Participe no Facebook:

Página: www.facebook.com/encontrocosmico/

Facebook

Pesquisar neste blog

Carregando...

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Ufologia e Espiritualidade - Biografia - Professor Laércio Fonseca

Saiba quem é e o que motiva a obra do Prof. Laércio Fonseca


Inaugurando a série Bio, a Cinemakers e a Pozati Filmes apresentam a biografia do astrofísico e espiritualista Laércio Fonseca. Neste mini-documentário, o professor Laércio conta como foi sua infância, o início da mediunidade, carreira e a dedicação à sua filosofia de vida.




Um dos palestrantes do próximo UFOCIRCUITO que acontecerá nos dias 22 e 23 de agosto de 2015 em Amparo-SP.

Faça seu cadastro e receba mais informações: www.ufocircuito.com.br






.

domingo, 17 de maio de 2015

Ufologia - Caso Varginha: Os irmãos Mondini quebram o silêncio

Recebi diretamente do pesquisador Edison Boaventura Jr o vídeo abaixo que vem para dar mais abertura no campo da ufologia nacional - esta que está passando por uma profunda transformação/renovação.


Parabéns aos pesquisadores Edison e Josef Prado pelo vídeo.
Continuem!





Após quase 20 anos sem se expor ao público, os Irmãos Mondini aceitam nosso convite, e participam de um bate papo descontraído onde falam de sobre ufologia, claro, e revelam informações inéditas sobre o desdobramento da pesquisa do Caso Varginha na cidade paulista de Campinas e na Unicamp.

Ameaças de morte, contra-informação militar e muito mais!









.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Nikola Tesla - Conversando com os Planetas





Tradução: Kátia Brunetti

Embora Nikola Tesla, no início de sua carreira, foi responsável por alguns brilhantes trabalhos em pesquisa elétrica, nos últimos anos de sua vida, seus projetos eram mais especulativos e considerados "de outro mundo". Em particular, suas ideias sobre transmissões de longa distância eram bastante vagas, e pareciam ter sido baseadas em teorias sobre a condução e indução elétrica, e não transmissão de rádio, que utiliza a radiação eletromagnética. Em todo o caso, apesar de sua promessa de "em breve converter os descrentes", muito do que ele falou nunca foi claramente explicado ou demonstrado funcionar realmente.

  Collier Weekly, 09 de fevereiro de 1901, página 4-5:


Nikola Tesla, conversando com os Planetas

NOTA DO EDITOR -- O senhor Nikola Tesla conseguiu alguns resultados maravilhosos em descobertas elétricas. Agora, com o início do novo século, ele anuncia uma conquista que vai surpreender todo o universo, e que eclipsará o sonho mais louco do cientista visionário. Ele recebeu uma comunicação, afirma ele, vinda do grande vazio do espaço: um chamado dos habitantes de Marte ou Vênus, ou algum outro planeta irmão! E, além disso, observou que cientistas como Sir Norman Lockyer, estão dispostos a concordar com ele em suas deduções surpreendentes. 
O Sr. Tesla não só descobriu muitos princípios importantes, mas a maioria de suas invenções estão em uso prático: nomeando, por exemplo, as forças titânicas das Cataratas de Niágara, e a descoberta de uma nova luz por meio de um tubo de vácuo. Ele próprio declara que resolveu o problema de telegrafar sem fios ou condutores artificiais de qualquer tipo, utilizando a terra como meio. Por meio deste princípio, ele espera ser capaz de enviar mensagens sob o oceano, bem como a qualquer distância na superfície terrestre. A comunicação interplanetária interessou-o por anos, e ele não vê nenhuma razão pela qual não deve ser em breve, encurtada a distância de se falar com Marte ou outros mundos do sistema solar que possam ter seres inteligentes. 
A pedido da Collier's Weekly, o Sr. Tesla apresenta em anexo uma declaração franca sobre o que ele espera realizar e estabelecer a comunicação com os planetas.




A ideia de se comunicar com os habitantes de outros mundos é antiga. Mas por anos, tem sido considerada apenas um sonho de um poeta, sempre irrealizável. E com a invenção e aperfeiçoamento do telescópio e o conhecimento cada vez maior dos céu, sua influência sobre nossa imaginação foi aumentando, e as realizações científicas durante a última parte do século XIX, juntamente com o desenvolvimento da tendência para o natureza ideal de Goethe, intensificou-a a tal ponto que parece como se estivesse destinado a se tornar a ideia dominante do século que acaba de começar. O desejo de conhecer algo dos nossos vizinhos nas profundezas imensas de espaço não emerge da curiosidade nem de sede de conhecimento, mas a partir de uma causa mais profunda, e um sentimento firmemente enraizado no coração de cada ser humano capaz de pensar em tudo.

