidemia.


Um comitê de especialistas iniciou na segunda-feira, em Genebra, um exame sobre a gestão internacional da gripe H1N1 que fez a OMS ser alvo de inúmeras críticas.


"Queremos saber o que funcionou bem. Queremos saber o que não funcionou e por que. Queremos saber o que poderia ser melhorado e como", explicou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, na abertura dos debates.


O comitê, formado por 29 especialistas de 28 países, é uma resposta da OMS às acusações segundo as quais a organização exagerou a ameaça da primeira pandemia do século XXI influenciada pelos laboratórios farmacêuticos o que levou seus 193 países membros a comprar muito mais vacinas que o necessário.


Os especialistas, que devem entregar seu primeiro informe provisório antes de maio, abordaam uma questão crucial: a dificuldade de avaliar a virulência de uma enfermidade contagiosa em termos de mortalidade e não apenas por sua expansão geográfica.


Em junho de 2009, dois meses depois de sua descoberta no México e Estados Unidos, a OMS declarou que este novo tipo de gripe era uma pandemia, baseando-se em sua rápida progressão.


O vírus H1N1 causou 17.700 mortos confirmados em laboratório em mais de 200 países e territórios, segundo a OMS, uma cifra muito inferior ao número de mortos causados por uma gripe tradicional.






http://veja.abril.com.br/agencias/afp/veja-afp/detail/2010-04-13-997506.shtml








OMS admite falha na gerência da crise relativa à gripe A


A Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu pela primeira vez que falhou na gerência da crise envolvendo a gripe suína e em sua estratégia para lidar com a primeira pandemia de influenza em 40 anos. Nesta segunda-feira (12), em Genebra, o Brasil deu o tom nos debates e sugeriu que a entidade redefina critérios para estabelecer a severidade de futuras pandemias e o impacto das medidas adotadas pelos países para lidar com surtos.


A proposta foi apresentada no primeiro dia de reuniões da entidade máxima de saúde em Genebra para começar a revisão da pandemia e gripe suína. Um ano após o primeiro surto, a OMS iniciou uma reavaliação completa do que seria uma pandemia e como deve reagir em futuros casos.


Criticada por supostamente ter sido influenciada pelo setor farmacêutico e por ter criado desnecessário pânico ao declarar a pandemia, a OMS tenta restabelecer sua credibilidade, em um processo que promete ser longo. A diretora da entidade, Margaret Chan, garantiu que o processo de revisão será real. "Queremos saber o que ocorreu de errado e por quê", disse. A entidade iniciou um trabalho com um grupo de 29 especialistas de todo o mundo estude formas de revisar a forma de lidar com pandemias.


O processo de revisão deverá levar um ano e poderá obrigar a OMS a adotar novos critérios para declarar uma pandemia. O próprio uso da palavra poderá ser modificado, assim como a relação com empresas como a GlaxoSmithKline e a Sanofi-Aventis, que lucraram milhões com a venda de remédios em 2009.


Confira mais detalhes no Caderno Viva Bem da edição impressa de terça-feira (13).


http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/oms-admite-falha-gerencia-crise-relacao-gripe-suina-997334.shtml


http://www.diariopopular.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?id=6¬icia=16740


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SOBRE O PODER DO INTERNAUTA


Redes sociais alteram equilíbrio de poder na Indonésia
Por NORIMITSU ONISHI


JACARTA, Indonésia - Descontentes com a instalação de uma estátua de Barack Obama aos dez anos de idade numa praça de Jacarta, os indonésios levaram seu protesto não às ruas, mas ao Facebook. Após queixas de mais de 56 mil manifestantes on-line, as autoridades municipais cederam aos argumentos de que o parque deveria homenagear um indonésio.


Esse exemplo de organização comunitária de alta tecnologia foi o resultado direto da explosão das redes sociais na Indonésia. Mas o boom está gerando um acirrado debate sobre os limites da liberdade de expressão na jovem democracia local. O governo tenta regulamentar o conteúdo da internet, e a fortalecida imprensa local reage.


Defensores de uma maior liberdade veem as redes sociais como uma ferramenta vital para democratizar ainda mais o sistema político frequentemente corrupto do país. Céticos, especialmente entre políticos e líderes religiosos, se preocupam com o domínio das massas e a perda de valores tradicionais.


