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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Nasa descobre planeta fora do Sistema Solar seis vezes maior que Júpiter

Será que é o Hercólubus / Nibiru ?


29/05/2009 - 16h00


Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo


O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Nasa, anunciou ter conseguido detectar um planeta fora do nosso Sistema Solar com massa seis vezes maior que a de Júpiter, na órbita de uma das menores estrelas já encontradas.

Nasa/JPL
O gigante tem massa seis vezes maior que a de Júpiter e orbita a menor estrela já detectada, segundo os astrônomos

O astrônomos fizeram a descoberta graças a uma ferramenta de caça a planetas chamada astrometria, uma técnica de medição desenvolvida há cerca de 50 anos.

O recém-descoberto exoplaneta, chamado VB 10b, está a cerca de 20 anos-luz da Terra, na constelação de Áquila.

Por estar distante de sua estrela, a VB 10, que tem massa 12 vezes menor que a do nosso Sol, os astrônomos afirmam que se trata de um planeta gelado como Júpiter.





Fonte: Uol

Teorias da Conspiração!

Direto de Portugal


:: 2009-05-25 Por Carlos Oliveira *

Neil Armstrong foi o primeiro a pisar a Lua: o argumento da falta de estrelas nas fotos é um disparate
Neil Armstrong foi o primeiro a pisar a Lua: o argumento da falta de estrelas nas fotos é um disparate
A chegada do Homem à Lua foi sem dúvida o maior feito da Humanidade no século XX. A 20 de Julho deste ano comemora-se os 40 anos desse acontecimento assombroso!

** Estudante de doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas em Austin nos EUA. Carlos Oliveira é professor nesta mesma Universidade e colaborador de Ciência Hoje.


Não percebo como há pessoas que duvidam deste feito, em face de todas as evidências - desde rochas, passando pela parte de baixo dos módulos lunares que lá foram deixados, e acabando nos reflectores que foram lá colocados pelos astronautas e que permitem diariamente saber com precisão a distância a que a Lua está, entre muitas outras provas.

Harrison Schmitt recolhe pedras lunares: missão Apolo XVII
Harrison Schmitt recolhe pedras lunares: missão Apolo XVII
É curioso que quem duvida, por ignorância ou assumindo ignorância da parte dos seus leitores/ouvintes, assume que só esteve lá uma missão - foram 6 missões, com 12 homens ao todo!
É também curioso que quem duvida tenha como principal argumento a falta de estrelas nas fotos. É um disparate de argumento - mas é só um entre muitos, e até há piores! Qualquer pessoa com uma máquina fotográfica pode ir até lá fora e tirar uma foto ao céu estrelado e depois digam-me quantas estrelas aparecem.

Quanto ao não se ir agora lá – outro argumento sem sentido -, não é necessário inventarem-se teorias da conspiração. Sabe-se perfeitamente a razão para não se ir lá.

Como se costuma dizer: "já se tem a t'shirt, para quê voltar?" Foi-se lá por motivos políticos, esses motivos políticos desapareceram, tendo sido os motivos científicos a concentrarem-se na área à volta da Terra, mais precisamente nas experiências científicas na Estação Espacial Internacional. Para ir à Estação Espacial Internacional não é preciso um "embalo" tão grande - daí que os lançadores tipo Saturn V deixaram de ser necessários. Preferiu-se fazer os vaivéns espaciais - mas estes não têm poder para ir à Lua.

Ou seja, deixou-se de ir à Lua por motivos concretos, científicos, que fez com que deixasse de ser necessária a tecnologia mais "potente". Mas ela existe! Só não é precisa! Quando fôr precisa de novo, será novamente feita, melhor e mais moderna. Esperem pelos Chineses e pelo programa americano Constellation.

Apolo XV: giuando na Lua
Apolo XV: giuando na Lua
Também acho interessante provavelmente terem um forno microondas na cozinha e mesmo assim duvidarem que o Homem foi à Lua. Com que objectivo pensam que o microondas foi desenvolvido? Sem a NASA e o programa lunar, essa era uma das tecnologias que não teriam em casa – entre outras!

O que considero completamente irracional é haver tantas provas de que fomos à Lua, é não haver um cientista que pense o contrário, e no entanto ainda haver gente que pensa que não fomos, só porque sim e apresentando argumentos ridículos.


Será que pensam que a ciência mente? Se é assim, então deixem de entrar na net (feita com base na ciência), não andem de carro (que trabalha devido a processos científicos), etc.

Ou será que pensam que os cientistas são mentirosos? Se é assim deviam deixar de ir a médicos (que são cientistas por natureza), e deviam ligar-se a grupos que dizem que a Terra não é redonda – estes também acreditam que todas as imagens tiradas por astronautas fora da Terra são falsas, não têm inteligência suficiente para perceberem que estão constantemente a utilizar tecnologia por satélite, e simplesmente não conseguem abrir os olhos durante um eclipse (quando se vê a sombra da Terra e ela é redonda).

Charles M. Duke Jr recolhendo amostras durante a missão Apolo XVI
Charles M. Duke Jr recolhendo amostras durante a missão Apolo XVI
Aristóteles provou que a Terra é redonda há mais de 2300 anos, e no entanto ainda há quem, no século XXI, não acredite e pense que ela é plana; quando, como eu disse atrás, basta abrir os olhos. Esta falta de pensamento racional estende-se a outras áreas – como por exemplo, a quem não acredita que o Homem foi à Lua.

Para concluir: todos os pensam que o Homem não foi à Lua, assumem obviamente que todos os cientistas estão a mentir. Ao fazê-lo, devem então pôr a hipocrisia de lado e deixar de ir aos cientistas ou de confiarem na ciência quando precisam (por exemplo, na net, na doença, etc); mas aconselho-vos a irem ainda mais longe! Como diz Richard Dawkins: convido todos esses que duvidam da ciência e dos conhecimentos dos cientistas para subirem ao topo de um edifício de 20 andares e atirarem-se cá para baixo.

Das duas uma: ou os cientistas são mentirosos e subsequentemente a gravidade não existe e a pessoa poderá voar sem problemas; ou então será menos uma pessoa no mundo com ideias disparatadas. Qualquer que seja a resposta, o mundo fica a ganhar!


Fonte: Cienciahoje.pt

Os Extraterrestres somos nós

direto de Portugal

Investigador português da Universidade do Texas cria primeiro curso de Astrobiologia

:: 2009-05-29 Por Marlene Moura

Extraterrestres são tema de curiosidade por parte da população
Extraterrestres são tema de
curiosidade por parte
da população
Carlos F. Oliveira, docente português na Universidade do Texas, em Austin, tem-se dedicado à investigação da Astrobiologia, ou seja, ao estudo da possibilidade de existência de vida (extraterrestre) fora do planeta e cria agora o primeiro curso na área em Portugal.

“Tenho a certeza de que 99 por cento das pessoas que se inscreverão no curso acreditam que existe vida extraterrestre, tal como eu; embora outros irão mais levados pelos Media e curiosidade suscitada pela ficção científica”, assegura o investigador ao «Ciência Hoje», embora se distancie do estatuto e prefira ser apenas considerado como alguém que lecciona.

É licenciado em Astronomia, prevê concluir em Dezembro o doutoramento em Educação para a Ciência, com especialização em Astrobiologia e publicou, recentemente, um “paper” sobre a temática no «International Journal of Astrobiology», que se baseia no curso que criou e lecciona no Texas.