 De onde, então, ela vem? Quem sabe? Quem pode atribuir limites para a sutileza das influências da natureza? Talvez, se pudéssemos perceber claramente todo o mecanismo do espetáculo glorioso que está continuamente se desdobrando diante de nós, poderíamos, também, traçar esse desejo de sua origem distante, e encontrá-lo nas vibrações dolorosas da terra que começou quando ele separou de seu pai celestial. Mas neste momento de razão, não é surpreendente encontrar pessoas que zombam o próprio pensamento de estabelecer comunicação com um planeta. Em primeiro lugar, o argumento é feito de que existe apenas uma pequena probabilidade de outros planetas serem habitados. Esse argumento nunca me atraiu. No sistema solar, parece haver apenas dois planetas - Vênus e Marte - capazes de sustentar a vida como a nossa, mas isso não significa que pode não haver em todos eles outras formas de vida. Processos químicos podem ser mantidos sem o auxílio de oxigênio, e ainda é uma questão de saber se os processos químicos são absolutamente necessários para o sustento dos seres. Minha ideia é que o desenvolvimento da vida deve conduzir as formas de existência que serão possíveis sem alimento e que não serão algemados pelas consequentes limitações. Por que um ser vivo não ser capaz de obter toda a energia de que necessita para o desempenho das suas funções vitais do meio ambiente, em vez de consumir alimentos, por um processo complicado, a energia de combinações químicas para sustentação da vida energia? Se houvesse tais seres em um dos planetas, não sabemos quase nada sobre eles. Também não é necessário ir tão longe em nossas premissas, pois podemos facilmente conceber a ideia que, no mesmo grau que a atmosfera diminui de densidade, a umidade desaparece e o planeta congela, a vida orgânica também pode sofrer modificações correspondentes, levando finalmente a formas que, de acordo com nossas ideias atuais da vida, são impossíveis. Admito, é claro, que no caso de haver uma súbita catástrofe, qualquer tipo dos processos vitais, podem acontecer; mas se a mudança, não importa quão grande ela seja, deve ser gradual e longa, de modo que o resultado final possa ser inteligentemente previsto, não posso deixar de pensar que os seres racionais ainda iriam encontrar meios de existência. Eles iriam se adaptar ao seu ambiente em constante mudança. Então, eu acho que é bastante possível que, em um lugar congelado, como dizem que a Lua deva ser, os seres inteligentes podem ainda habitar, em seu interior, se não em sua superfície.

Sinalização à 100 milhões de milhas!

Neste momento, argumenta-se que é além do poder humano e criatividade transmitir sinais para as distâncias quase inconcebíveis de cinquenta milhões ou cem milhões milhas. Este pode ter sido um argumento válido anteriormente. Não é assim agora. A maioria dos que estão entusiasmados sobre o assunto da comunicação interplanetária, repousava sua fé no raio-luz como o melhor meio possível de tal comunicação. É verdade que as ondas de luz, devido à sua imensa rapidez da sucessão, pode penetrar o espaço mais facilmente do que ondas menos rápidas, mas uma consideração simples irá mostrar que, por meio deles uma troca de sinais entre esta Terra e seus companheiros no sistema solar é, pelo menos agora, impossível. A título de ilustração, vamos supor que uma milha quadrada da superfície da Terra - a menor área que poderá, eventualmente, estar dentro do alcance da melhor visão telescópica de outros mundos - fosse coberta com lâmpadas incandescentes, embalada em conjunto, de modo a formar uma folha contínua de luz. Seria necessário, pelo menos, cem milhões de cavalos de potência para iluminar esta área de lâmpadas, e esta, muitas vezes é a quantidade de energia motriz agora a serviço do homem em todo o mundo. Mas com os novos meios, propostos por mim, posso facilmente demonstrar que, com uma despesa não superior a dois mil cavalos de potência, os sinais podem ser transmitidos para um planeta como Marte com tanta exatidão e certeza como nós, agora, enviamos mensagens por um fio de Nova York a Filadélfia. Estes meios são o resultado da experiência longa e continuada e a melhoria gradual.
Cerca de dez anos atrás, eu reconheci o fato de que para transmitir correntes elétricas a uma distância que não era de necessária empregar um fio de retorno, mas que qualquer quantidade de energia podia ser transmitida por meio de um único fio. Eu ilustrei este princípio em numerosas experiências, que, naquela época, obtive atenção considerável entre os cientistas.
Meu próximo passo foi usar a própria terra como meio para conduzir as correntes, assim dispensando fios e todos os outros condutores artificiais. Então, eu fui levado ao desenvolvimento de um sistema de transmissão de energia e de telegrafia sem o uso de fios, que eu descrevi em 1893. As dificuldades que encontramos no início das transmissão de correntes através da terra eram muito grandes. Naquela época, eu tinha em mãos um único aparelho comum, que percebi ser ineficaz, e concentrei minha atenção imediatamente nele, após aperfeiçoar máquinas para um efeito especial. Este trabalho consumiu anos, mas finalmente venceu todas as dificuldades e consegui produzir uma máquina que, para explicar o seu funcionamento em linguagem simples, se assemelhava a uma bomba de ação, sugando a eletricidade da terra e conduzindo-a de volta para a mesma em uma enorme velocidade, criando assim ondulações ou perturbações que, se espalhando pela Terra, como através de um fio, pode ser detectada a grandes distâncias por circuitos de recepção cuidadosamente afinados. Desta maneira fui capaz de transmitir até uma distância, não só os efeitos fracos para fins de sinalização, mas quantidades consideráveis de energia, e descobertas posteriores me convenceu de que eu, em última instância eu obteria sucesso na transmissão sem fios, para fins industriais, com alta economia, e a qualquer distância, no entanto enorme.




