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quarta-feira, 12 de maio de 2010

EU JÁ VI DISCO VOADOR



(relembrando)
17/03/2003


Eu vi um OVNI
Oito personalidades relatam a experiência de avistar um disco voador, falam da emoção e do medo que sentiram

Fábio Farah

Em 25 de fevereiro, o Escritório de Investigação de Fenômenos Aéreos Anômalos do Peru revelou: a Força Aérea daquele país está analisando três vídeos amadores que registraram a aparição de um OVNI. Com cerca de 200 metros de comprimento, o objeto teria sido visto sobre a cidade de Chulucanas, na fronteira com o Equador, por mais de 160 pessoas entre outubro e novembro do ano passado.

Se celebridades brasileiras estivessem entre as testemunhas de Chulucanas o que diriam? "Dentro daquilo havia uma coisa viva, consciente", comentaria a escritora Rachel de Queiroz. "Eles sabiam que nós estávamos vendo", diria o ator Carlos Vereza. O apresentador Amaury Jr., que contabiliza mais de 40 avistamentos, sonha com um contato de terceiro grau para poder usar seu instinto de repórter: "Faria rapidamente uma entrevista", afirma. Sem perder tempo, o cantor Fábio Júnior contaria uma experiência pessoal: "Já fui perseguido por duas naves". Enquanto isso, o desenhista Maurício de Sousa teria rabiscado páginas em branco na tentativa de reproduzir o que vira e, finalmente, suspiraria cético: "Vi, mas não acredito".

As celebridades acima não estavam em Chulucanas, mas afirmam ter visto discos voadores pelo menos uma vez na vida. E depois da primeira experiência passaram a olhar o céu na esperança de que o espetáculo se repetisse novamente. Segundo o ufólogo Mário Rangel, autor do livro Seqüestros Alienígenas, Investigando Ufologia com e sem Hipnose, a tendência é que cada vez mais discos voadores apareçam às pessoas famosas. "Os extraterrestres querem preparar a humanidade para um contato formal e procuram as pessoas que possuem maior acesso aos meios de comunicação", garante. Clique nas imagens ao lado para saber como foi a experiência de cada um.


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Fábio Júnior, cantor e ator
Escoltado por discos voadores

Fábio Farah


“A estrela de Belém era um disco voador. Desceu um facho
de luz sobre a manjedoura e botaram o homem lá”, diz Fábio Jr.


"Há muitos anos comecei a ver OVNIs. Já vi de diversos tamanhos, formas, próximos ou distantes, e sempre achei emocionante. Quando vejo uma nave, acredito que seja uma mensagem dos extraterrestres dizendo algo como: “Agüenta aí, Fábio. Faça o teu que a gente está de olho aqui. Você, nem ninguém, está sozinho, apesar da grande maioria ainda não acreditar”.

Eu acho um absurdo alguém não acreditar. Até meu filho Felipe, de 12 anos, entende do assunto melhor do que muito adulto. Há algumas semanas estávamos de férias no sítio e vimos uma nave triangular. “São pessoas mais evoluídas que vivem em outro planeta, como a Terra, e os veículos que eles usam são mais evoluídos. É a mesma coisa que se o papai tivesse um fusca e um Mercedes passasse pela gente”, expliquei. Um amigo que estava presente fez uma foto e quando revelou apareceu uma nave em forma de charuto, diferente daquela que vimos.

Na minha opinião, não é preciso ver discos voadores para acreditar, mas o contrário. Tem que acreditar para ver. Os caras estão aí há 250 milhões de anos, cuidando da galáxia, da Terra. Eles interferem às vezes de maneira incisiva, chegam a baixar e descer da nave para que o homem não destrua o Planeta. A estrela de Belém era um disco voador. Desceu um facho de luz sobre a manjedoura, botaram o homem lá e disseram: “Sua missão é pilotar esse planetinha aí que está uma confusão”.


Minha experiência mais impressionante aconteceu no Rio de Janeiro em 1980. Eu tinha terminado de gravar capítulos de uma novela e voltava sozinho para casa no Recreio dos Bandeirantes. Por volta das 3h olhei pela janela e vi duas naves bem próximas ao carro. Uma de cada lado. Comecei a acelerar e elas continuavam em cima. Buzinei, apaguei os faróis, depois acendi de novo para ver se acontecia alguma coisa ou se elas paravam. Quando percebi, o velocímetro marcava 180 km/h. No final da Avenida das Américas, em cima de uma ponte, as naves se separaram e foi uma para cada lado. Fiquei ali, vendido. Estava com tudo: medo, emocionado, queria fazer contato. Parecia coisa de filme."



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Isto É

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