Há já um o enorme manancial de investigação a ser realizada nessa área e o próprio Carlos Oliveira tem apresentado trabalhos e seminários esclarecedores. Ainda no início deste mês, realizou a III Conferência de Astrobiologia do Reino Unido – intitulada «Os extraterrestres somos nós».

Tem tido enorme sucesso entre os da área, mas também entre os curiosos e famosos. “Dos mais conhecidos, lembro-me por exemplo de falar com a Jill Tarter – em quem se baseou a Jodie Foster para interpretar Ellie Arroway no filme «Contacto» –, com o Seth Shostak (SETI), com o Martin Rees, com o Frank Drake (dispensa apresentações este que é o “pai” da astrobiologia - com ele tive uma reunião privada de mais de meia-hora em que ele falou, falou, e falou, maioritariamente de… Portugal!), entre muitos outros”, escreveu no seu blog.


Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
Astrobiologia em duas tardes

Já recebeu um prémio a propósito de uma das suas apresentações e a partir daí surgiram inúmeros pedidos para a criação de cursos similares a nível internacional e um desses convites trouxe-o agora à cidade Invicta – a sugestão partiu de Catarina Lobo, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (UP).


A formação contínua «Astrobiologia: À procura de vida extraterrestre», a realizar-se nas tardes de 8 e 9 de Junho na UP, entre as 14h e as 19h30, e cujo prazo para inscrição termina a dia 3 do mesmo mês, “será apenas um sumário daquele que lecciono nos Estados-Unidos”, refere. O valor da inscrição é de 40 euros.

O curso focará matérias interdisciplinares relacionadas com a ideia de existência de vida fora do planeta e cobrirá temas científicos e sociais, integrando conhecimentos de astronomia, física, química, biologia, antropologia, psicologia, geologia, história, entre outros. O objectivo será essencialmente estimular o pensamento crítico, a criatividade e a especulação científica.

O docente avançou que este estudo sobre o passado, presente e futuro da biologia nos astros “abordará dois grandes temas: os «Extremófilos» (que vivem em condições extremas) e os «Planetas extra-solares» e os dois sub-temas «Comunicação com Extraterrestres» e «Imaginação e pseudo-ciência dos Ovnis».


Não existem evidências de que o mito de Roswell seja real
Não existem evidências de que
o mito de Roswell seja real
As inscrições já passaram o número mínimo de participantes e conta não só com alunos da UP, já que estão abertas a qualquer pessoa.

O mito de Roswell

A história moderna dos OVNIs começou há 60 anos com três acontecimentos: Arnold, Roswell, Adamski. O de Roswell é o mais famoso e deu mesmo origem a uma série televisiva com o mesmo nome.

Recorde-se que tudo começou quando a dia 8 de Julho de 1947, o Major Jesse Marcel, do batalhão da Força Aérea sedeado nesta cidade do Novo México, anunciou ao mundo que tinha recuperado um disco voador. O Major decidiu expor o disco voador à comunicação social, para horas depois fazer um desmentido e dizer que afinal se tratava de um balão meteorológico.

E a partir daí criou-se o mito – “do qual não há qualquer evidência de que é real”, afirma o astrobiologista, acrescentando que este é um tema que, em geral, cria um elevado interesse na população. Como projecto futuro, Carlos Oliveira pretende criar um departamento de Astrobiologia nos EUA.


Fonte: Cienciahoje.pt

OVNIS INTERCEPTAM AVIÃO EM GOREBRIDGE / REINO UNIDO

Edinburgh Aeroporto Internacional

Gorebridge / REINO UNIDO - UK

2 Discos voadores filmados por jackie Gillies, intercepta um avião de passageiros, acima e abaixo - formando uma acrobatica, cruzado em todo o comprimento e das asas do avião.


Verdadeiro? Falso?... não se sabe ainda...

Sete refrigerantes têm substância cancerígena

recebi por e-mail da amiga Aparecida Ribeiro, Ribeirão Preto - SP


Sete refrigerantes têm substância cancerígena, revela pesquisa.


Em uma pesquisa com 24 refrigerantes, a Pro Teste -Associação Brasileira de Defesa do Consumidor- verificou que 7 têm benzeno, substância potencialmente cancerígena.

O benzeno surge da reação de um conservante, o benzoato de sódio, com a vitamina C. Como não há regra para a quantidade do composto em refrigerantes, usou-se o limite para água potável: 5 microgramas por litro.

Fernanda Ribeiro, técnica da Pro Teste, diz que é difícil estudar a relação direta entre o benzeno e o câncer em humanos, mas que já se sabe que a substância tem alto potencial carcinogênico e que, se consumida regularmente, pode favorecer tumores. "Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), não há limite seguro para ingestão dessa substância", diz.

A química Arline Abel Arcuri, pesquisadora da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) e integrante da Comissão Nacional Permanente do Benzeno, diz que o composto vem sendo relacionado especialmente a leucemias e, mais recentemente, também ao linfoma.

Saiba mais no Grupo Alimentação Pró-Planeta
http://www.bancodoplaneta.com.br/group/alimentacao

Alexandre Pimentel

escritor e consultor de vida saudável

Alexandre Pimentel no Programa do Jô

Alexandre Pimentel com Jô Soares em outubro/2002.

Telemarketing e pedidos de produtos: 61 3964.4546

Celular para contatos pessoais: 61 9228.9449

Tarte de tomates com queijo

Até receitas temos no blog agora...

Vale a pena...



Direto do site mixirica.com.br



As receitas que saem da cozinha de casa estão ficando cada vez mais simples – e mais charmosas.

A fase na qual a vida se encontra não é das mais favoráveis às panelas e por isso o pouco tempo que resta para minhas paixões culinárias deve ser muito bem aproveitado.

Nada de ingredientes e procedimentos desnecessários, nada de complicações. Hoje, só preciso do bom, do lindo e do rápido. A lei do mínimo esforço aplicada à cozinha, mara maximizar o proveito.



Tarte de tomates com queijo

- massa folhada pronta
- 1 tomate
- fatias de queijo de cabra firme
- folhas de sálvia
- azeite
- sal e pimenta
- ovo batidinho para pincelar

Abra a massa folhada. Corte um pedaço no tamanho desejado (meça a largura do tomate mais cerca de 3cm e o comprimento de um palmo e meio). Corte tiras de cerca de 1cm e grude com o ovo batido nas bordas da massa. Fure o fundo da massa com um garfo. Disponha sobre a massa as fatias de tomate intercaladas com as fatias de queijo e folhas de sálvia. Salpique com sal e pimenta, regue com um fio de azeite, pincele levemente o ovo nas bordas e leve ao forno, preaquecido no médio, para assar até as bordas dourarem e o queijo derreter.
Serve 2.

Mudanças climáticas matam 300 mil pessoas todos os anos, diz relatório

Cerca de 300 mil pessoas morrem todos os anos por causa de desastres relacionados às mudanças climáticas, adverte um estudo do Fórum Humanitário Global, grupo liderado pelo ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) Kofi Annan. A entidade avalia ainda que o aquecimento global afeta seriamente 325 milhões de pessoas e provoca US$ 125 bilhões em perdas econômicas todos os anos ao redor do mundo.

Annan afirma que as populações dos países mais pobres são as que mais sofrem com as mudanças climáticas. O estudo, divulgado hoje em Londres, foi elaborado a partir da análise de informações públicas sobre desastres naturais

À rede americana CNN, Annan disse que o aquecimento global causará problemas ligados a mudanças na migração de populações que terão de ser discutidos no Conselho de Segurança da organização. Para o ex-secretario da ONU, o problema do aquecimento também representa uma ameaça à saúde, à produção de alimentos e à segurança no mundo.