Experiências em Colorado

Para desenvolver essas invenções, fui ao Colorado onde continuei minhas investigações ao longo destas e outras linhas, uma dos quais, em especial, considero agora de importância ainda maior do que a transmissão de energia sem fios. Eu construí um laboratório em Pike's Peak. As condições do ar puro das montanhas de Colorado mostrou-se extremamente favorável para as minhas experiências, e os resultados foram muito gratificantes. Achei que poderia não só realizar mais trabalho, fisicamente e mentalmente, do que eu poderia, em Nova York, mas que os efeitos elétricos e mudanças eram mais facilmente e nitidamente percebidas. Há alguns anos, era praticamente impossível produzir faíscas elétricas vinte ou trinta pés de comprimento; mas eu produzi alguns mais de cem pés de comprimento, e isto sem dificuldades. As taxas de movimento elétrico envolvidas em fortes aparelhos de indução tinha medido algumas centenas de cavalos de potência, e eu produzi movimentos elétricos de taxas de 110 mil cavalos de potência. Antes disso, as pressões elétricas insignificantes foram obtidos, enquanto alcancei cinquenta milhões de volts.

As ilustrações que acompanham, com os seus títulos descritivos, tiradas de um artigo que escrevi para o "Century Magazine," pode servir para transmitir uma ideia dos resultados que obtive nas direções indicadas.
Muitas pessoas em minha própria profissão já se perguntaram, o que eu estou tentando fazer. Mas o tempo não está longe agora, quando os resultados práticos do meu trabalho serão colocados diante do mundo e sua influência será sentida em todos os lugares. Uma das consequências imediatas será a transmissão de mensagens sem fios, sobre o mar ou terra, a uma distância imensa. Eu já demonstrei, por meio de testes cruciais, a praticabilidade de sinalização por meu sistema de um para qualquer outro ponto do globo, não importa quão remoto, e vou logo converter os descrentes.
Tenho todas as razões para mim mesmo que, ao longo destes experimentos, muitos dos quais eram extremamente delicados e perigosos, nem eu nem nenhum dos meus assistentes receberam qualquer ferimento. Ao trabalhar com essas oscilações elétricas, poderosos fenômenos extraordinários ocorrem às vezes. Devido a alguma interferência das oscilações, verdadeiras bolas de fogo são capazes de saltar a uma grande distância, e se qualquer um fosse dentro ou perto delas, seria destruído instantaneamente. Uma máquina como eu usei poderia facilmente matar, em um instante, trezentas mil pessoas. Observei que a tensão sobre os meus assistentes estava mostrando, que alguns deles não suportavam extremas tensões nos nervos. Mas estes perigos estão agora totalmente superados, e a operação de tais aparelhos, porém poderosos, não envolve nenhum risco qualquer que seja.
Como eu estava melhorando minhas máquinas para a produção de ações elétricas intensas, eu também estava aperfeiçoando os meios para a observação de efeitos fracos. Um dos resultados mais interessantes, e também um de grande importância prática, foi o desenvolvimento de certos artifícios para indicar a uma distância de muitas centenas de milhas de uma tempestade se aproximando, sua direção, velocidade e distância percorrida. Estes aparelhos são valiosos para futuras observações meteorológicas e de levantamento, e se prestam particularmente a muitos usos navais.

