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sexta-feira, 5 de março de 2010

Os sinais e profecias de 2012

Os sinais e profecias de 2012
18/2/2010 11:13:37

A profecia Maia a respeito do final de um ciclo do Planeta no ano 2012, deu margem a muitos estudos e lendas. Para saber mais sobre esse polêmico assunto, acompanhei a entrevista do jornalista e critico de arte, Alberto Frederico Beuttenmuller na revista "Sexto Sentido". Ele é autor de um livro que aborda o tema.

Beuttenmuller conta sobre uma mudança em seu destino logo após ter voltado do México, em 1970. Naquele ano ele fora cobrir a Copa do Mundo de Futebol para o "Jornal do Brasil". Lá no México, descobriu a grande civilização Maia e se apaixonou pelos mistérios que existem há séculos e os enigmas que envolvem imensos palácios, templos e pirâmides de até 70 metros de altura, túmulos cheios de tesouro, cidades perdidas nas florestas...

O povo Maia desapareceu subitamente, sem deixar vestígios, depois de atingir extraordinários patamares da arquitetura, da ciência e das artes. Neste campo, os projetos eram tão perfeitos que muitas de suas obras nunca puderam ser reproduzidas.

O jornalista ficou tão impressionado com tamanha perfeição em meio a tantas dúvidas, que partiu para estudar os maias e astecas — comprou obras de arqueologia, antropologia, etnologia e acabou estudando todas as raças da mesoamérica.

Ao visitar sítios arqueológicos maias sentiu, em Chichén Itzá, no templo de Kukulcán (que significa Serpente Emplumada), que precisava desvendar aqueles mistérios e escrever um livro sobre este extraordinário povo. Procurou obter respostas para dúvidas como, por exemplo, o motivo por que abandonaram suas cidades no século 9, a realização de cálculos astronômicos precisos sem o uso de equipamentos e a criação de um calendário superior ao usado por nós.

Para o jornalista essas questões foramavam um verdadeiro quebra-cabeça. Prometeu a si mesmo decifrar e iniciar essa tarefa pelos mínimos detalhes. E assim aconteceu, estudou os maias durante 25 anos, atualizou-se sobre tudo o que se referia àquela cultura, penetrando em seu esoterismo.

Alberto Beuttenmuller percebeu a precisão da matemática que usavam com apenas três símbolos — o ponto, o traço e o zero — lembrando que nem os egípcios, romanos ou gregos conseguiram a sofisticação do uso do zero.

Em sua profunda analise, observou também a exatidão da astronomia maia, desenvolvida praticamente na chamada Era da Pedra Polida.

"Os maias usavam dois calendários: o solar, Hab, de 365 dias, e o sagrado Tzolkin, de 260 dias, de 20 signos sagrados e 13 números mágicos, por meio dos quais faziam suas profecias e davam o signo de cada pessoa. Esses eram os mais utilizados, mas eles possuíam mais de 30 calendários".

Tudo na cultura maia tinha como único objetivo unir ciência e religião, afirma o jornalista:

"O sistema de governo era teocrata — forma de governo no qual a autoridade é tida como emanada de Deus — cujo rei era o sacerdote-mor que, por sua vez, também era astrônomo e matemático".



Círculos em plantações

Um outro assunto polêmico: quem poderia ter desenhado os pictogramas, mais conhecidos como círculos ingleses, que aparecem nas plantações da Inglaterra? Em 24 países já ocorreram esse fenômeno. São os círculos de grandes dimensões que surgem em uma única noite.

Qual o real propósito dessas formações?

Muitos métodos de análise foram aplicados a estas mensagens especificas, porém, as como sabem, sem um idioma, muitas vezes torna-se necessário usar sinais e figuras. Muitos anos atrás, por volta de 300 aC, também apareceram vários sinais e símbolos. Alguns dos povos foram previdentes e realizaram um registro permanente.

Estes círculos foram projetados para capturar a atenção das pessoas e as que conseguiram se aproximar deles, tiveram muito de suas capacidades espirituais nesta vida aceleradas.

Resumindo, são projetados para funcionar como código-chave. Quando entramos em contato com certos fenômenos, alguns códigos são decifrados, tais como capacidades espirituais que aceleraram nossa história atual de forma que nós possamos atravessar aspectos mais difíceis e dolorosos o mais depressa possível, enquanto desenvolvemos estas capacidades na Terra, como estamos fazendo agora.

As imagens vistas do alto representam gigantescos pictogramas de uma beleza incomparável, e de uma perfeição magnífica. Ultimamente, eles surgem com símbolos maias.

Indagado sobre a forma como a chamada Profecia Maia deve ser encarada, considerando tantas profecias que não se efetivaram ao longo da história, o autor acredita que ela remete a um ciclo pelo qual a Terra passa a cada 5.200 anos.

"Os acontecimentos, sejam bons ou ruins, sucedem durante todo o ciclo: não se trata de profecia esotérica que ocorre em dia determinado, mas sim que o nosso Planeta passa por essa acomodação a cada 5.200 anos, ciclicamente".

Perguntaram a Alberto Beuttenmuller sobre a melhor forma das pessoas encararem a profecia sem se perderem no perigoso mundo do sensacionalismo e da especulação:

"Para não cairmos na divulgação espalhafatosa de matérias jornalísticas capaz de emocionar ou escandalizar, basta o leitor não crer que a profecia Maia acontecerá no dia 21 de dezembro de 2012, ou seja, o dia que marca o final de ciclo. Este dia é só o fim dos 5.200 anos e, no dia seguinte, será iniciado o novo ciclo de mais de 5.200 anos e, assim, infinitamente", finaliza.


Preocupe-se em amar o mundo. Ele está carente do seu amor. Devolva-lhe em dobro o amor que recebe dele. Faça-o melhor.


Muita luz, amor e paz.


Fonte: http://www.jornaldemocrata.com.br/materias/read.asp?id=6648

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