O relatório do Fórum afirma ainda que nove entre cada dez mortes relacionadas à mudança climática são casos de desnutrição, diarreia e malária, superando o número de vítimas de desastres naturais diretamente relacionados ao clima.

Segundo o documento, de 300 mil vidas que se perdem a cada ano devido às mudanças climáticas, nove entre dez tem a ver com "degradação gradual do meio ambiente" e que as mortes causadas por desnutrição, diarréia e malária. Nos próximos 20 anos, o número de pessoas que sofrem de fome crônica deverá saltar de 45 milhões para 90 milhões. Ao mesmo tempo, é esperada uma redução na produção de alimentos e elevação dos preços em cerca de 20%.

As áreas mais afetadas serão o Saara, o Oriente Médio, a Ásia Central, a África Subsaariana, o sul e sudeste da Ásia, a América Latina, partes dos Estados Unidos, países localizados em pequenas ilhas e a região do Ártico, segundo divulgou a CNN. A Austrália é considerada o país que sofrerá mais os efeitos negativos do clima. Nos últimos 15 anos, o aumento de temperatura e a diminuição de chuvas causaram sua pior seca já registrada.

De acordo com a rede de notícias americana, o estudo foi lançado seis meses antes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Copenhague, Dinamarca, que irá discutir um novo acordo climático que valerá de 2012 em diante, após o fim da vigência do Protocolo de Kyoto.

Fonte: uol


Na matéria acima, parece que os prejuízos são os financeiros. Vejam em destaque, em vermelho.

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quinta-feira, 28 de maio de 2009

NAVES EM PLENO CÉU DE SÃO PAULO 26/05/2009 - 22H (por volta)


... diálogo e emoção no vídeo...




Comentário da autora(s) do vídeo:
Bom, primeiro que tudo, esse video não é pra que ninguém acredite piamente, cada um tem que ver com seus proprios olhos, porém, eu gostaria de compartilhar esse momento que pra mim, e os demais que viram foi bastante empolgante (como vcs poderão ouvir), e com certeza, a filmagem não mostra (por mais q o zoom tenha chegado ao maximo) o que a visão humana viu, q foi mais clara, e muito mais visivel e clara. No entanto, fica documentado os quase 9 minutos de gravação.
Essas luzes tem aparecido com bastante frequencia, e desta vez foi bem explicito.
Vejam por vcs mesmo =)

Aspartame - Doce Veneno

Sweet Misery: A Poisoned World

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por "Codex Alimentarius" e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.




Nota do autor(a) do canal do vídeo no youtube
Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário.
Vídeo em 11 partes / capítulos

Mata Atlântica equivalente a dois terços de SP some em 3 anos

Uma área de Mata Atlântica equivalente a dois terços da cidade de São Paulo foi devastada nos últimos três anos. É o que mostra o estudo divulgado recentemente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Fundação SOS Mata Atlântica.

Os dados de desmatamento foram coletados em dez Estados brasileiros entre os anos de 2005 e 2008. Segundo o estudo, 1029,38 quilômetros quadrados de Mata Atlântica foram devastados nesse período.



A área original de mata no Brasil era de 1,315 milhão de quilômetros quadrados distribuída em 17 Estados. Ao longo dos anos, quase 8% de Mata Atlântica foi destruída, tendo base fragmentos de mata acima de 1 km quadrado.

Hoje, a área do bioma cobre 102.012 quilômetros quadrados de território, segundo dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica.

Flávio Ponzoni, coordenador técnico do estudo, afirma que a média de desmatamento total entre os anos de 2000 e 2005 se manteve praticamente a mesma, na comparação com os anos de 2005 a 2008. Porém nos últimos três anos o desmatamento foi mais agressivo.

“Nestes três anos, confrontando com os cinco anteriores, foi desmatado quase o dobro nos dez estados analisados. O que detectaremos nos próximos dois anos se a tendência se mantiver?”, indaga Ponzoni.

Os Estados que lideraram o desmatamento foram Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia e Paraná, nesta ordem. Em Minas Gerais, os números surpreendem: a Mata Atlântica cobria 46% de seu território e hoje restam apenas 9,68% da cobertura original.


Gráfico: Domínios da Mata Atlãntica. Crédito: Inpe.

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**** O SER HUMANO É COMPETENTE ****

PNAC - Problema, Reação, Solução e Consequência da Solução



vídeo antigo do canal (deusmihifortis) que volto a upar porque traz uma linha de abordagem interessante mostrando o começo,os meios para o possível final de uma nova ordem mundial e as possíveis consequências que adviriam dela.

tinha tirado porque é um vídeo longo e difícil de ler porque tinha feito no antigo programa que usava, por isso quem estiver disposto a assistir vai ser necessário clicar no botãozinho do pause.

a fonte das informações contidas no vídeo está num link ao final do vídeo

Cientistas prevêem que pico do ciclo solar ocorrerá em 2013


Todos que acompanham as notícias sobre as tempestades solares sabem que o nível atual de atividade do Sol está bem baixo, o que significa poucas tempestades geomagnéticas aqui na Terra. Agora, uma comissão internacional de pesquisadores lançou uma nova previsão de atividade, prevendo um número de manchas solares abaixo da média.



O estudo, elaborado por dezenas de cientistas de nove instituições diferentes prevê que o atual ciclo solar 24 deverá atingir seu pico em maio de 2013, com aproximadamente 90 manchas solares, o menor valor desde 1928 durante o ciclo solar 16, quando o número de manchas solares atingiu o máximo de 78

"Apesar dos modelos indicarem ser este um ciclo solar fraco ou abaixo da média, não significa que a atividade solar seja fraca", disse Doug Biesecker, diretor da comissão e cientista chefe do Centro de Previsão de Tempo Espacial, da Universidade de Boulder. "Mesmo os ciclos abaixo da média são capazes de produzir severas tempestades solares. A grande tempestade geomagnética de1859, por exemplo, ocorreu em um ciclo da mesma magnitude do que estamos prevendo para 2013", disse o pesquisador.

Nova Previsão
A atual previsão é uma revisão daquela divulgada em 2007, quando os pesquisadores acreditavam que o mínimo solar ocorreria em março de 2008, seguido por um forte máximo em 2011 ou um fraco máximo em 2012. Na ocasião, diversos modelos computacionais geraram previsões, deixando os pesquisadores em dúvida sobre os valores corretos.

"Isso nos mostrou que nenhum dos modelos estava correto", disse Dean Pesnell, que representa o Centro Espacial Goddard, na Nasa. "O Sol está muito estranho e se comportando de maneira inesperada, mas de um jeito muito interessante", disse Pesnell.

Desde 2007 o Sol está anormalmente quieto, com pouca ou quase nenhuma atividade eletromagnética. No entanto, nos últimos meses pequenas manchas, ou proto-manchas, parecem surgir com maior frequência no disco solar e enormes correntes de plasma na superfície estão ganhando intensidade. Emissões eletromagnéticas, apesar de fracas, também já estão sendo detectadas pelos radiotelescópios. No entender de Pesnell esses sinais são uma clara evidência de que o Sol está acordando e dão maior sustentação às previsões, que agora são quase unânimes entre os cientistas.


Entendendo
Para quem não sabe, a cada 11 anos o Sol passa por momentos alternados de alta e baixa atividade eletromagnética, conhecidos por mínimos e máximos solares. Esse período é chamado de ciclo solar ou de Schwabe e desde que as observações começaram a ser feitas já foram contados 23 ciclos até o ano de 2007.