Foi em continuar este trabalho que, pela primeira vez eu descobri esses efeitos misteriosos que suscitou tanto interesse incomum. Eu tinha aperfeiçoado o aparelho referido até agora no meu laboratório nas montanhas do Colorado. Eu podia sentir o pulso do mundo, por assim dizer, observando cada mudança elétrica que ocorreu dentro de um raio de 1.100 milhas.

Aterrorizado com o Sucesso

Eu nunca poderei esquecer as primeiras sensações que eu experimentei quando eu percebi ter observado algo possivelmente de consequências incalculáveis para a humanidade. Eu me senti como se estivesse presente no nascimento de um novo conhecimento ou a revelação de uma grande verdade. Mesmo agora, às vezes, eu posso recordar vividamente o incidente, e ver o meu aparelho como estivesse realmente diante de mim. As minhas primeiras observações me aterrorizaram positivamente, como estava presente neles algo misterioso, para não se dizer sobrenatural, e eu estava sozinho em meu laboratório à noite; mas naquele momento a ideia desses distúrbios serem inteligentemente sinais de que ainda não se apresentar a mim.
As mudanças que eu observei estavam ocorrendo periodicamente, e com uma sugestão tão clara do número e ordem que eles não podiam ser verificados a qualquer causa, conhecida por mim. Eu estava familiarizado, é claro, com tais distúrbios elétricos são produzidos pelo sol, Aurora Boreal e correntes de terra, e eu estava tão certo que ser essas variações não eram devidas a nenhuma dessas causas. A natureza dos meus experimentos excluía a possibilidade dessas mudanças serem produzidas por perturbações atmosféricas, como tem sido afirmado por alguns precipitadamente. Foi algum tempo depois, quando um pensamento passou em minha mente que tais distúrbios que eu havia observado poderiam ser devido a um controle inteligente. Embora eu não conseguia decifrar o seu significado, era impossível para mim pensar neles como algo inteiramente acidental. O sentimento está crescendo constantemente que eu tenha sido o primeiro a ouvir a saudação de um planeta para outro. Há uma finalidade por trás desses sinais elétricos; e foi com esta convicção que eu anunciei a Sociedade da Cruz Vermelha, quando me pediram para indicar uma das grandes realizações possíveis dos próximos cem anos, que provavelmente seria a confirmação e interpretação deste desafio planetário para nós.
Desde o meu retorno a Nova York, um trabalho mais urgente consumiu toda a minha atenção; mas eu nunca deixei de pensar sobre essas experiências e observações feitas no Colorado. Estou constantemente me esforçando para melhorar e aperfeiçoar o meu aparelho, e tão logo, irei novamente retomar o fio de minhas investigações do ponto onde fui forçado a deixar por um tempo.
A comunicação com os marcianos

No estágio atual de progresso, não haveria obstáculo insuperável na construção de uma máquina capaz de transmitir uma mensagem a Marte, nem haveria qualquer grande dificuldade em sinais de gravação transmitidas a nós pelos habitantes do planeta, se fossem qualificados. A comunicação, uma vez estabelecida, mesmo da forma mais simples, como por um mero intercâmbio de números, seria um rápido progresso em direção a uma comunicação mais inteligível. Certeza absoluta quanto ao recebimento e intercâmbio de mensagens seria alcançado assim que poderia responder com o número "quatro", em resposta ao sinal de "um, dois, três." Os marcianos, ou os habitantes de qualquer planeta, iria entender de uma vez que tínhamos pego a sua mensagem através do golfo do espaço e enviado de volta uma resposta. Para transmitir o conhecimento de forma por esses meios, ao mesmo tempo muito difícil, mas não impossível, e eu já encontrei uma maneira de fazê-lo.

Que tremenda agitação isto faria no mundo! Quando ela virá? Levará um tempo para ser realizado e deve ser claro para todos os seres pensantes. Algo, no mínimo, a ciência ganhou. Mas espero que, em breve, minhas experiências no Oeste não sejam apenas contempladas a uma visão, mas um avistamento de uma grande e profunda verdade. 



Conteúdo original: (aqui)
Tradução: Kátia Brunetti
http://about.me/katiabrunetti3
Traduzido exclusivamente para este blog.
http://fabioibrahim.blogspot.com/2015/05/nikola-tesla-conversando-com-os-planetas.html
Se for copiar e colar, mantenha o conteúdo e os créditos acima.







.

sábado, 9 de maio de 2015

Polícia apreende 10 Crianças de uma família que adota o perfil Homeschooling



Polícia apreende 10 Crianças de uma família que adota o perfil Homeschooling - estilo de educação em casa

Famílias com estilos de vida tradicionais e rurais são alvos de autoridades americanas

por Paul Joseph Watson | 08 de maio de 2015 ||| Tradução: Kátia Brunetti

A polícia apreendeu dez crianças de uma família que adota o perfil homeschooling (ensino em casa) em Kentucky na última quarta-feira após receber uma denúncia anônima sobre o estilo de vida tradicional da família.