No lance mais recente, o governo propôs uma lei que obrigaria provedores de internet a filtrar o conteúdo. O projeto foi abandonado diante dos estrondosos protestos on-line e na grande imprensa.


Graças aos celulares relativamente baratos que oferecem acesso à internet, o Facebook, o Twitter e as redes sociais locais se espalharam rapidamente das cidades para aldeias de todo o Sudeste Asiático, especialmente na Indonésia e nas Filipinas.


Em pouco mais de um ano, o número de usuários indonésios do Facebook disparou de menos de 1 milhão para mais de 21 milhões. Segundo dados do Facebook, a Indonésia está atrás apenas dos EUA (118 milhões de usuários) e do Reino Unido (24 milhões).


O país tem o maior número de usuários do Facebook e do Twitter na Ásia, de acordo com empresas como a Sysomos, de Toronto, que analisa o tráfego nas redes sociais. Com dezenas de milhões de pessoas instantaneamente conectadas, as redes sociais se tornaram rapidamente uma força política poderosa, embora às vezes imprevisível.


Protestos no Facebook e em outros sites deram apoio a líderes do principal órgão indonésio de combate à corrupção, que, numa prolongada disputa contra a polícia e a Procuradoria-Geral, acabaram sendo presos, aparentemente sob falsas acusações.


A reação na rede levou o presidente Susilo Bambang Yudhoyono a interceder; a polícia e a procuradoria, vistas como instituições corruptas, arquivaram o caso e libertaram os funcionários em novembro.


Em outra "cause célèbre", a mobilização digital contribuiu com a libertação de uma mulher de 32 anos, presa depois de se queixar do mau atendimento em um hospital na periferia de Jacarta.


Promotores a denunciaram sob uma nova lei relativa à informação eletrônica, já que ela havia mandado a amigos um e-mail detalhando suas queixas. A Justiça acabou por inocentá-la em dezembro.


Tifatul Sembiring, ministro de Comunicação e Tecnologia da Informação, disse que o governo vai reapresentar o projeto de regulamentação do conteúdo digital depois que a polêmica "esfriar".


"Queremos limitar a distribuição de conteúdo negativo, como a pornografia, o jogo de azar, a violência e a blasfêmia", disse Tifatul, acrescentando que o conteúdo digital deve ser regulamentado de modo a preservar "nossos valores, também nossa cultura, e também nossas normas".


O parlamentar e ex-jornalista Ramadhan Pohan disse que esses movimentos on-line perturbam profundamente políticos, burocratas e até administradores hospitalares desacostumados a contestações diretas -e bem-sucedidas- à sua autoridade.


"O problema é que muitos funcionários do governo são paranoicos com esse novo conteúdo on-line", disse Pohan. "Eles são políticos e burocratas antiquados que, se você perguntar, não têm uma conta de Facebook ou Twitter. Eles não percebem que, em termos de democracia e liberdade de expressão, chegamos a uma espécie de ponto sem volta." No Parlamento, Pohan disse que ele e outros defensores da mídia digital desregulamentada "ainda estão em minoria".


O influente blogueiro Enda Nasution disse que as leis podem sufocar a florescente blogosfera indonésia. Nasution, 34, disse que quando começou a blogar, há quase uma década, contava os blogueiros do país nos dedos das mãos. Hoje, segundo a Virtual Consulting, há mais de 1 milhão de blogueiros indonésios.


Em Cingapura, na Malásia e em outros países da região onde a mídia é controlada, os blogs tendem a ser o local de informações que não podem ser noticiadas na grande imprensa, disse Nasution. Na Indonésia, onde a imprensa é livre, "os blogueiros também atuam como fiscais ou comentaristas", acrescentou.


Os movimentos on-line, disse ele, são um divisor de águas na evolução do papel das mídias sociais locais. "Não sabemos aonde isso vai nos levar", afirmou ele, acrescentando que os defensores da regulamentação "estão parados no caminho de um tsunami on-line".


"Não dá para pará-lo", afirmou. "Não se trata só de tecnologia. Trata-se de a Indonésia redefinir seus valores."


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/newyorktimes/ny0305201006.htm



Fonte Geral:
http://holosgaia.blogspot.com/2010/05/internautas-conhecam-seu-poder.html

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