Durante o máximo solar, grandes manchas e intensas explosões ocorrem quase diariamente. As auroras surgem nas latitudes médias e violentas tempestades de radiação danificam os satélites em órbita. A última vez que isso ocorreu com tal intensidade foi entre os anos de 2000 e 2001.



No Mínimo Solar ocorre o contrário. Quase não existem flares solares e podem passar semanas sem que uma única mancha quebre a monotonia do disco solar. É exatamente esse o momento atual que estamos passando, o início do ciclo solar 24.


A mais intensa
A tempestade geomagnética mais intensa que se tem registro foi denominada Evento Carrington e ocorreu entre agosto e setembro de 1859. A intensa tormenta foi testemunhada pelo astrônomo britânico Richard Carrington, que observou o fenômeno através da projeção da imagem do sol em uma tela branca. Na ocasião, a atividade geomagnética disparou uma série de explosões nas linhas telegráficas, eletrocutando técnicos e incendiando os papéis das mensagens em código Morse.



Relatos informam que as auroras boreais foram vistas até nas latitudes médias ao sul de Cuba e Havaí. Nas Montanhas Rochosas, no oeste da América do Norte, as auroras eram tão brilhantes que acordavam os camponeses antes da hora, que pensavam estar amanhecendo. As melhores estimativas mostram que o Evento Carrington foi 50% mais intenso que a supertempestade de maio de 1921.


Inverno Implacável
O mínimo mais longo da história, o Mínimo de Maunder, ocorreu entre 1645 e 1715 e durou incríveis 70 anos. Manchas solares eram extremamente raras e o ciclo solar de 11 anos parecia ter se rompido. Esse período de silêncio coincidiu com a "pequena Era do Gelo" uma série de invernos implacáveis que atingiu o hemisfério Norte.

Por razões ainda não compreendidas, o ciclo de manchas solares se normalizou no século 18, voltando ao período de 11 anos. Como os cientistas ainda não compreendem o que disparou o Mínimo de Maunder e como pode ter influenciado o clima na Terra, a busca por sinais de que possa ocorrer de novo é um trabalho constante nas pesquisas.

Veja mais:
Acompanhe a atividade solar


Fotos: No topo, imagem feita com o telescópio imageador de ultravioleta extremo, a bordo do telescópio espacial Soho. A cena mostra a atmosfera solar sondada no comprimento de onda de 304 nanômetros (ultravioleta). Neste faixa, o material mais claro situa-se entre 60 mil e 80 mil graus Kelvin. Na sequência, gráfico mostra a atividade solar desde 1610, com destaque para o Mínimo de Maunder, de 70 anos de inatividade.Acima, fenômeno da aurora, provocado pelo choque das partículas eletricamente carregadas vindas do Sol contra as moléculas das camadas elevadas da alta atmosfera. Acima, Créditos: Soho/Esa/Nasa/Mike Hollingshead/Spaceweather/Apolo11.com

2012, a nova data para o fim do mundo

No dia 21 de dezembro de 2012, um raro alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea dará início a uma série de eventos desastrosos. São esperados terremotos, dilúvios, pragas e distúrbios eletro-magnéticos que culminarão com o fim dos tempos. Não há como ignorar os sinais de que o fim se aproxima: crise econômica mundial, gripe suína, aquecimento global, alterações no ciclo solar, guerras e desigualdade. A tese catastrofista se espalha e avoluma, incendiada pela internet, e há quem acredite piamente que até 2012 o mundo irá, mas de lá não passará. Até Hollywood embarcou na onda e lança uma produção milionária em novembro explorando o tema. A origem distinta para previsões coincidentes seria a prova cabal para o fim trágico da humanidade. O rol de tragédias identificadas com a data está descrito em profecias das mais variadas culturas: oráculos romanos e gregos, o calendário maia, textos de Nostradamus, a Bíblia, o I Ching e até um programa de computador que filtra a internet atrás de tendências de comportamento.

É assim, misturando realidade com ficção e ciência com religião, que se criou a mais nova profecia para o fim do planeta. Mas o que há de real nessa confusão de história, astronomia, astrologia e religião? “Muito pouco”, diz o professor de física da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Walmir Thomazi Cardoso. Segundo ele, o argumento que serve de base para boa parte das profecias – o alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea em 21 de dezembro de 2012 – é fraco. Esse fenômeno vai, de fato, acontecer, mas será mais um entre tantos outros. Para nós, humanos, ele poderá parecer inédito, porque acontece uma vez a cada 26 mil anos, mas, para o planeta Terra, que tem 4,5 bilhões de anos, já aconteceu pelo menos 173 mil vezes. “Se alguém espera que as tragédias descritas pelas profecias se concretizem por desequilíbrios astrais, está perdendo tempo”, explica Cardoso.


Especula-se que a disseminação da mística do dia 21 de dezembro de 2012 tenha partido de um erro de interpretação. Tudo começou quando alguém entendeu que o fim do calendário dos maias – uma extinta civilização indígena da América Central -, que acaba nesta data, era uma indicação de que o mundo ia acabar. O raciocínio afobado ignorou a noção cíclica que os maias tinham do tempo – para eles, o fim estava ligado ao recomeço. “O que se seguiu, depois dessa interpretação errada, foi a distorção do que outros profetas disseram para que o conteúdo se encaixasse com o que se supunha que os maias haviam dito”, explica o astrônomo Alexey Magnavita. No caso de Nostradamus, por exemplo, foram interpretadas, à imagem da tese do fim em 2012, sete folhas perdidas do livro Profecias com desenhos do profeta francês. Nelas, estaria descrito o alinhamento galático de 2012 e suas consequências. Já na Bíblia, o livro escolhido para ser interpretado foi o Apocalipse de São João, um dos mais alegóricos e recheados de imagens que, fora de contexto, se encaixam em quase qualquer cenário de destruição. No I Ching foi concebido um modelo de análise dos resultados dados pelo jogo chamado Timewave theory. Nele, picos de atividade em anos específicos são detectáveis e apontam para grande movimentação em 2012. Todos métodos pouco específicos e amplos demais para corroborar uma tese tão precisa quanto a que crava o fim do mundo para daqui a três anos.


Para os especialistas, as profecias dizem mais sobre a sociedade que as criou e lhes dá força do que sobre um suposto futuro. “Em tempos de busca por um sentido na vida, o homem fica mais suscetível às teorias apocalípticas”, explica o psicólogo Ari Rehfeld. Pode parecer um contrassenso sentir prazer com uma perspectiva tão negativa, mas a atenção que o assunto recebe desde que o homem compreendeu que o futuro é incerto nos traz, repetidamente, ao tema. E isso deve continuar em 2013.


LINHA DO TEMPO





quarta-feira, 27 de maio de 2009

Afinal, o que vai acontecer com a Terra em 2012?

Direto da Revista Galileu

CONSPIRAÇÃO

Afinal, o que vai acontecer com a Terra em 2012?