A história-pesadelo começou quando os oficiais do xerife armaram um bloqueio em torno da propriedade rural de Joe e Nicole Naugler antes de entrar nas instalações. Oito das crianças estavam com o pai, mas Nicole e seus dois filhos mais velhos estavam em casa. Nicole tentou fugir com seu carro, mas foi posteriormente parada e presa por resistência (tentando impedir oficiais de apreender seus dois garotos).

O xerife então exigiu que Joe Naugler aparecesse com os outros oito filhos às 10h da manhã do dia seguinte ou enfrentaria encargos criminais.

"Eles são uma família extremamente feliz", disse Pace Ellsworth, amigo da família, que afirma que os Nauglers foram alvo por causa de seu estilo de vida tradicional e pela decisão de educar seus filhos em casa.

Os amigos não relataram preocupações sobre como as crianças estão sendo tratadas pelos pais, que seguem um modelo educacional chamado "unschooling", onde as crianças decidem o seu próprio currículo com base nos assuntos que lhes interessam e quais são seus pontos fortes.

"Esta é uma maneira natural de se viver", disse Ellsworth. "É realmente um movimento crescente. Eles querem ter uma formação pessoal e não uma educação pré-fabricada. Eles são completamente abertos sobre a vida. Todo mundo está aprendendo vivendo. E todos eles são extremamente inteligentes"


A página do Facebook da família - intitulado "My Blessed Little Homestead" é um testemunho encantador do modo de vida deles. As crianças Naugler possuem, obviamente, um estilo de vida "ao ar livre", felizes em 26 acres de terra em Breckinridge County.

"Eles frequentemente postam fotos e vídeos de seus filhos, dos animais e de sua vida tradicional", relata o Off the Grid News. "No último dia 05 de maio um post mostra um vídeo de uma das crianças, Mosiah, aprendendo a andar. No dia 24 de abril um post da família feliz, reunida em torno de uma fogueira, assando marshmallows."

A família criou uma página GoFundMe para tentar arrecadar dinheiro para as despesas legais.


Um site para a família explicita a sua situação com palavras de cortar o coração: "Esta família de Kentucky de 12 pessoas, 6 cães, 2 gatos e alguns animais de fazenda está sendo dilacerada. O crime: viver uma vida simples, de volta ao tradicional".

Esta história chocante, mais uma vez ilustra como as famílias que tentam simplesmente continuar com suas vidas de uma forma tradicional estão sendo tratadas como extremistas por outros americanos, sendo denunciadas e apreendidas pelas autoridades.

Enquanto isso, em Nova Jersey, o relatório WND destaca como os pais foram interrogados por um assistente social que questionou Christopher Zimmer e sua esposa Nicole, "sobre tudo, desde a educação dos filhos em casa, até vacinas e posse de armas na casa".

Michelle Marchese exigiu agressivamente entrar na propriedade depois de afirmar que Christopher Zimmer Jr. não estava recebendo uma "boa educação". A polícia chegou e posteriormente permitiu Marchese de entrar na casa antes de realizar um mandato de busca. 

Os Zimmers estão processando o CPS (Serviço de Proteção à Criança) por US $ 60 milhões em um caso perante a Corte Distrital dos EUA em Trenton.


Conteúdo original: (aqui)
Tradução: Kátia Brunetti
http://about.me/katiabrunetti3
Traduzido exclusivamente para este blog.
http://fabioibrahim.blogspot.com/2015/05/policia-apreende-10-criancas-de-uma.html

Se for copiar e colar, mantenha o conteúdo e os créditos acima.


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Os diários perdidos de Nikola Tesla





Os diários perdidos de Nikola Tesla


Tradução: Kátia Brunetti


Por Tim Swartz
9/2001
Texto completo publicado pela Global Communications


Em 1899, Nikola Tesla, com a ajuda de seu financiador, JP Morgan, desenvolveu em Colorado Springs um laboratório experimental contendo um equipamento de alta tensão para transmissão de rádio. O laboratório tinha uma torre de 200 pés para transmissão e recepção de ondas de rádio e os melhores equipamentos de recepção disponíveis no momento.

Uma noite, quando estava sozinho no laboratório, Tesla observou que aquilo que ele cautelosamente designava ações elétricas pareciam, definitivamente ser sinais inteligentes. As mudanças foram ocorrendo periodicamente e com uma sugestão tão clara de número e ordem que não poderiam ser rastreados a qualquer causa, já conhecida por ele.

