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domingo, 14 de junho de 2009

Objeto no céu intriga adolescente


Uma “esfera” de luz intensa foi fotografada em duas ocasiões por um garoto de 12 anos morador do bairro Higienópolis
Monise Centurion
Um objeto circular, de luz intensa, que fazia movimentos bruscos no céu de Bauru, intrigou o estudante da 7ª série do ensino fundamental Gustavo Carvalho Pavão, 12 anos, morador do Jardim Higienópolis. Em duas ocasiões, uma no dia 31 de março e a outra no dia 12 deste mês, o adolescente avistou o objeto e conseguiu fotografá-lo. “Não era avião e não poderia ser um cometa porque não deixava rastro. Acredito que era uma coisa desconhecida”, afirma.

Segundo o garoto, uma das hipóteses para o caso seria a de um fenômeno ufológico - experiência que envolve objetos voadores não-identificados (ovnis). De acordo com o representante da Sociedade Botucatuense de Ufologia e Assuntos Sobrenaturais e estudioso no assunto, Joevile José Assef Júnior, para que seja confirmada essa experiência é necessário fazer análise rigorosa do material fotografado pelo bauruense. “Esse fenômeno pode ser algum reflexo, um balão meteorológico, pode estar relacionado a questões da natureza ou ainda ser mesmo um objeto voador não-identificado. Mas precisamos analisar antes o caso”, afirma.

Um meteorologista do Instituto de Pesquisas Meteorológicas (Ipmet) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) informou ontem que, a princípio, não havia nenhuma notícia de lançamento de balão meteorológico nos dias em que o estudante avistou o objeto. Porém, a informação deve ser confirmada amanhã, com a equipe de pesquisadores da instituição.

A desconfiança do estudante bauruense é baseada também no fato de que o município pode estar na rota dos ovnis. De acordo com ufólogos (pesquisadores que estudam fenômenos relacionados à atividade de seres extraterrestres em nosso planeta), o triângulo formado por Bauru, Araçatuba e São José do Rio Preto registraria uma quantidade considerável de casos dessa natureza nos últimos tempos.

Existem relatos de ocorrências diárias nos municípios que formam a área em questão. Há, ainda, casos famosos como os verificados em Lins, no final dos anos 60, quando pessoas estiveram frente a frente com seres supostamente vindos de outros planetas. Entre os casos verificados no “Triângulo Bauru-Araçatuba-Rio Preto” estão dois supostos contatos em 4.º grau (quando há interação entre o ser humano e o extraterrestre) ocorridos em Lins, que trouxeram sérias conseqüências às pessoas envolvidas.

As fotografias tiradas por Gustavo Carvalho Pavão foram encaminhadas para análise de Joevile José Assef Júnior, que atualmente mora em São José dos Campos, e do ufólogo Jorge Luis Nery, diretor de pesquisa científica de campo do Instituto de Astronomia e Pesquisas (Inape), de Araçatuba. Entretanto, não foi possível obter retorno até o fechamento desta edição.

Supostos casos

O primeiro caso ocorrido na região de Bauru teria acontecido em agosto de 1968, em um hospital. Por volta das 4h30, a enfermeira que se encontrava de plantão no local recebeu uma estranha visita: uma mulher loira, de olhos claros, vestida como astronauta e que falava um estranho idioma. A mulher se dirigiu até a portaria, pronunciou algumas palavras irreconhecíveis e a funcionária achou que a “estrangeira” estava pedindo algo para beber. Assim que a “astronauta” pegou o copo com água em suas mãos, teria dito à enfermeira: “Empaúra”, provavelmente referindo-se ao líquido. Depois disso, caminhou em direção à saída.

A enfermeira a seguiu até o lado de fora do hospital, quando foi surpreendida pela presença de um objeto escuro, em formato de pêra, que flutuava no céu. A “estrangeira” teria, então, subido até a suposta nave, que repentinamente acelerou e desapareceu no ar. Traumatizada, a funcionária precisou se submeter a tratamento psicológico, nos dias seguintes, por conta dos fatos que presenciou.

Outro caso que chamou a atenção dos pesquisadores teria ocorrido em outubro do mesmo ano. Era madrugada quando o vigia de um almoxarifado da Prefeitura de Lins percebeu um objeto que acabara de pousar próximo a uma máquina de terraplanagem. Quatro tripulantes (aparentemente homens de baixa estatura, vestidos de azul) passaram a caminhar em torno da “nave”. Munidos com uma espécie de pá, coletavam amostras de materiais disponíveis no local.

O vigia se assustou com a presença dos seres e resolveu sacar uma arma que carregava com ele. Antes que pudesse empunhar o revólver, porém, acabou sendo atingido por um feixe de luz que o deixou completamente paralisado. Enquanto o funcionário tentava recuperar os movimentos, os quatro seres teriam retornado para o interior da nave e sumiram no espaço. O vigia precisou de alguns dias para se livrar da paralisia provocada pelo “raio alienígena”.

Fonte: Jornal da cidade de Bauru - SP

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