Planetas errantes em rota de colisão com a terra, chegada de ETs, tempestades solares, profecias inventadas... some todos esses ingredientes e construa a teoria mais popular da internet. O que há de verdade (se é que há alguma) no chamado apocalipse Maia

Pablo Nogueira

Você temeria o futuro se levasse a vida de Tom Cruise, com mais de US$ 300 milhões no banco e presença garantida na lista de celebridades mais ricas do mundo elaborada pela revista "Forbes"? Então imagine o impacto da notícia, divulgada no ano passado, de que o superastro estaria construindo um abrigo subterrâneo de US$ 10 milhões no subsolo de sua mansão no Colorado. Segundo o relato publicado pela revista "Star", Cruise estaria convicto de que a Terra experimentará um contato potencialmente devastador com uma raça alienígena em 2012. Um porta-voz do ator desmentiu a notícia, mas o estrago foi feito. A história do bunker de Tom Cruise circula a todo vapor pela internet. Os adeptos do debate formam um grupo de tamanho indefinido, que se espalha por todos os continentes, e que acredita que a vida em nosso planeta vai mudar, para pior ou para melhor, em 21/12/2012.

Nessa data se encerra um calendário que era usado pelos antigos maias no auge da sua civilização. Por isso, todo o movimento envolvendo o ano de 2012 é chamado genericamente também de "profecia maia". Enquanto o tal dia não chega, a turma se prepara consumindo livros, documentários, DVDs e palestras. Uma busca pelos termos "2012" e "maya" (em inglês) no Google revela mais de 2 milhões de citações. Isso é a ponta do iceberg de uma riquíssima comunidade, estruturada em centenas de blogs, fóruns, sites, portais e até uma versão particular da Wikipédia, o "2012wiki". Em fevereiro foi lançado nos EUA "2012 - Doomsday" ("2012 - O Dia do Juízo Final") e dois outros filmes devem sair até 2010, um deles sob a batuta do diretor de "Independence Day" (1996), Roland Emmerich. Nos últimos dois anos, pelo menos 18 livros sobre o tema chegaram às prateleiras nos EUA, boa parte com termos como "apocalipse" e "cataclisma mundial" em seus títulos. Por aqui, só no primeiro semestre deste ano foram publicadas três obras.

Paranóia: rumores dão conta de que Tom Cruise mandou construir um abrigo antiapocalipse. Seus assessores negam a história
Essa popularidade é o ponto culminante de um processo que começou há duas décadas. Em 1984, o americano José Arguelles publicou "O Fator Maia". Nele mesclava seus estudos sobre o fim do calendário maia com suas próprias idéias apocalípticas. Arguelles disse que a data marcaria o fim do ciclo do Homo sapiens e o início de uma época ecologicamente mais harmoniosa. E conclamou os leitores a se reunirem em várias partes do mundo nos dias 16 e 17 de agosto de 1987 para meditar e rezar, dando um pontapé inicial para o grande dia que ainda estava 25 anos no futuro. Esse evento, batizado de Convergência Harmônica, atraiu grande atenção da mídia americana e ganhou o apoio de celebridades como a atriz Shirley McLaine. "Arguelles se inspirou em um livro de ficção para criar a convergência harmônica, mas foi ela quem deu início à onda de 2012", afirma Robert Sitler, especialista em cultura maia da universidade Stetson, nos EUA. Arguelles ganhou fama e deu início a um movimento com seguidores no mundo inteiro, inclusive no Brasil. E a New Age ganhou sua própria dimensão profética.


Convergência harmônica: grupo liderado por José Arguelles espera por 2012 desde 1987

Teorias à la carte

De lá para cá, só fez crescer o número de pessoas que têm desenvolvido suas próprias especulações sobre o que vai acontecer na data tão esperada. E para isso vale recorrer a todas as ferramentas. Um belga utilizou a matemática e a mitologia para fazer uma análise comparativa das civilizações maia e egípcia. Concluiu que as duas são originárias de Atlântida e que o fim do mundo será causado por uma mudança no campo magnético da Terra, relacionada ao ciclo de manchas solares. Um ufólogo calculou a distância entre a linha do Equador e a cidade americana de Roswell, onde um disco voador teria caído. Encontrou o valor de 2.012 milhas - sinal, acredita, de que a queda do óvni foi uma mensagem cifrada sobre a data em que os ETs irão se revelar. Outro americano usou drogas psicodélicas e um computador para analisar o I Ching e concluiu que o livro é um calendário de eventos que prevê o fim da história humana em novembro de 2012 (a data foi ajustada depois). Um matemático, também usando um software, encontrou uma profecia codificada no Antigo Testamento falando de um asteróide (ou cometa) que atingiria a Terra. Um jornalista preferiu compilar os dados sobre vulcanismo, terremotos, queda de asteróides, radiação vinda do espaço etc. e concluiu que todos esses eventos devastadores têm forte possibilidade de acontecer em um futuro muito próximo. E é essa discussão, onde cabe tudo, que está entupindo a internet e as prateleiras. "Há muito pouco de maia nessa história. Essas profecias nada têm em comum, exceto o fato de se referirem à mesma data e apostarem numa transformação radical", diz Sitler.

Para o pesquisador inglês Joseph Gelfer, a aposta na mudança seria uma chave para entender essa onda. Gelfer estuda o interesse por 2012 na Austrália e lembra que profecias existem em muitas culturas. "Mas elas se situam num futuro longínquo, não são iminentes. Essa idéia também faz com que algumas das piores características dos nossos tempos, como as guerras ou a mudança climática, sejam vistas como etapas para a transformação", diz.

Outro fator importante é o grande volume de informação pseudocientífica. "Muitos dos que rejeitam os conceitos New Age se interessam pelas profecias de 2012. A maior parte do que se diz sobre o assunto é apresentado como o resultado de rigorosa pesquisa, mas são, na verdade, idéias questionáveis ou pura especulação."

Nas próximas páginas, você vai saber o que os cientistas dizem sobre alguns dos cenários mais debatidos pela comunidade de 2012. E descobrirá o que os próprios maias escreveram sobre a data.

MITO #1>>>RESGATE ALIENÍGENA
Quem crê em extraterrestres vê esperança da sua chegada à Terra nas profecias de 2012

Cena de sonho: será que um dia faremos contato com os ETs?

Talvez o grupo que tenha mais esperanças positivas para 2012 seja o dos apaixonados por óvnis. Não dispensam o temor de um cataclisma, mas acreditam que a data irá inaugurar uma nova era para a humanidade, marcada pelo contato com os ETs. Eis um exemplo típico de profecia ufológica, colhida entre as centenas de sites que debatem o tema: "Crescem os rumores de que civilizações extraterrestres estão preparando um evento espetacular em 2012. Ninguém sabe ao certo o que os maias realmente esperavam para o iminente cataclisma. Mas agora muitos centros de pesquisa crêem que a Terra passará por um grande perigo em 2012 e depois. No momento certo, avançadas civilizações extraterrestres resgatarão a civilização humana. De acordo com pesquisadores, a Federação do Universo, representando todas as 88 constelações, virá oficialmente visitar a Terra. Isso porá um fim à ocultação de óvnis em todos os continentes".

O editor da revista "UFO", Claudeir Covo, vê tudo isso com o senso crítico de quem estuda ufologia há 42 anos. "Em 1999, também havia uma grande expectativa de contato. Isso só serviu para mostrar o quanto de fantasia ainda existe." Ele descarta os relatos daqueles que dizem ter sido avisados pelos próprios ETs de que 2012 será o ano em que faremos contato. "Já conheci e entrevistei quem alega se comunicar com alienígenas. Nunca vi uma evidência que me convencesse." Covo lembra de um caso ocorrido no ano passado. Sua revista publicou o relato de uma pessoa que afirmava ter recebido uma mensagem assegurando o contato iminente. "Evidentemente, nada aconteceu e a pessoa sumiu. Não acho que vá acontecer algo em 2012."