Tesla elaborou um texto sobre o tema "Conversa com os planetas" para a Collier's Weekly (Março de 1901):

"Enquanto eu estava melhorando minhas máquinas para a produção de ações elétricas intensas, eu também estava aperfeiçoando os meios para observar esforços baixos. Um dos resultados mais interessantes e também um de grande importância prática, foi o desenvolvimento de certos artifícios para indicar a distância de muitas centenas de milhas de uma tempestade se aproximando, sua direção, velocidade e distância percorrida.

"Foi no decorrer deste trabalho que, pela primeira vez eu descobri esses efeitos misteriosos que suscitou tanto interesse incomum. Eu tinha aperfeiçoado o aparelho referido até agora, em meu laboratório nas montanhas do Colorado. Eu pude sentir uma pulsação no lóbulo, por assim dizer, observando cada mudança elétrica que ocorria dentro de um raio de 1.100 milhas.

"Eu não consigo esquecer as primeiras sensações que experimentei quando percebi que havia observado algo possivelmente de consequências incalculáveis para a humanidade. Eu me senti como se estivesse presente no nascimento de um novo conhecimento ou a revelação de uma grande verdade. Minhas primeiras observações me aterrorizaram positivamente, como não estava presente neles algo misterioso, para não dizer sobrenatural, e eu estava sozinho em meu laboratório à noite, mas naquela época a ideia desses distúrbios serem controlados inteligentemente ainda não se apresentava para mim. "

"As mudanças que notei estavam ocorrendo periodicamente e com uma sugestão tão clara do número e ordem que eles não podiam ser verificados a qualquer causa conhecida por mim. Eu estava familiarizado, é claro, com tais distúrbios elétricos são produzidos pelo sol, Aurora Boreal, e correntes de terra, e eu estava tão certo como que essas variações não eram devidas a nenhuma dessas causas."

"A natureza das minhas experiências excluía a possibilidade dessas mudanças serem produzidas por perturbações atmosféricas, como tem sido afirmado por alguns, precipitadamente. Foi algum tempo depois, quando o pensamento passou em minha mente que os distúrbios que eu tinha observado podia ser devido a um contato inteligente.

"Embora eu não possa, no momento decifrar o seu significado, era impossível para mim pensar neles como algo inteiramente acidental. O sentimento vinha constantemente crescendo, que eu tinha sido o primeiro a ouvir a saudação de um planeta para outro. Era essa a finalidade era por trás desses sinais elétricos ".

Este incidente foi o primeiro de muitos em que Tesla interceptou o que sentia eram sinais inteligentes vindos do espaço. Na época, os cientistas proeminentes imaginavam que Marte seria um paraíso provável para a vida inteligente em nosso sistema solar, e Tesla pensou primeiramente que estes sinais poderiam ser originários do planeta vermelho. Ele viria a mudar esse ponto de vista quando tornou-se mais hábil em traduzir os sinais misteriosos. Perto do fim de sua vida, Tesla tinha desenvolvido várias invenções que supostamente poderia enviar quantidades poderosas de energia para outros planetas.





Em 1937, durante uma de suas conferências de imprensa de aniversário, Tesla anunciou:

"Tenho dedicado muito do meu tempo ao longo dos anos para o aperfeiçoamento de um novo aparelho pequeno e compacto pelo qual a energia em quantidades consideráveis podem agora brilhar através do espaço interestelar para qualquer distância sem a menor dispersão."

(New York Times - 11 de julho de 1937.)

Tesla nunca revelou publicamente os detalhes técnicos de seu transmissor, mas em seu anúncio de 1937, revelou uma nova fórmula que mostrava que

"A energia cinética e potencial de um corpo é o resultado do movimento e determinado pelo produto da sua massa e o quadrado da sua velocidade. Se a massa for reduzida, a energia será reduzida na mesma proporção. Se for reduzida a zero, a energia também será zero para qualquer velocidade finita. "
(New York Sun -. 12 de julho de 1937, pg 6.)

Após seus primeiros experimentos em Colorado Springs em 1899, Tesla começou a experimentar os melhores transmissores e receptores de rádio, a fim de repetir sua recepção dos sinais ainda não classificados. Tesla considerava seus métodos de recepção e transmissão utilizando ondas não-hertzianas, ou o que hoje referem-se a ondas eletromagnéticas transversais (rádio), mas outro tipo de transmissão do sinal.

Ele os descreveu como ondas mais rápidas do que a luz (FTL). Tesla pode ter recebido no espectro ELF (frequências extremamente baixas). O espectro de ELF é abaixo dos 10 Khz, limite de frequências regulamentadas a nível internacional. É geralmente considerado como sendo o espectro de 3 Hz. a 30 Hz.