MITO #2>>>PROFECIA MAIA


Textos originais são vagos e dão margem a todo tipo de interpretação. Foi o que bastou para a sua usurpação e a criação do mito contemporâneo sobre o Apocalipse

O calendário de conta longa é apenas um entre os vários que os maias usavam. Assim como os nossos meses, anos e séculos, ele se estrutura em unidades de tempo cada vez maiores. Cada 20 dias formam um "mês", ou uinal. Cada 18 uinals, 1 tun, ou "ano", cada 20 tuns faziam um katun e assim sucessivamente. Enquanto o nosso sistema de contagem de séculos não leva a um fim, o calendário de conta longa maia dura cerca de 5.200 anos e se encerra na data 13.0.0.0.0, que para muitos estudiosos (não há um consenso a respeito) corresponde ao nosso 21/12/2012.

Isso não significa que eles esperassem pelo fim do mundo naquele dia. "Os povos ameríndios não tinham apenas uma concepção linear de tempo, que permitisse pensar num fim absoluto", diz Eduardo Natalino dos Santos, professor de história da América Pré-hispânica da USP. Ele diz que há textos míticos maias que falam em idades anteriores ao aparecimento da humanidade atual, e afirmam que a era atual duraria 5.200 anos. "Mas em nenhum lugar se diz que o ciclo que estamos vivendo seria o último." A maioria dos estudiosos acredita que, após chegar à data final, o calendário se reiniciaria. Assim como, para nós, o 31 de dezembro é sucedido pelo 1 de janeiro, para eles o dia 22/12/2012 corresponderia ao dia 0.0.0.0.1.

Entre os milhares de textos maias conhecidos, há apenas um que faz menção à data. Uma inscrição encontrada na ruína de Tortuguero (Costa Rica) diz que nela virá à Terra Bolon Yokte K'u, deus associado à guerra e à criação. Um indício indireto da mesma profecia está nos "Livros de Chilam Balam". Escrita por vários autores após a conquista espanhola, a obra traz previsões para os katuns que, num outro sistema de contagem de tempo, se repetem a cada 256 anos. Para o katun associado a 2012, o livro prevê a chegada de vários seres, entre eles "aquele que vomita sangue" e o deus Kukulcan, muito popular na América Central.

Mas mesmo esses textos talvez não correspondam ao que entendemos por profecias. Natalino diz que, embora os maias tivessem uma visão qualitativa do tempo - havia períodos "benéficos" e "maléficos" - isso não implica que fossem fatalistas. Os finais dos ciclos eram datas religiosamente importantes, pois num deles a idade atual poderia terminar. "Mas os sacerdotes podiam realizar certas práticas que assegurassem a continuidade do mundo", explica Natalino. Ele diz que no período colonial e depois houve rebeliões populares inspiradas pelas profecias de Chilam Balam. "Mas basta dar um pulo à América Central para ver que os maias de hoje estão cheios de projetos e nem um pouco preocupados com 2012."

UM OUTRO OLHAR SOBRE O TEMPO
Conheça as diferenças entre o calendário gregoriano, adotado no Ocidente, e a maneira usada pelos maias para medir o tempo
FOLHINHA
Como os maias registraram 27/12/724

MITO #3>>>INVERSÃO MAGNÉTICA


Mais uma carga de lenha na fogueira de 2012: suposto enfraquecimento do campo magnético terrestre levaria à incidência letal de partículas solares

A luz e o calor produzidos pelo Sol tornam a vida na Terra possível. Mas, se não fosse pelas defesas que temos contra a radiação e o fluxo de partículas que chegam continuamente vindos da estrela, também não estaríamos aqui agora. Uma das principais defesas de nosso planeta é o seu campo magnético. Explicando de maneira simples, ele possui dois pólos, um norte e outro sul, que atualmente se situam mais ou menos perto dos pólos geográficos. Mas os geofísicos sabem que, de tempos em tempos, as polaridades se invertem, isto é: o ponto onde fica o pólo sul magnético se torna o ponto do pólo norte, e vice-versa. "Sabemos que centenas de inversões aconteceram no passado, mas não se sabe o que as causa", diz Eder Molina, professor do Instituto Astronômico e Geofísico da USP. A mais recente inversão ocorreu há 700 mil anos. E a próxima talvez esteja a caminho. "Sinais sugerem que alguma coisa está acontecendo. A intensidade do campo entre os pólos norte e sul está diminuindo. Acredita-se que essa diminuição possa ser parte de um processo de reversão, embora isso seja apenas uma hipótese."

A ocorrência de uma inversão súbita dos pólos magnéticos terrestres é um dos cenários apocalípticos previstos para 2012. Será isso que os cientistas estão detectando? "Não", diz Molina. "Os indícios sugerem um processo muito gradual, que levará talvez milhares de anos. Nós conhecemos muito bem o campo magnético terrestre, graças ao mapeamento feito por observatórios e satélites. Essas informações nos ajudam, por exemplo, a procurar petróleo e minerais valiosos. Se uma mudança brusca estivesse ocorrendo, já teria sido detectada." Molina afirma que veríamos muitos sinais, sob a forma de problemas nas telecomunicações e o desligamento de usinas elétricas. Não haveria como esconder um problema desses, pois o que estaria em jogo seria a sobrevivência da civilização. Mas não vemos nada disso por aí.

ESCUDO DE FORÇA
Entenda a atuação do campo magnético terrestre e suas variações imprevisíveis

MITO #4>>>CICLOS SOLARES


Aparente hiperatividade do astro alimenta especulações sobre bombardeio radioativo. Mas a estrela está se comportando conforme o previsto

Muitos dos cenários para 2012 baseiam-se na idéia de que o Sol estaria passando por um período de atividade sem precedentes. Os defensores dessa tese ressaltam o fato de que, entre 28 de outubro e 4 de novembro de 2003, ocorreram algumas das maiores explosões solares já registradas. Em 20 de janeiro de 2005, a Terra registrou o maior bombardeio de partículas de alta energia oriundas do Sol. Como 2005 foi o ano do furacão Katrina, há quem vincule os fenômenos, sugerindo que o clima é governado por variações na atividade solar. Como a previsão dos astrofísicos é de que 2012 registre um ponto de alta atividade em nossa estrela, há quem acredite que a soma de tudo isso seja uma catástrofe.

As variações na atividade solar são causadas por mudanças na configuração do campo magnético que ocorrem a cada 11 anos. Para Adriana Silva Valio, pesquisadora do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie, basta dar uma olhada nos dados dos últimos oito anos para ver que o Sol tem se comportado normalmente. De lá para cá, a atividade reduziu-se, e a tendência é que, nos próximos anos, volte a se intensificar, alcançando patamares elevados em 2012. Tudo isso está dentro do esperado.

O decréscimo da atividade aconteceu mesmo com as superexplosões de 2003. "O fato é que a tecnologia para acompanharmos o fenômeno é muito recente. Talvez eventos semelhantes tenham acontecido no passado", afirma Adriana. Ela também diz que o ciclo solar de 11 anos, por si só, não parece ser capaz de afetar significativamente o clima da Terra. "No ponto de maior atividade, a quantidade de energia solar recebida pela Terra cresce apenas 0,1%."

Porém, ela diz que fatores desconhecidos e ligados ao Sol parecem sim afetar o clima na Terra. "No século 18, o Sol não apresentou manchas por sete décadas. O mundo ficou mais frio, e os canais de Veneza congelaram. Mas parece que para que mudanças assim ocorram levam décadas ou mesmo séculos", diz.


USINA DE ENERGIA
Diferença de velocidade na rotação do astro faz com que a atividade solar varie em ciclos de 11 anos

MITO #5>>>NIBIRU

Hipotético décimo planeta do Sistema Solar (há quem diga que se trata de uma outra estrela) estaria rumando de encontro à Terra. Acredite se quiser? Melhor não


Muito antes que a data de 21/12/2012 começasse a tocar corações e mentes, o israelense Zecharia Sitchin começou a divulgar suas idéias sobre a origem da Terra, inspiradas, segundo ele, na decifração de antigos textos babilônicos. De acordo com Sitchin, há em nosso sistema solar um objeto que a ciência moderna desconhece e que os antigos chamavam de Nibiru. Esse objeto, que pode ser um planeta ou uma pequena estrela, passaria próximo ao Sol a cada 3.600 anos. Sitchin afirma que, em uma dessas passagens, uma colisão entre um de seus satélites e um planetóide que existia entre Marte e Júpiter teria dado origem à Terra. Outros autores passaram a usar as idéias de Sitchin nos anos 1990. Eles dizem que Nibiru vai passar por perto de nosso planeta em 2012, e a atração gravitacional entre os dois resultará em dilúvios e terremotos.

Para Carlos Henrique Veiga, astrônomo do Observatório Nacional, é possível que existam planetas ainda desconhecidos no Sistema Solar. Poderiam ter, inclusive, algumas das características atribuídas a Nibiru, como um período muito longo e órbita extremamente elíptica. "Mas as órbitas de planetas não se sobrepõem umas às outras. Esse cruzamento só ocorre com cometas e asteróides." Quanto à segunda possibilidade, a de que Nibiru seria uma estrela se escondendo nas vizinhanças, Veiga diz que sua presença causaria uma alteração na dinâmica do Sistema Solar. "Tanto ela quanto o Sol teriam que girar ao redor de um centro de massa. Os planetas girariam em torno das duas ou desse novo ponto central. Não é isso que estamos vendo", afirma.

Outro cenário sugere que, em 21/12/2012, o Sol, ao nascer, estaria alinhado com o plano da Via-Láctea. Nessa posição, receberia algum tipo de irradiação misteriosa vinda do centro da galáxia. Essa informação, porém, é contestada até por autores de populares livros sobre 2012, como o astrônomo John Major Jenkins. O que é verdade é que o Sol está cruzando o plano da nossa galáxia, mas isso não é motivo para preocupação. "O centro da Via-Láctea está a quase 30 mil anos-luz de distância. Por isso, esse posicionamento não deverá trazer maiores conseqüências. No máximo, pode favorecer a atração de cometas e asteróides em direção ao Sol", diz Veiga.

A GRANDE VIAGEM
Os astrônomos nunca o observaram, mas há terráqueos que juram já ter visto Nibiru viajando pelo Cosmos
A órbita de Nibiru cruzaria com a da Terra em 2012

PARA LER
Apocalipse 2012, Lawrence Joseph. Editora Pensamento
O Cataclisma Mundial em 2012, Patrick Geryl. Editora Pensamento
O Fator Maia, Jose Arguelles. Editora Cultrix



FONTE: REVISTA GALILEU


ISS fotografa estranhos círculos no gelo de lago russo



26 de maio de 2009 • 20h48 • atualizado às 21h08
Anéis escurecidos como o do centro da foto, com diâmetro de 4,4 km, foram
clicados pelos astronautas do espaço
26 de maio de 2009
Nasa/Divulgação



Estranhos círculos formados sob a camada de gelo que cobre a superfície do grande lago Baikal, ao sul da Sibéria (Rússia), foram fotografados pelos astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS). Na área onde se formou um dos anéis escurecidos, com diâmetro de 4,4 km, também ficou visível a fragilidade do gelo. As informações são do Terra Chile.

Apesar do aparecimento de círculos não ser algo novo - outros aparaceram em 1985 e 1994 -, a origem do seu desenvolvimento ainda é desconhecida. Segundo especialistas, a camada sólida do lago pode se quebrar à noite e voltar a congelar na manhã do outro dia.

No mês de abril, o fenômeno pode ser visto com mais freqüência, aparecendo quando a cobertura de gelo se forma e desaparecendo quando o gelo derrete. O aspecto da camada sólida visto na foto parece frágil, mas os especialistas garantem que o gelo se mantém forte até o final de junho.

terça-feira, 26 de maio de 2009

OVNI atrasa pouso de avião no Aeroporto de Moscou

A imprensa da Rússia está informando um incidente curioso que aconteceu no sábado, dia 16 de maio de 2009 à tarde. Um vôo de Krasnoyarsk para Moscou teve que abortar uma aterrissagem e voltar a decolar devido a um radar ter capturado um OVNI nos arredores da pista 25 do aeroporto de Moscou.

As autoridades responsáveis pela aviação estão estudando as imagens do radar, mas ainda não conseguiram identificar o porque um pequeno objeto desconhecido estava pairando no local. O interessante é que o OVNI não foi visto visualmente, e todos agora se perguntam o que poderia ter sido.

Os ufólogos russos estão esperando indubitavelmente as conclusões da investigação deste incidente. No passado já houveram outros casos deste tipo na Rússia.

Fonte: Allnewsweb.com

Corpo celeste caiu no no lago Tagish

Corpo celeste caiu no no lago Tagish em 2000
Meteorito tem grandes quantidades de molécula orgânica do caldo químico que deu origem à vida
26.05.2009 - 18h29 Nicolau Ferreira
O meteorito do Lago Tagish revelou ter uma quantidade enorme de ácido fórmico, um composto orgânico que os cientistas acreditam ter sido importante no ambiente químico da Terra antes de haver vida. Os resultados foram apresentados na reunião da American Geophysical Union, que está a decorrer no Ontário, Canadá.

O corpo celeste caiu em Janeiro de 2000 no lago Tagish, que fica no extremo ocidental da Colúmbia Britânica, já perto do Alasca. Na altura foram recuperados entre cinco e dez quilos do condrito – um tipo de meteorito formado no início do sistema solar, quando os planetas tinham uma composição química homogénea – que, segundo o que se analisou, é composto principalmente por minerais como olivina, magnetite e vários carbonatos.

Através da medição da órbita à entrada da atmosfera terrestre, calcula-se que o meteorito do Lago Tagish fosse originário da Cintura de Asteróides, entre Marte e Júpiter.

Os novos estudos mostram que o corpo tem quatro vezes mais ácido fórmico do que o registado noutros meteoritos até agora estudados. “Tivemos sorte por o meteorito não ter sido tocado por mãos humanas, evitando a contaminação por compostos orgânicos que temos nos nossos dedos”, disse em comunicado Christopher Herd, curador da colecção de meteoritos da Universidade de Alberta. As temperaturas frias do lago Tagish evitaram que o químico se volatilizasse.

O ácido fórmico é famoso pelo sabor amargo que dá às formigas (para quem as tentar comer) e, como todos os compostos orgânicosm tem o carbono como átomo central. Até agora, os cientistas tinham como referência para a concentração extraterrestre deste composto o meteorito de Murchison, que "aterrou" nesta cidade australiana em 1969.