VLF-3 a 30 Khz.
ULF-300-3.000 Hz.
ELF-3 a 300Hz.

Os comprimentos de onda na faixa de ELF são de 100,000 km. a 1.000 Km. e o comprimento de onda para 40.000 Kms da Terra.

Até 1920, Tesla estava confiante de que era capaz de saber a razão das transmissões de rádio estranhas vindas do espaço. No entanto, logo depois, Tesla começou a demonstrar grandes preocupações sobre seres de outros planetas, que tinham projetos desagradáveis para o planeta Terra.

"Os sinais são fortes demais para ter viajado a grandes distâncias de Marte para a Terra", escreveu Tesla. "Então, eu sou forçado a admitir para mim mesmo que as fontes devem vir de algum lugar no espaço nas proximidades ou até mesmo da lua. Estou certo, porém, que as criaturas que se comunicam umas com as outras, todas as noites não são de Marte, ou possivelmente de qualquer outro planeta em nosso sistema solar. "

Vários anos depois de Tesla ter anunciado sua recepção de sinais vindos do espaço Guglielmo Marconi também alegou ter ouvido algo a partir de um transmissor de rádio alienígena. No entanto, Marconi foi tão rapidamente descartado por seus contemporâneos que afirmavam que ele tinha recebido a interferência de outra estação de rádio na Terra.

Tesla, por outro lado, tinha aperfeiçoado seu equipamento para um tal grau que logo podia receber transmissões de voz. Estas transmissões ele especulava ser provenientes de pessoas em outros mundos. Tesla deu algumas sugestões públicas sobre essas transmissões interplanetárias. Em 1937, ele anunciou:

"Dediquei muito do meu tempo para o aperfeiçoamento de um novo aparelho pequeno e compacto pelo qual a energia em quantidades consideráveis podem agora ser brilhar através do espaço interestelar para qualquer distância sem a menor dispersão."

(New York Times, domingo, 11 julho de 1937).

Um grau de confirmação das comunicações interplanetárias de Tesla veio de Arthur Mathews, que afirmou que Tesla tinha secretamente desenvolvido o "Teslascope" com a finalidade de se comunicar com Marte. O pai de Matthews era um assistente de laboratório do físico Lord Kelvin na década de 1890.

Tesla veio uma vez para a Inglaterra para conhecer Kelvin e convencê-lo de que sua Alternating Current foi mais eficiente do que a Direct. Quando Matthews tinha 16 anos, seu pai conseguiu que fosse aprendiz de Tesla. Ele finalmente trabalhou para ele e continuou esta aliança até a morte de Tesla em 1943.

Não é do conhecimento geral, mas Tesla na verdade tinha dois grandes transmissores de aumento construídos no Canadá, e Matthews operava um deles. As pessoas sabem, principalmente dos transmissores de Colorado Springs e um inacabado, em Long Island. Eu vi os dois transmissores canadenses. Toda a evidência está lá.

O Teslascope é algo que Tesla inventou para se comunicar com seres de outros planetas. Em princípio, com sinais de raios cósmicos e, eventualmente, os sinais são apareceram em áudio. Falando por uma extremidade, e o sinal saindo do outro lado como um emissor de raios cósmicos.

Com exceção das declarações de Matthews, não houve nenhuma evidência concreta de que Tesla conseguiu se comunicar com extraterrestres ou quem quer que estava transmitindo sinais ao receptor. No entanto, Tesla conseguiu recolher uma quantidade substancial de informações a partir destas transmissões, o suficiente para influenciar suas pesquisas e invenções para os restantes 43 anos de sua vida.

Foi durante este período que Tesla encontrou-se condenado ao ostracismo pela maioria da comunidade científica. Seus esforços para interessar os outros em tais invenções como

armas de feixe
transmissão de energia sem fio
dispositivos antigravitacionais
escudos anti-guerra
ressonância
e uma infinidade de outras invenções

Sem dúvida, o levou a ser considerado como um maluco. Infelizmente, Tesla tornou-se o epítome de um cientista louco.

No entanto, era óbvio que suas cartas para o governo e militares havia despertado algum interesse. Um jovem engenheiro americano envolvido em trabalho de guerra consultou Tesla sobre um problema de engenharia balística porque não conseguia tempo, por excesso de trabalho, e a mente de Tesla era conhecida por oferecer a coisa mais próxima a ele. Logo ele ficou fascinado os seus trabalhos científicos de Tesla e foi autorizado a levar lotes deles para o quarto do hotel onde ele e um outro engenheiro americano se debruçaram sobre eles a cada noite. Eles devolviam no dia seguinte, um processo que continuou por cerca de duas semanas antes da morte de Tesla.