“É interessante esta variabilidade entre meteoritos, parece haverquantidades maiores de um composto num meteorito em relação a outro”, explicou Mark Stephton, geoquímico do Imperial College de Londres, em Inglaterra. “Isto tem sido subestimado, por nos concentrarmos predominantemente no meteorito de Murchison, mas agora temos outra amostra recente. Assim, podemos começar a analisar uma porção diferente da Cintura de Asteróides, e por isso uma zona diferente do Sistema Solar”, acrescentou o investigador.

Através dos isótopos do hidrogénio – as formas particulares do átomo que, em vez de terem um protão, têm mais um ou dois neutrões – que o ácido fórmico continha foi possível deduzir que o composto terá sido formado em regiões geladas no espaço, antes do nosso Sistema Solar existir.

Segundo Mark Stepthon, o ácido fórmico terá sido um ingrediente importante antes da existência de vida na Terra. O composto é um bom agente redutor, que durante as reacções químicas atrai os átomos de oxigénio, facilitando a conversão de uns aminoácidos (unidades que compõem as proteínas) noutros. Pode também ter estado implicado na transformação de ARN primitivo em ADN. O investigador defende que desta forma é possível “com moléculas simples aumentar a diversidade química das moléculas pré-bióticas”.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

"Alien - O Oitavo Passageiro", 30 anos de gritos no espaço

Antonio Martín Guirado.


Los Angeles (EUA), 25 mai (EFE).- "No espaço, ninguém pode ouvir seus gritos" foi o slogan publicitário perfeito de "Alien - O Oitavo Passageiro" (1979), um clássico do terror que hoje completa 30 anos de sua estreia e que impulsionou as carreiras de seu diretor, Ridley Scott, e de sua protagonista, Sigourney Weaver.


Ganhador do Óscar de efeitos especiais, o filme gerou três sequencias a cargo de três autores diferentes: James Cameron, em "Aliens, O Resgate" (1986); David Fincher, em "Alien 3" (1992); e Jean-Pierre Jeunet, em "Alien - A Resurreição" (1997).


Scott assinou logo depois o marco da ficção científica "Blade Runner - O Caçador de Androides" (1982) e mais tarde se encarregou de títulos comerciais como "Thelma e Louise" (1991), "Gladiador" (2000) e "Hannibal" (2001).


Sigourney criou uma das grandes heroínas do gênero o que lhe permitiu trabalhar em alguns dos filmes mais populares dos anos 80, como "Os Caça-Fantasmas" (1984) e "Nas Montanhas dos Gorilas" (1988).


O diretor britânico, com sua aposta minimalista, fez um milagre. Os US$ 11 milhões de orçamento obrigaram o alienígena que dá nome à saga mal ser visto em todo seu esplendor, um recurso já usado por Steven Spielberg quatro anos antes em "Tubarão".


Mas em troca, Scott criou um ambiente claustrofóbico e opressivo, apoiado na trilha sonora de Jerry Goldsmith e com o simples uso de luzes e sombras dentro da nave espacial Nostromo, por cujos corredores se amontoam ecos das obras de Joseph Conrad e dos contos fantasmagóricos de H.P. Lovecraft.


Voltando para a Terra após uma missão comercial, a tripulação deve desviar de sua trajetória quando "Mother", o computador central, intercepta uma estranha transmissão, o que obriga por contrato a investigação de sua procedência, segundo o roteiro de Dan O'Bannon.


Assim chegam a um planetoide desconhecido e descobrem que o sinal vem do interior de uma nave extraterrestre. Uma expedição decide entrar nela e encontra um habitáculo repleto de ovos, um dos quais libera uma criatura que adere ao rosto de Kane (John Hurt), que fica inconsciente e é levado outra vez à nave.


Aí começa o verdadeiro pânico. Primeiro, ao descobrir que o sangue da criatura é um potente ácido que destrói tudo o que encontra em seu caminho. Depois, com uma das cenas mais impactantes da história do cinema, quando o "alien" arrebenta o peito de seu "hóspede" e escapa.


Quase sem armas para usar contra a criatura, a Nostromo se transforma em uma prisão para seus tripulantes, que decidem caçar o "alien". Mas outra surpresa os aguarda: quando voltam a se encontrar, ele se desenvolveu e adquiriu sua imagem mais aterrorizante, com dentes afiados e mandíbula retrátil incluídos.


Perante a sucessão de mortes entre seus companheiros, a tenente Ripley (Weaver) assume o comando e descobre que o extraterrestre devia ser protegido pelo androide Ash (Ian Holm) para ser inspecionado pela Weyland-Yutani, a companhia proprietária da Nostromo.


Finalmente, Ripley consegue se livrar da criatura, expulsando-a para o espaço exterior, e começa seu retorno à Terra, mas como comprovaria anos depois, sua batalha contra os "aliens" acabava de começar e nos filmes seguintes enfrentou um Exército desses predadores ("Aliens, O Resgate"), chegou a se suicidar ("Alien 3"), e inclusive ser clonada ("Alien - A Resurreição").


Apesar de tudo isso, 30 anos depois Weaver ainda pensa em retomar o personagem que lhe deu fama. "Sinto que a saga ainda não acabou para mim", disse à Agência Efe há alguns meses. "Ripley está viva e a salvo, espero que não acabe perdida no espaço para sempre", afirmou. EFE


Fonte: G1

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Saiba como criar uma nova realidade

A física quântica tem a resposta: vivemos envoltos em um oceano de energias, todos conectados uns aos outros

Terra

Muitas vezes, sem perceber, somos acometidos por sensações sombrias e não conseguimos saber o porquê. A física quântica tem a resposta: vivemos envoltos em um oceano de energias, todos conectados uns aos outros. Por isso, às vezes, somos afetados por sentimentos e pensamentos que nem ao menos são nossos.

Quando olhamos para o espaço supostamente vazio que existe entre tudo, não conseguimos imaginar que esse vácuo é carregadíssimo de energias que surgem como ondas de vibração e fazem surgir partículas, pessoas, objetos e tudo o que existe no Universo.

Tudo se encontra entrelaçado, conectado. Há somente a ilusão de que tudo está separado. Toda essa magia acontece a todo tempo bem diante dos nossos olhos e não conseguimos nos conectar a essa realidade. Afetamos os ambientes e as pessoas a todo tempo, bem como nossas realidades de vida, por meio das nossas vibrações energéticas e intenções. O pensamento ou nossa intenção cria e afeta tudo à nossa volta. Já parou para pensar o que a força dessa energia é capaz de fazer com você?

A maioria de nós não afeta a realidade de forma profunda, porque não acredita de fato nesse poder. Por isso, devemos parar e refletir a respeito da teoria da física quântica. Se sua vida está pela metade é porque você não está conectado na plenitude. Se nada dá certo, é porque sua mente está programada para que você seja uma vítima da vida e não um vencedor.

Pela física quântica, criamos a todo momento múltiplas possibilidades em nosso subconsciente e, se pudermos nos concentrar, focaremos o que desejamos. Se você desenvolve essa capacidade de foco, você cria sua realidade - e o melhor, a que você gostaria de viver.

Portanto, é necessário desenvolver a concentração para treinar e focar a intenção. A prática da meditação é um treinamento da concentração. Se usarmos nossa mente num nível superficial de concentração nosso poder é limitado, não conseguimos criar nada. No entanto, no nível mais profundo da consciência, criamos nosso Universo.

O primeiro passo é acreditar que podemos. O segundo, praticar, praticar e praticar, pois leva algum tempo para aprender a se concentrar o suficiente para conseguir realizar os desejos. Portanto, comece já a construção de uma nova realidade para sua vida.


Fonte: GazetaWeb
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