Tesla tinha recebido ofertas para trabalhar para a Alemanha e para a Rússia. Depois que o inventor morreu, ambos engenheiros ficaram preocupados que a informação científica tinha caído em mãos estrangeiras e alertou as agências de segurança dos Estados Unidos e altos funcionários do governo.

O quanto do trabalho de Tesla que permanece oculto no top secretos das forças armadas ainda é desconhecido. Pode-se deduzir que as teorias de Tesla de extraterrestres e aquecimento global foram levadas a sério por alguns em altos níveis de autoridade, pois sabe-se que o governo e o exército dos Estados Unidos foram os primeiros a dar credibilidade que os OVNIs eram naves de outros planetas.

É interessante notar que, entre 1945 e 1948, uma troca de cartas ocorreu entre o Serviço de Comando Aéreo Técnica no campo de Wright, em Dayton, Ohio, Inteligência Militar, em Washington, e do Escritório de Propriedade estrangeira. O assunto? Arquivos do falecido Nikola Tesla.

Em 5 de setembro de 1945, o coronel Holliday da Subsidiária de Equipamento de Laboratório, escreveu a Lloyd L. Shaulis da OAP em Washington, confirmando uma conversa e pedindo cópias fotostáticas das notas e papéis do falecido Tesla. Afirmando que o material seria usado "em conexão com projetos para a Defesa Nacional por este departamento."

Shaulis disponibilizou o material para o Comando de Serviços Técnicos Aéreos, mas não há registro de quantas cópias foram enviadas. E o material nunca retornou. Estas eram cópias fotostáticas completas, não apenas resumos. A Marinha não tem registro de documentos de Tesla; não há registros em arquivos federais.

Quatro meses após as cópias fotostáticas terem sido enviadas para Wright Field, o Coronel Ralph Doty, chefe da inteligência militar em Washington, escreveu a James Markham da Propriedade Estrangeira, indicando que elas nunca haviam sido entregues:

"Este escritório está no aguardo de uma comunicação da sede, do Comando Técnico do Serviço Aéreo, Wright Field, solicitando averiguar o paradeiro dos arquivos do falecido cientista, Dr. Nikola Tesla, que pode conter dados de grande valor para a Sede acima.

Foi indicado que seu escritório pode ter esses arquivos sob custódia. Se isso for verdade, gostaríamos de pedir o seu consentimento para um representante do Comando Técnico do Serviço Aéreo para revê-los. Tendo em vista a extrema importância desses arquivos para o comando acima, gostaríamos de solicitar a ser informado de qualquer tentativa por parte de qualquer outra agência para obtê-los.

"Por causa da urgência desta matéria, esta comunicação lhe será entregue por um oficial de ligação deste escritório, na esperança de acelerar a informação solicitada."

A "outra" agência que tinha os arquivos, ou deveria tê-los, era o próprio Comando técnico de Serviços Aéreos. Em 24 de Outubro de 1947, David L. Bazelon, Procurador-Geral Adjunto e Diretor do Escritório de Propriedade Estrangeira, escreveu ao comandante sobre as fotostáticas de Tesla. Elas não haviam sido devolvidas.

Pelo menos, um conjunto de documentos de Tesla tinha chegado ao Wright Field, porque em 25 de novembro de 1947, houve uma resposta ao Escritório de Propriedade Estrangeiro do coronel Duffy, chefe da Seção de Planos Eletrônico, Divisão de Engenharia, do Comando de Material Aéreo.

Ele respondeu:

"Estes relatórios estão agora na posse da Subdivisão Eletrônica e estão sendo avaliados. Isso deve ser concluído até 1 de Janeiro de 1948. Nessa altura o seu escritório será contactado com relação a disposição final desses papéis."

Eles nunca foram devolvidos ou mesmo reconhecidos que existiram.

Em resposta a um pedido, em 1980, a base da Força Aérea Wright-Patterson afirmou:

"A organização (Laboratory Equipment) que realizou a avaliação dos documentos de Tesla foi desativada há alguns anos. Depois de realizar uma extensa pesquisa de listas de registros de aposentados por essa organização, na qual encontramos nenhuma menção de documentos de Tesla, concluiu-se que os documentos foram destruídos no momento em que o laboratório foi desativado".


Conteúdo original: (aqui)

Tradução: Kátia Brunetti
http://about.me/katiabrunetti3
Traduzido exclusivamente para este blog.
http://fabioibrahim.blogspot.com.br/2015/05/os-diarios-perdidos-de-nikola-tesla.html
Se for copiar e colar, mantenha o conteúdo e os créditos acima.

.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Vídeos

Loading...